O que fazer quando os pais discordam do seu chamado missionário? John Piper responde

sexta-feira, março 31, 2017

John Piper aconselhou os jovens que sentem um chamado missionário a convencer seus pais que "Jesus é suficiente para satisfazer sua alma", mesmo quando o chamado é adiado.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

John Piper é teólogo e professor da Faculdade e Seminário Bethelehem, nos EUA. (Imagem: Desiring God)
John Piper é teólogo e professor da Faculdade e Seminário Bethelehem, nos EUA. (Imagem: Desiring God)
Se você perguntar a John Piper sobre se tornar um missionário logo após a conclusão do ensino médio, enquanto seus pais acham que é tolice deixar sua casa e sua família no momento, ele te dirá que você tem algumas coisas adicionais a considerar nesta questão.
Em resposta a uma pergunta que chegou a ele por meio de seu site 'Desiring God', John Piper ofereceu conselhos a um aluno do ensino médio que disse que se sentia chamado para ser um missionário. Este jovem disse que tinha o apoio de seu pastor, estava conectado a um conselho de missões, tinha várias oportunidades de frequentar uma faculdade no exterior e ser um "estudante-missionário". Mas seus pais pensaram que seria um desperdício de sua vida e tolice deixar os Estados Unidos e todos os benefícios que tem no país.
"Mesmo que venha um tempo em que a vontade de Cristo, percebida em sua própria alma pelo Espírito Santo através da palavra de Deus, deve ter precedência sobre a vontade de seus pais, se eles conflitam com sua decisão, no entanto, a ordem de Deus para os filhos é obedecerem a seus pais. Isso é muito sério", explicou Piper, referindo-se a Efésios 6:1.
Piper também exortou este jovem a aproximar-se lentamente do campo missionário, tendo em vista que ele ainda tem tempo.
"Você é jovem e tem muito tempo a frente de você. Não calcule se a sua vida é desperdiçada simplesmente com base nos próximos cinco ou dez anos. Considere em uma escala maior do que isso. Deus é quem decide se você vai viver mais um minuto ou viver mais sessenta anos. Você deve se planejar para a segunda possibilidade, não para a primeira", aconselhou.
Piper observou o "aparente mundanismo" de seus pais também o pode ser um desafio: tentar "conquistá-los", mostrando-lhes através de seu comportamento "que Jesus é mais precioso, mais gratificante e mais importante do que a América", e até mesmo mais importante do que "qualquer chamado missionário".
"Deixe que eles vejam que, em sua própria vida, Cristo é suficiente para satisfazer sua alma, mesmo que sua missão seja adiada", disse o teólogo.
Apesar de não conhecer os detalhes da situação desse jovem, Piper, contudo, pediu-lhe que adiasse seu chamado.
"Pesquise uma faculdade ou universidade cristã rigorosas, envolva-se em missões ao longo do caminho e obtenha a mais profunda, mais ampla e mais forte preparação de mente e coração que você conseguir. Nesse processo, Deus tornará o futuro claro", finalizou Piper.

Missionária diz que a obra requer mais que oração: "Queremos ser os braços de Jesus"

sexta-feira, março 31, 2017

A missionária María Scheelje liderou o desenvolvimento de trabalhos de apoio a crianças e mulheres necessitadas em Lima (Peru). Ela afirma que missões são feitas com oração e ação.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHARISMA NEWS

Crianças oram na 'aldeia infantil', construída sob liderança de María Scheelje. (Foto: CBN)
Crianças oram na 'aldeia infantil', construída sob liderança de María Scheelje. (Foto: CBN)
María Ursula Scheelje Cossios e a organização cristã CBN (Christian Broadcasting Network) na América Latina estão se empenhando combater a desnutrição e a prostituição infantil em alguns dos lugares mais pobres e mais difíceis de alcançar do planeta.
Scheelje começou a trabalhar para a CBN há 25 anos, quando assumiu um cargo de recepcionista nos escritórios da organização em Lima (Peru). No decorrer do tempo, ela foi progredindo em suas funções e acabou se tornando diretora principal da CBN América Latina no Peru e na Bolívia. Durante muito tempo, diz ela, a CBN se concentrou na programação televisiva, incluindo aconselhamento por meio de call centers e linhas de oração.
"Mas durante tudo isso, eu senti que algo estava faltando", disse Scheelje. "Nós orávamos para que as pessoas viessem a Cristo, orávamos por suas necessidades, mas isso era tudo o que fazíamos naquele momento. As necessidades eram tão grandes e as pessoas precisavam de algo além da oração".
Scheelje queria fornecer soluções para seus problemas, além de orar para que as necessidades do povo fossem supridas.
Sendo assim, há sete anos o escritório da CBN no Peru iniciou projetos de ajuda humanitária. Eles construíram poços em áreas remotas como a floresta amazônica e outras áreas de mata.
A organização também convidou médicos e dentistas dos Estados Unidos para trabalhar com missões médicas de curto prazo. Eles até criaram uma parceria oficial com as Forças Armadas peruanas para escoltas militares - "literalmente em navios de carga ou helicópteros militares", segundo informou Scheelje - para chegar a aldeias remotas que não podem ser acessadas por meio das estradas.
Uma das realizações mais orgulhosas de Scheelje é uma aldeia infantil criada em Iquitos, Peru. Iquitos é notório para o turismo sexual infantil. Predadores viajar de todo o mundo para obter crianças tão jovens quanto 4.
"Nós nos deparamos com crianças que tinham 5 e 6 anos e que já haviam sido abusadas sexualmente", disse Scheelje. "Então, quando eu as ouvi, aquilo realmente me tocou o coração e decidimos construir casas ali. Foi toda uma aldeia que construimos, não um orfanato. Queremos que as crianças ainda sejam criadas por seus pais, mas ainda criamos um lugar seguro, para onde eles podem vir depois da escola. Nós lhes ensinamos princípios bíblicos, as alimentamos e ajudamos com a lição de casa e trabalho escolar. Agora, diariamente estamos atentendo mais de 200 crianças apenas nessa aldeia".
A aldeia infantil era originalmente aberta apenas quatro dias por semana, mas as crianças queriam ir para lá todos os dias. Então sempre que eles chegavam, não queriam mais sair.
Em agosto, a equipe de Scheelje montou outra casa em Lima. Este abrigo acolhe mulheres que moravam nas ruas ou estavam envolvidas com a prostituição. Muitas delas são apenas adolescentes. A casa ainda não está totalmente concluídas, mas 21 mulheres já estão morando lá.
"Nós não queremos apenas orar pelas necessidades das pessoas, mas queremos ser as mãos e os pés de Jesus para atender às suas necessidades também", disse Scheelje. "Então, queremos orar com eles, e queremos que eles saibam sobre a nova vida em Jesus Cristo. Mas uma das melhores maneiras de fazer isso é demonstrar o amor dEle com o trabalho que estamos fazendo".

