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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Andrew Garfield diz que “conheceu a Deus” interpretando missionário

Nascido em família judia, ele interpreta pela segunda vez seguida o papel de um cristão fervoroso.


Em “Até o Último Homem”, o ator Andrew Garfield interpretou Desmond Doss, um soldado cujas crenças cristãs o impediam de pegar em armas durante a Segunda Guerra Mundial. A história real, levada às telas pelo diretor Mel Gibson, fala sobre fé em meio a adversidade.
Nascido em família judia, Garfield não se considera uma pessoa religiosa, mas revela que durante a preparação para o novo filme “Silêncio” desenvolveu o que chama de um relacionamento “profundo” com Deus.
Ele diz que não pode ser chamado de cristão, mas precisou aprender sobre Cristo e os Evangelhos para interpretar um missionário jesuíta no novo drama histórico do diretor Martin Scorsese.
O longa conta história real da perseguição aos cristãos no Japão feudal e já é apontado pela crítica como um dos favoritos para o Oscar de 2016. Embora só chegue ao Brasil em janeiro de 2017, estreia em circuito restrito nos EUA este mês.
Garfield, que ficou mais conhecido por sua performance nos dois filmes “O Espetacular Homem-Aranha” de 2012 e 2014, não é mais o galã adolescente de antes. Seus papeis mais recentes são em dramas que exigiram muito mais dele como ator.
Preparando-se para viver o português Sebastião Rodrigues, Garfield e seu colega de elenco Adam Driver, foram enviados a um retiro jesuíta para conhecer a ordem religiosa. Ele passou vários dias imerso no estudo das Escritura, das tradições jesuítas, e em oração.
Para ele foi uma pausa em sua confusão espiritual. “Eu estava recebendo todas essas informações, e todo esse desejo de difundir os ensinamentos de Cristo, algo que eu realmente comecei a adorar”, conta.
Apesar de ainda ter suas dificuldades com os sistemas religiosos, Garfield diz que foram suas dúvidas que o levaram a compreender a verdade sobre Deus. “[Agora] Sou um crente com algumas dúvidas”, sublinha. “Mas são essas dúvidas que me empurraram para encontrar um sentido mais puro da alteridade, ou se preferir, de ‘Deus’. ”
Ele teve como professor o padre jesuíta James Martin, que serviu como um mentor espiritual nos dias que Garfield ficou em retiro. O ator conta que Martin o tratava como se ele fosse realmente um “jesuíta em treinamento”. “Tornou-se uma jornada muito individual para mim”, explicou, acrescentando que ele passou a ver Cristo de uma maneira completamente diferente.
Após longos períodos de meditação sobre os textos bíblicos e de oração, ele precisou imaginar a vida de Cristo, história por história, evangelho por evangelho. Por fim, levou bastante tempo realmente pensando sobre a vida e a crucificação do Filho de Deus. Com isso, ele insiste que conseguiu cultivar “uma relação muito profunda, íntima com Deus”. Com informações CBN
Fonte:www.gospelprime.com.br

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