Conheça a história do casal cristão que salvou mais de 300 judeus, na Segunda Guerra

quinta-feira, março 30, 2017

A história de Jan e Antonina Zabinski será contada no filme "O Zoológico de Varsóvia", que chega aos cinemas brasileiros em abril. Eles ajudaram a livrar centenas de judeus da opressão nazista.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

Jan e Antonina Zabinski (à esquerda) e os atores Jessica Chastain e Johan Heldenbergh (à direita). (Foto: AdoroCinema)
Jan e Antonina Zabinski (à esquerda) e os atores Jessica Chastain e Johan Heldenbergh (à direita). (Foto: AdoroCinema)
Ainda ao final do mês de março deste ano (2017), os cinemas norte-americanos receberão entre os lançamentos, um filme que pode emocionar a muitos. "O Zoológico de Varsóvia" ("The Zookeeper's Wife") conta a história de um casal cristão que ajudou a salvar mais de 300 judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
"Baseada em fatos reais, a trama acompanha a história dos mantenedores do zoológico de Varsóvia, capital da Polônia, que salvaram inúmeras pessoas de ataques nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a invasão, Jan e Antonina Zabinski abrigaram judeus nas jaulas de seu estabelecimento. Jessica Chastain e Johan Heldenbergh fazem os protagonistas e Daniel Bruhl interpreta um dos homens do regime nazista", conta a sinopse do filme.
O filme é adaptado do livro que leva o mesmo nome e foi escrito pela autora Diane Ackerman. Antonina e Jan Żabiński, um marido e esposa cristãos, supervisionavam os animais do Zoológico de Varsóvia, na Polônia, durante a década de 1930, com muito amor e cuidado.
O Zoológico de Varsóvia floresceu e se tornou um destino, que pessoas de toda a Europa iam visitar. Mas o ano de 1939 marcou um ponto alto na história do casal. Os nazistas invadiram a Polônia e diversas nações acabaram mergulhando na Segunda Guerra Mundial.
Sob a ocupação nazista, a Polônia foi envolta em medo e opressão. Mas ninguém sofria mais do que a população judaica que logo enfrentaria perseguição e genocídio implacáveis. Jan e Antonina viram o abuso que os judeus sofriam nas mãos dos nazistas. A comunidade judaica em geral - na qual o casal cristão tinha muitos amigos - acabou sendo levada para o tenebroso Gueto de Varsóvia.
Mas apesar da ameaça nazista - que se estendia a qualquer pessoa que ousasse questionar o regime de Hitler - os Żabiński não podiam ficar indiferentes diante de tal injustiça e maldade. Eles se juntaram à resistência polonesa e assumiram a responsabilidade de realizar um plano que resgatasse judeus do gueto. Durante a guerra, eles abrigaram e protegeram mais de 300 judeus no Zoológico de Varsóvia que eles gerenviavam, mantendo esses convidados a salvo dos nazistas.
O pastor Kim Door, da igreja Tilley Bel Air, teve a oportunidade de assistir à pré-estreia filme ao filme e se emociou com a história, que lhe permitiu reflexões preciosas.
"Eu chorei várias vezes enquanto eu observava a injustiça e a opressão ser retratada na tela. Mas também me maravilhei com a força e coragem interior que vi nas vidas de Jan e Antonina (interpretadas por atores notáveis ​​Jessica Chastain e Johan Heldenbergh) e de outros integrantes da resistência", contou.
"Eram pessoas comuns - como você e eu - sacrificando sua segurança para lutar contra mal. Enquanto eu assistia ao filme, muitas vezes me perguntava: 'O que eu faria e estaria disposto a arriscar minha vida para fazer a coisa certa e salvar as vidas de pessoas inocentes?", acrescentou.
A compaixão e as convicções do corajoso casal resultaram em centenas de vidas salvas. De acordo com o romance, "The Zookeeper's Wife", Jan e Antonia eram cristãos que se sentiram chamados a lutar contra a opressão nazista.
"O filme nos mostra como mais uma vez Deus usa pessoas comuns para fazer coisas extraordinárias. Quando o Estado de Israel mais tarde honrou os Żabińskis como Justos Entre as Nações, o casal permaneceu humilde sobre suas realizações. No fundo de seus corações eles sabiam que estavam realizando a obra do Senhor e não precisavam do reconhecimento", finalizou o pastor.
O filme "O Zoológico de Varsóvia" tem lançamento previsto para o dia 27 de abril.

Cientistas encontram ‘prova’ da existência de Deus em portal descoberto no universo

quarta-feira, março 29, 2017

Um portal quântico que conecta o nosso universo a um universo paralelo pode ajudar estudiosos a compreenderem os primeiros momentos da criação.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY E BREAKING ISRAEL NEWS

Aquilo que criou o universo ainda está ativo no universo, segundo especialista. (Foto: Reprodução)
Aquilo que criou o universo ainda está ativo no universo, segundo especialista. (Foto: Reprodução)
Uma equipe de físicos quânticos acredita ter encontrado uma parcial prova da existência de Deus após a descoberta de um portal quântico que conecta o nosso universo a um universo paralelo, caracterizado por ser escuro e separado.
Os estudiosos acreditam que nos primeiros dias de existência do universo, partículas visíveis foram formadas juntamente com partículas ocultas e escuras que, embora sejam completamente inobserváveis, elas existiriam para tornar possível a expansão do universo.
Embora as partículas escuras estejam além dos limites da observação científica, seus efeitos no universo são enormes. Os físicos acreditam que aproximadamente 68% do universo é formado por essa energia escura, com uma matéria escura que representa cerca de 27% do espaço. A parte observável com o apoio de instrumentos artificiais soma menos de 5% do universo.
Cientistas quânticos teorizam que a matéria escura e a energia escura existem em um universo paralelo, embora não seja simétrico. Este universo escuro e separado está conectado ao nosso através de portais quânticos.
Pesquisadores do Centro de Física Teórica do Universo afirmam ter descoberto um desses portais através de uma partícula subatômica chamada “heavy quark”, ou seja, uma partícula elementar que constitui a matéria. Acredita-se que os heavy quarks ​​têm uma "carga escura" que lhes permite atuar como uma ponte entre os dois universos. Porém, como os cientistas são incapazes de observar a energia escura, não se sabe mais sobre o universo paralelo — apenas sua existência.
Segundo o Dr. Gerald Schroeder, um estudioso da Torá (Lei de Moisés) e PHD em física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, essa descoberta revela um aspecto natural de Deus.
"A física quântica constatou que o universo pôde ser criado a partir do nada, desde que tenha sido através das forças da natureza", disse Schroeder, ressaltando que esse entendimento físico tem o suporte da criação bíblica. "As leis da natureza não são físicas, elas agem sobre o físico. Elas antecedem o universo".
Schroeder observa que nos Salmos 90:2 está uma definição bíblica que pode comprovar seu argumento: “Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus”.
"A ciência descobriu o aspecto natural de Deus descrito em Gênesis. A única coisa crucial que precisamos acrescentar é que aquilo que criou o universo ainda está ativo no universo", ele ressalta.
De fato, a descoberta é prova de que os sentidos humanos são incapazes de acessar tudo o que existe no mundo — alguns aspectos da existência são incognoscíveis e, portanto, divinos.
"A matéria escura é prova de que existem dimensões com as quais interagimos, mas não conseguimos sentir. Estas forças, que são escuras para a ciência, são uma parte do universo criativo. Isso trouxe à ciência a uma definição parcial de Deus".

Muçulmana vai a igreja para ridicularizar pastor e se converte: “Conheci o amor”

quarta-feira, março 29, 2017

A jovem alimentava um ódio profundo por cristãos, mas foi surpreendida quando ouviu a mensagFONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY


Imagem ilustrativa. Muçulmana foi surpreendida quando ouviu a mensagem do Evangelho. (Foto: iStock)
Imagem ilustrativa. Muçulmana foi surpreendida quando ouviu a mensagem do Evangelho. (Foto: iStock)
Cada vez mais muçulmanos estão tendo experiências profundas com Jesus Cristo através de sonhos, que resultam em inúmeros testemunhos de conversão nos países mais opressores do Oriente Médio.
O caso mais recente é de uma jovem muçulmana que foi criada por uma família conservadora na Turquia. Em meio a sua educação rigorosa e sua devoção islâmica, ela alimentava um ódio profundo por cristãos.
Certo domingo, ela decidiu visitar a igreja do pastor Matta com a intenção de ridicularizar o líder cristão, após assistir alguns de seus vídeos na internet. No entanto, algo aconteceu e seus planos maliciosos foram abandonados.
A mulher ouviu o Evangelho e as palavras do pastor tocaram seu coração. "Tudo o que eu ouvi me mostrava o amor que eu sempre procurei, e as palavras de fé e coragem acabaram com os meus medos", disse ela a organização Christian Aid Mission.
Mesmo tendo sido tocada pelo Evangelho, ela continuou hesitante em se unir a outros cristãos na igreja. Foi quando Jesus apareceu a ela em sonho.
"No meu sonho, Jesus me levou à igreja e me disse: 'O que você ainda está esperando? Siga o meu caminho'", ela contou mais tarde ao pastor Matta. "Eu vi todos vocês lá esperando por mim, sorrindo para mim”.
Dias depois, a jovem ousadamente compartilhou sua nova fé em sua página no Facebook. "Esta jovem ainda usa seu véu, mas não pára de espalhar o Evangelho às pessoas", disse o pastor.

Cristãos convertidos na Turquia enfrentam ainda mais perigo agora. Segundo a organização Portas Abertas, há três tendências notáveis no país neste momento: a presença do islamismo radical, o conflito étnico e a mudança do cenário político.em do Evangelho.


Muçulmanos convertidos ao Evangelho estão reavivando a Europa, diz teólogo

terça-feira, março 28, 2017

Enquanto a Europa ainda vê o fechamento de muitos templos cristãos, grande quantidade de muçulmanos se convertem ao Evangelho e dão novas forças ao cristianismo no continente.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

Muçulmanos convertidos oram em igreja na Europa. (Foto: Walid Shoebat)
Muçulmanos convertidos oram em igreja na Europa. (Foto: Walid Shoebat)
Devido às conversões de muçulmanos ao Evangelho, os líderes cistãos indicam que o cristianismo agora está voltando a ganhar força na Europa.
Muitas partes da Europa estão se tornando cada vez mais seculares, e o templos cristãos estão fechando em quantidades notáveis. Porém número crescente de muçulmanos - sendo muitos deles refugiados da Síria, do Iraque e do Afeganistão - estão se convertendo ao cristianismo na Europa. Especialistas locais disseram que os novos convertidos estão se achegando a várias denominações cristãs, incluindo protestantes tradicionais, evangélicos renovados ou católicos.
"As igrejas europeias têm lutado durante décadas para compartilhar o Evangelho entre os cidadãos locais modernos", disse Matthew Kaemingk, professor do Seminário Teológico Fuller, em Seattle (EUA), à Fox News. "Eles têm se deparado com imigrantes muçulmanos, que estão muito mais abertos à mensagem da Bíblia".
Kaemingk é pesquisador e buscou informações sobre a chegada de muçulmanos à Europa. Suas pesquisas acabaram resultando na produção do livro "Hospitalidade Cristã e Imigração Muçulmana na Era do Medo". A obra será publicada no segundo semestre deste ano (2017). Ele disse que os europeus seculares raramente sentem uma profunda necessidade pelo tipo de cura e a mensagem de salvação que o Evangelho oferece.
"Os europeus são ricos, confortáveis, saudáveis ​​e poderosos", disse Kaemingk. "Em suma, eles não acham que precisam de Deus".
Por outro lado, ele disse imigrantes muçulmanos são intensamente espiritual e estão deixando sua religião anterior por uma variedade de razões.
Alguns refugiados muçulmanos que se estabeleceram em países europeus podem estar se convertendo ao cristinismo por acreditarem que isto pode melhorar suas chances de conseguir a autorização de asilo nestas nações, de acordo com o jornal 'The Guardian'. Outros podem ter se interessado anteriormente pelo cristianismo, mas não conseguiram se converter enquanto viviam no Oriente Médio, porque isto poderia torná-los - bem como suas famílias - alvos do ódio de extremistas islâmicos. Alguns grupos jihadistas, incluindo o Estado Islâmico, agem com tremenda intolerância e violência contra os cristãos em países como Iraque e Síria.
"Geralmente, o muçulmano recém-chegado à Europa experimenta uma tremenda pressão social, eles vivenciam racismo, pobreza, exclusão, discriminação, barreiras linguísticas e culturais e um profundo sentimento de deslocamento", explicou Kaemingk.
"A sensação de deslocamento não é apenas geográfica, mas também é espiritual e as igrejas que oferecem a esses muçulmanos uma hospitalidade real e significativa estão vendo alguns resultados surpreendentes", acrescentou.
A Alemanha recebeu quase 900.000 requerimentos de asilo em 2016. A maioria era da Síria, Iraque e Afeganistão, de acordo com relatórios publicados. Igrejas em Berlim e Hamburgo (Alemanha) foram confrontadas com tantos requerentes de asilo que desejam se converter, que acabaram realizando batismos em piscinas municipais, relatou a Fox News.
O crescente número de requerentes de asilo na Alemanha levou líderes evangélicos da nação a emitirem um manual sobre o batizado dos novos convertidos, informou The Independent.
"Nos últimos anos, os requerentes de asilo - sozinhos ou em família - têm se voltado cada vez mais para a fé cristã e estão pedindo às igrejas para serem batizados", diz a introdução do manual. "Este é um desafio especial, não só para os requerentes de asilo, mas também para os membros das igrejas e as próprias congregações que guiam aqueles que são batizados, com sensibilidade e responsabilidade".
Kamal Nawash, ex-diretor jurídico do Comitê Anti-Discriminação Árabe-Americano e atual presidente da Coalizão 'Muçulmanos Livres', disse à Fox News que aqueles que se convertem ao cristianismo provavelmente não eram profundamente devotos do islamismo.

Igreja fornece ajuda alimentar para deslocados

terça-feira, março 28, 2017

Há cerca de 7 mil deslocados que vivem em campos controlados pelo governo nigeriano, mas foram convidados a desocupá-los até o dia 30 de março
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O líder cristão Maurice Kweirang, responsável pelos trabalhos de campo realizados em Yola, em Adamawa, disse a um dos colaboradores da Portas Abertas que sua igreja tem fornecido ajuda alimentar para muitas pessoas, mas há outras que ainda não recebem nenhum tipo de ajuda. Segundo ele, as autoridades negam a existência delas e ainda dizem que a presença de deslocados é um fator negativo para os negócios na capital do Estado.
“A igreja não consegue alimentar a todos, pois temos capacidade financeira limitada. Não é possível estender a mão para todos os deslocados fora do campo”, o líder lamenta. “Estamos fornecendo alimentação uma vez por semana para aqueles que foram acolhidos em comunidades. No total são 3.856 famílias que recebem essa ajuda, independente de religião”, disse ele. Maurice chegou a contatar algumas organizações humanitárias, pedindo socorro, mas eles disseram que o último relatório vindo de Adamawa não estava indicando qualquer presença de deslocados internos.
Infelizmente, nesse momento há cerca de 7 mil deslocados que vivem em campos controlados pelo governo nigeriano, mas foram convidados a desocupá-los até o dia 30 de março. O número de pessoas nessas condições é ainda maior nas aldeias que rodeiam Yola. Outros milhares de refugiados nigerianos foram forçados pelo governo de Camarões a retornar para casa. Dessa maneira, a crise de fome aumenta cada vez mais na Nigéria.
Camarões chegou a acolher 85 mil nigerianos e agora o país foi duramente criticado pela ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) por rejeitá-los. Uma estação de TV local mostrou imagens deles chorando muito, traumatizados e magros. Muitos relataram que foram maltratados e que os camaronenses suspeitavam que eles eram membros do Boko Haram. Embora estejam de volta ao país de origem, não podem voltar para suas comunidades por razões de segurança, já que os militantes ainda estão em ação, roubando, atacando suas terras, queimando propriedades e raptando mulheres e crianças. Ore pelos cristãos perseguidos na Nigéria.
Fonte:www.portasabertas.org.br

Há uma grande diferença entre Alá e Jesus, diz extremista islâmico após conversão

segunda-feira, março 27, 2017

Bashir Mohammad defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra, na Síria. Hoje, ele se define como um "jihadista que se voltou para Jesus".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY
Bashir Mohammad defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra, na Síria. (Foto: Patrick Kingsley/The New York Times)
Bashir Mohammad defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra, na Síria. (Foto: Patrick Kingsley/The New York Times)
Há menos de quatro anos, Bashir Mohammad, de 25 anos, defendia a milícia islâmica Frente Al-Nusra na guerra civil da Síria. Hoje, ele se define como um "jihadista que se voltou para Jesus".
Mohammad cresceu em uma família muçulmana na região curda de Afrin, no norte da Síria. Na adolescência, ele foi encorajado por seu primo a se aprofundar um pouco mais nas mensagens proferidas por pregadores jihadistas e passou a seguir as interpretações radicais do Islã.
Mais tarde, ele se juntou às forças curdas que atuavam na guerra civil da Síria e ficou impressionado com as mortes que testemunhou. "Quando vi todos aqueles cadáveres, passei a acreditar em todas as coisas que eles me ensinaram nas palestras. Isso me fez buscar a grandeza da religião”, ele contou ao site The New York Times.
Mohammad foi convidado por um amigo para se juntar a Frente Al-Nusra, grupo extremista ligado à al-Qaeda. No extremismo islâmico, ele testemunhou torturas e viu prisioneiros sendo esmagados por seus colegas com uma escavadeira.
“Eles costumavam nos dizer que essas pessoas eram inimigas de Deus e, então, passei a olhar positivamente sobre essas execuções”, disse Mohammad.
Por um tempo, Mohammad foi doutrinado na filosofia do grupo e presenciou o genocídio em ambos os lados da guerra. “Fui a Nusra em busca do meu deus. Mas depois que vi muçulmanos matarem muçulmanos, percebi que havia algo errado”, confessa.
O primo que incentivou Mohammad a se aprofundar nos ensinamentos jihadistas se tornou um cristão convertido e voltou a influenciar o jovem sírio. Quando a esposa de Mohammad, Hevin Rashid, ficou gravemente doente em 2015, o casal recebeu ajuda de seu primo através de um grupo de oração
Intrigado, Mohammad procurou um missionário evangélico chamado Eimad Brim, que o evangelizou e acompanhou seu processo de conversão. Ele e sua esposa se sentiram amados dentro da igreja e tiveram experiências profundas com Deus.
Sua saída do grupo jihadista tornou Mohammad um novo inimigo dos ex-colegas fundamentalistas. Ele teme não estar seguro, mas deposita sua confiança em Deus. "Há uma grande diferença entre o deus que eu costumava adorar e Aquele a quem eu adoro agora", disse Mohammad. "Antes eu adorava com medo. Agora tudo mudou”.

Escola Bíblica Dominical - Projeto Campos Brancos

segunda-feira, março 27, 2017


A aula da EBD de hoje , na congregação Pão da Vida, sobre mansidão , foi uma benção e muito produtiva. Porém, precisamos de revistas para nossas turmas de crianças , adolescentes e adultos . Se você puder ajudar com as revistas do próximo trimestre , mande pra nós .Ficaremos muito gratos. PA 127, km 39, Ramal caiacá, 01, Maracanã-Pa. 68710-000. Projeto Campos Brancos. ( Créditos pelas Fotos Roberta Meira : fotógrafa, missionaria, dirigente e coordenadora do curso de missões)
Fonte: Mis. Kelem Gaspar

Febe, a mulher que protegeu Paulo

domingo, março 26, 2017


Febe desempenhava um ministério de servir na Igreja com excelência.

Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencreia, para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo”. (Romanos 16.1-2 ACF)
Quando uma pessoa está buscando um novo emprego no mercado de trabalho, geralmente ela leva um curriculum vitae e apresenta referências comerciais a fim de certificar ao possível empregador sobre o seu caráter e capacidade profissional.
No mundo antigo não era muito diferente, as pessoas portavam cartas de apresentação ou recomendação. Estas cartas eram conhecidas como sustatikai epistolai.
Paulo escreve uma sustatikai epistolai para apresentar e recomendar Febe à Igreja em Roma. Febe procedia de Cencreia, que era o porto de Corinto.
O próprio nome “Febe” significa “radiante”, “brilhante”.
Essa atitude de Paulo faz cair por terra o pensamento de alguns que dizem que Paulo era machista. Este capítulo refuta a ideia de que Paulo não gostava de ver mulheres trabalhando nas igrejas.
Na verdade, além de Febe, entre as pessoas saudadas estão oito mulheres e Paulo comenta sobre essas mulheres:

Maria, v.6
Priscila, uma cooperadora, v.3
Trifena e Trifosa, v.12
Pérside, v.12
A mãe de Rufo, v.13
E Júlia e Irmã de Nereu, v.15
Mas voltemos para Febe, o apóstolo dos gentios e autor de quase metade do Novo Testamento, simplesmente pede aos romanos que a recebam no Senhor, como convém aos santos e que a ajudem em tudo que vier a precisar.
Paulo declara, porque tem sido protetora de mim e de muitos. Tem sido coluna, base, referência.
Já li muitos artigos sobre Ester, Débora, Rebeca, Maria, mas por que uma mulher chamou tanta a atenção do apóstolo Paulo, a ponto de adjetivá-la de forma tão contundente?

Febe desempenhava um ministério de servir na Igreja com excelência.

Tudo indica que Febe era diaconisa, provavelmente oficial da igreja. Para ser diaconisa suas credenciais eram: deveria ser respeitável, não maldizente, temperante e fiel em tudo, conforme Paulo escreveu a Timóteo, capítulo 3, versículo 11.
Ou seja, Febe possuía excelência naquilo que fazia, pois era uma mulher de Deus, cheia do Espírito Santo.

Febe cuidava de Paulo e dos demais, sendo hospitaleira e cuidadosa.

Febe também era generosa e hospitaleira, tendo ajudado a muitos crentes, incluindo o próprio apóstolo. Acredita-se esse cuidado de Febe incluía assistência financeira e obras de caridade.
Nesse grupo de investir financeiramente na obra de Deus, o médico Lucas nos apresenta, no capítulo 8: Maria Madalena, Joana, Suzana e outras mulheres anônimas que prestavam assistência a Jesus com os seus bens.

Febe tinha vida com Deus.

Naqueles dias havia um grande número de cristãos impostores, que fingiam ser cristãos. Esses pseudos-cristãos exploravam a bondade das pessoas, pedindo doações financeiras, narrando histórias fraudulentas. Logo, a carta de apresentação servia como garantia do caráter do indivíduo.
É uma verdade irrefutável que Febe era uma cristã genuína, uma mulher de Deus.

Febe estava na vanguarda das mulheres do seu tempo.

Em meio a uma cultura extremamente machista, em que a maioria das mulheres tinha a sua vida social dedicada a servir ao marido e dar-lhe descendentes, nota-se que Febe fez parte de um seleto time de mulheres que fizeram a diferença, quebrando paradigmas da sua época, mulheres que não se contentaram em ficar com águas nos tornozelos, antes, mergulharam em águas profundas, permitindo-se serem usadas na mão de Deus .
Se Paulo olha-se para a sua vida, será que ele te recomendaria assim como fez com Febe.  Será que ele diria que vocês muito trabalham como Trífena e Trifosa? Ou mesmo Pérside, Júlia e Priscila?
Oxalá, Deus faça de você uma Febe para esta geração, mulher de excelência que conseguiu arrancar elogios de ninguém menos que o apóstolo Paulo, tendo o seu nome eternizado na Sagrada Escritura com a autorização do Espírito Santo.
Deus conceda graça a cada mulher professa Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida.

Anderson Vieira

Pastor, Escritor, Conferencista, Bacharel em Teologia, Bacharel em Comunicação Social, Professor de Seminário Teológico e Capelão Internacional. Casado e pai de três filhos.
Fonte:www.gospelprime.com.br

Mais de 84 anos após a morte de missionário, igrejas permanecem firmes na República do Congo

sábado, março 25, 2017

Dr. William Leslie acabou morrendo nos EUA, sem saber que seu trabalho trabalho missionário, iniciado em 1912, tem frutificado até os dias de hoje, na República do Congo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

Cristãos participam de culto na República do Congo. (Foto: Christians in Pakistan News)
Cristãos participam de culto na República do Congo. (Foto: Christians in Pakistan News)
Em 1912, o médico e missionário Dr. William Leslie foi viver e ministrar a povos tribais em um lugar remoto da República Democrática do Congo. Depois de 17 anos ele retornou para os EUA, muito desanimado, pois acreditava que não tinha conseguido cumprir seus objetivos no país africano e acabou morrendo nove anos depois de seu retorno.
Mas em 2010, uma equipe do Ministério 'Tom Cox World', liderada por Eric Ramsey, fez uma descoberta chocante e sensacional. Eles encontraram diversas igrejas escondidas como diamantes na densa selva, ao longo do rio Kwilu de Vanga, onde o Dr. Leslie esteve trabalhando.
Eles encontraram uma igreja em cada uma das oito aldeias que visitaram espalhadas ao longo de 54 quilômetros. Ramsey e sua equipe até encontraram em uma das aldeias, um templo construído com rochas, na qual cabem 1000 pessoas (sentadas). Ele soube que já na década de 1980, esta igreja ficou tão lotada - com pessoas viajando quilômetros a pé para participar dos cultos - que se iniciou um movimento de plantação de igrejas nas aldeias vizinhas.
O missionário destacou que ainda não há nenhuma Bíblia traduzida para o dialeto local e que os cristãos da região acabaram usando um exemplar da língua francesa para evangelizar a população.
"Não há nenhuma Bíblia na língua Yansi", diz Ramsey. "Eles usaram uma Bíblia francesa, então aqueles que ensinavam tinham que ser fluentes em francês".
Aparentemente, Dr. Leslie teria cruzado o rio de Kwilu uma vez por ano e passou um mês viajando por dentro da selva, acompanhando por seus assistentes.
"Ele ensinava a Bíblia... ensinava as crianças das tribos a ler e escrever, falava sobre a importância da educação e contava histórias da Bíblia", observou Ramsey. Dr. Leslie começou o primeiro sistema educacional organizado nessas aldeias, segundo informou o líder da equipe do Ministério 'Tom Cox World'.
Ramsey teve que se esforçar bastante para descobrir a identidade de Leslie. "O povo tribal só o conhecia por um nome e eu não sabia se era um nome ou sobrenome. Eles sabiam que ele era um Batista e ele estava morando na região cidade há anos".
Quando Ramsey voltou para casa, ele fez alguma investigação adicional e descobriu que o Dr. Leslie estava afiliado à União Americana Batista Missionária. A organização foi fundada em 1814 por Adoniram Judson, que liderou um trabalho pioneiro na antiga Birmânia (Mianmar).
Dr. William Leslie faleceu em 1938, sem saber que diversas igrejas acabaram sendo implantadas como resultado de seu trabalho na República do Congo. (Imagem: God Reports)
Nascido em Ontário, Canadá, William H. Leslie seguiu sua profissão de farmacêutico até se converter ao Evangelho em 1888. Mudou-se para a área de Chicago, onde Deus começou tocar seu coração com o desejo transformar-se em um médico missionário.
Dr. Leslie iniciou seus trabalhos no Congo em 1893, na região de Banza-Manteke. Dois anos mais tarde, ele descobriu que estava com uma doença grave. Uma jovem missionária chamada Clara Hill cuidou do missionário até ele se recuperar. A amizade de ambos acabou se transformado em amor e resultou em casamento, celebrado ​​em 1896.
Em 1905, William e Clara iniciaram uma obra missionária na vila de Cuilo, Angola, onde sobreviveram a furacões, búfalos, exércitos de formigas vermelhas e tiveram seus filhos.
Sete anos mais tarde eles voltaram ao Congo, próximo ao rio Kwilu (região de Vanga) para montar uma nova base missionária, localizada em uma área de planalto. Algumas das aldeias ao redor ainda praticavam canibalismo naquela época.
Eles passaram 17 anos em Vanga, mas o fim de seu trabalho aconteceu de forma decepcionante para o médico.
"Dr. Leslie teve um desentendimento com alguns dos líderes tribais e foi 'convidado a se retirar da região", contou Ramsey. "Eles se reconciliaram mais tarde; houve pedidos de desculpas e perdão, mas a história não terminou como Leslie gostaria".
"Seu objetivo era difundir o cristianismo. Ele se sentiu como se estivesse lá por 17 anos, sem ver de fato os frutos de trabalho que desenvolveu. O que ele acabou não descobrindo é que o legado que ele deixou continua firme até, é enorme".

Idoso abandona o budismo e se entrega a Cristo: “Estou agradecido de coração”

sexta-feira, março 24, 2017

Massanori Shimizu conta que se sentia vazio espiritualmente, mas por meio de um trabalho missionário, a semente do Evangelho foi plantada em seu coração.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO MISSÕES NACIONAIS

O idoso tem dificuldades para falar e se esforça para orar, cantar e ler a Bíblia. (Foto: Missões Nacionais).
O idoso tem dificuldades para falar e se esforça para orar, cantar e ler a Bíblia. (Foto: Missões Nacionais).
Um idoso budista de 76 anos foi impactado por um trabalho evangelístico realizado no interior do Paraná e se converteu ao Evangelho. Ele foi batizado pela Igreja Batista em Assaí, comemorando uma história impactante. Natural do Brasil, Massanori Shimizu é filho de japoneses e cresceu na cidade de Jataizinho.
Como a maioria dos descendentes de japoneses, ele foi doutrinado dentro da tradição budista. Massanori conta em seu testemunho que ele costumava pensar sobre questões espirituais, pois sua vida era vazia. Ele também afirma que não conseguia encontrar no budismo, respostas para preencher o vazio de sua alma. Mas, a graça de Deus foi derramada sobre sua casa.
É que antes dele se converter, seu irmão já havia sido tocado por Deus. Foi Jorge Shimizu que transmitiu a ele pela primeira vez as boas novas da salvação. Foi por meio de um discipulado com os missionários Alexandre Katayama e sua esposa Alecia Nomura que a semente do Evangelho foi plantada no coração de Jorge.
O amor de seu relacionamento com Deus preencheu o vazio de seu coração e ele foi motivado a compartilhar com seu irmão, Massanori, sobre o amor de Cristo. A desesperança deu lugar à esperança, a tristeza cedeu espaço à alegria.

Gratidão
Durante o batismo, Massanori disse: "Kokoro kara kansha itashimasu", que significa: "Estou agradecido do fundo do coração". E apesar de lutar contra o mal de Parkinson, que faz seus músculos tremerem constantemente, o idoso permanece firme.
Ele tem dificuldades para falar e se esforça para orar, cantar e ler a Bíblia. Em um dos estudos bíblicos com missionários, ele disse: "Tem muitas palavras que gostaria de falar mas não consigo expressar, elas estão todas aqui no coração, mas com este estudo aprendi que Jesus escuta as minhas palavras  do coração. Este dia estávamos estudando o Salmo 139.4 que diz: Antes mesmo que eu fale, Tu sabes o que vou dizer".

Jovem cristã surda é expulsa de casa no Cazaquistão

sexta-feira, março 24, 2017


Seus pais descobriram sua nova fé e, por isso, se recusaram a aceitar a presença dela na família, rejeitando-a como filha por ter decidido seguir a Cristo.

Dana* é mais uma jovem com deficiência auditiva que aceitou Jesus como seu Salvador, no ano passado. Recentemente, seus pais descobriram sua nova fé e, por isso, a expulsaram de casa. Eles não foram violentos, não bateram nela e nem a amaldiçoaram. Apenas se recusaram a aceitar a presença dela na família, rejeitando-a como filha por ter decidido seguir os passos de Cristo. A jovem está muito chateada, não por que foi expulsa, mas por que os pais não querem se converter ao cristianismo também.
Ela disse que está orando pela vida deles, para que encontrem o verdadeiro caminho, como ela encontrou. Dana tem enfrentado a discriminação dupla na sociedade cazaque, primeiro por ser surda e, agora, por ser uma seguidora de Cristo, o que não é permitido em seu país. A pressão da comunidade islâmica sobre os cristãos é alta, principalmente, depois de 2011, quando uma legislação mais restritiva foi adotada.
A conversão ao cristianismo é uma questão que desencadeia uma forte reação por parte dos muçulmanos. O Estado proíbe qualquer religião que não seja considerada “tradicional” e que não seja reconhecida por lei. No ambiente familiar é forte a discriminação e há casos de pessoas que chegam a perder os direitos de herança. O Cazaquistão é o 43º país na atual Lista Mundial da Perseguição. Ore por essa nação.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Pedidos de oração
- Dana precisa muito de orações. Interceda por ela. Que possa ser um bom exemplo de cristã, para que os corações de seus pais sejam atraídos pelo amor de Cristo.
- Peça que onde quer que ela esteja agora, seja amparada e protegida por Jesus.
- Ore pelo ministério que se dedica à evangelização de pessoas surdas no Cazaquistão, para que continue crescendo e permaneça firme e perseverante.
Fonte: Portas Abertas

Garoto de 9 anos convence os pais a doarem sítio para projeto missionário: "Fiquei comovido"

quinta-feira, março 23, 2017

Augusto Neto não se conteve quando seu pastor falou sobre um projeto da igreja com a Cristolândia para acolher mulheres em situação de rua e dependência química.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO A TARTE

Agora estão sendo feitas reforma e ampliação da primeira etapa, para atender inicialmente 24 mulheres. Foto: (Raul Spinassé).
Agora estão sendo feitas reforma e ampliação da primeira etapa, para atender inicialmente 24 mulheres. Foto: (Raul Spinassé).
Augusto Lucciola Neto é um menino de 9 anos com um coração enorme. Ele se congrega em uma igreja batista com seus pais e não resistiu quando o pastor apresentou um novo projeto. O garotinho convenceu a família de doar um sítio para que a comunidade pudesse construir um projeto social com o objetivo de abrigar mulheres em situação de rua e dependência química.
Raphael Schotelaro, o pastor da igreja, estava falando sobre o projeto Cristolândia Bahia, criado há três anos. O problema é que eles precisavam de um abrigo exclusivo para mulheres. Após pedir que os fiéis ajudassem de alguma forma, o menino não se conteve.
Augusto perguntou para sua mãe, a engenheira civil Judite Lucciola, se ela queria falar, e ela respondeu que não. Insistindo, a criança pediu para ela ir com ele até a frente. Os dois ficaram um tempo na escadaria e, naquele momento, Augusto começou a chorar ao sentir compaixão por aquelas pessoas.
Espaço fechado
De acordo com a mãe, o menino pediu novamente para que eles pudessem fazer algo e deu a ideia de doar o sítio que eles tinham no centro de Monte Gordo, em Camaçari (Grande Salvador). O local estava fechado há anos, em um espaço de oito mil metros quadrados.
"Ele falou comigo que eles precisavam de um espaço, e nós tínhamos e nem usávamos. Falou de uma forma tão convicta que ficamos sem saída", disse a mãe em entrevista para o site A Tarde. "Conversamos com o pastor e fomos ao local para ver se atendia à demanda do projeto”, explicou.
“A casa estava abandonada, reformamos e acrescentamos outra ala de quartos. Agora estamos aguardando o alvará de funcionamento da prefeitura de Camaçari", disse Judite.
Abertura em maio
Agora estão sendo feitas reforma e ampliação da primeira etapa, para atender inicialmente 24 mulheres. O espaço tem previsão para ser aberto em maio deste ano. Augusto relembra do momento na igreja. "Eu fiquei comovido com aquelas pessoas necessitadas”, disse.
“Falei para meus pais que não era justo só os homens serem abrigados. Eles questionaram como iriam investir em uma nova casa, se já tínhamos a nossa em reforma. Fiquei pensando no que poderíamos fazer e, assim que acabou a reforma da nossa casa, investimos na Casa Rosa [nome dado à nova sede do projeto]".
O pastor Schotelaro ressalta que para ele aquilo foi uma grande surpresa. A Bahia só tinha abrigo masculino, e há três anos havia a necessidade do lar feminino. "A nossa oração era essa, que Deus nos abençoasse de alguma forma. E, para minha surpresa, porque Deus sempre nos surpreende, veio por uma criança, com coração amoroso, que ali sentiu que deveria doar. Foi uma iniciativa incrível, uma cena que marcou toda a igreja, que junto com o Augusto chorou".

"Se você foi chamado por Deus, não tem escolha", diz missionário atuante na Ásia

quinta-feira, março 23, 2017

Dan passou sete anos sem ver resultado algum. Hoje, 18 anos depois de sua ida ele registra mais de 10 mil cristãos na região.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO BAPTIST PRESS

Dan explicou que não havia um bom método de evangelismo quando ele começou. (Foto: Reuters).
Dan explicou que não havia um bom método de evangelismo quando ele começou. (Foto: Reuters).
O missionário Dan (nome alterado por motivos de segurança) serve em uma área do sudeste da Ásia, um lugar onde ninguém gostaria de ir. Nem mesmo o grupo missionário com o qual ele trabalhou não queria acompanhá-lo. "Durante minha designação, eu sabia que eu não estava autorizado para ir", disse o estudante do Seminário Gateway.
“Então eu fui para uma escola de idiomas para um lugar diferente e, finalmente, poderia provar que todos os motivos que me davam para eu não seguir meu chamado eram inválidos", disse. Finalmente ele foi liberado para seguir como missionário, mas ele não receberia qualquer apoio para estar lá. Apesar disso, Dan era destemido e foi assim mesmo.
"Eu tive que encontrar um emprego, porque os trabalhadores cristãos não são permitidos lá", disse ele. "Eu também sou o único ‘cara branca’ da região", ressaltou. Na verdade, ele estava em perigo, porque a área era predominantemente muçulmana. Um pequeno passo em falso poderia levar à sua prisão.
No entanto, quando ele estava procurando um lugar para ficar, alguém lhe apresentou um homem que tinha um quarto para alugar. Esse homem, por acaso, era um funcionário do governo. Dan se sentiu mais protegido ao se tornar amigo dele.
Oportunidades
Além disso, houve outras vantagens. "Viver em uma outra região te faz aprender a lingua local de uma forma significativa", disse ele. "Eu estava totalmente imerso na cultura". Com o tempo, ele começou a estabelecer relações que abriram oportunidades de compartilhar o Evangelho. No entanto, ele não viu nenhum resultado por sete anos.
"Se eu fosse falar de Deus para alguém, essa pessoa iria para a casa de sua família para discutir a possibilidade de aceitar a Jesus como o Salvador deles. E a família diria que não", disse ele. "Nenhuma decisão pode ser feita a menos que a família seja consultada", explicou.
Ele viu a mesma coisa acontecer de novo e de novo. "Os primeiros anos foram difíceis", disse ele. "Mas quando você cai no chão, quantas vezes você se levanta? Se você tem um chamado de Deus, você não tem escolha. Você se levanta o tempo todo. Você se levanta o tempo todo", enfatizou.
Métodos e técnicas
Dan explicou que não havia um bom método de evangelismo quando ele começou. Técnicas de evangelismo para trabalhar com uma pessoa de cada vez estavam dando certo nos Estados Unidos, mas não funcionou lá. Ao iniciar um segundo período de trabalho, ele decidiu tentar algo novo.
"Eu iria para uma casa, eu me encontraria com todo o círculo familiar e estabeleceria relações", disse ele. "Essa estratégia fez uma grande diferença. Eu comecei com um grupo e acabou com um grupo. Isso é bíblico. Eu não estava pegando um peixe. Eu estava pegando um monte de peixe", disse.
Dos cinco primeiros cristãos, o número de convertidos cresceu. "Muitos jovens começaram a viajar para experimentar o que eu estava fazendo", disse ele. "Eles ficavam com uma família local e pregava para eles", explanou. Ao longo do tempo, o número de pequenas congregações se tornou 50. Agora - depois de 18 anos no país - há cerca de 500 grupos envolvendo cerca de 10 mil cristãos.
"Nós damos treinamento de liderança para cerca de 300 pessoas ao mesmo tempo", disse Dan. "Há um curso de liderança de base, e um currículo mais profundo". Ele explicou que, embora a maioria na área ainda seja muçulmana, há pouca participação. E as pessoas estão curiosas sobre Jesus.

Islamismo será a maior religião do mundo?

quarta-feira, março 22, 2017


Embora as pesquisas fortaleçam a ideia de que o islamismo será maior que o cristianismo em 2070. Elas não levam em conta que o número de muçulmanos que se convertem a Cristo cresce cada vez mais.
Atualmente, o islamismo é a segunda maior religião do mundo depois do cristianismo, mas, segundo os novos relatórios do PRC (Pew Research Center), um Banco de Pesquisas sobre as questões, atitudes e tendências globais, até 2070, os muçulmanos terão superado os cristãos em número, se as tendências demográficas continuarem. O motivo para isto é que os muçulmanos têm mais filhos do que os outros sete grupos religiosos analisados no estudo. Em todo o mundo, as mulheres muçulmanas têm uma média de 3,1 crianças em comparação com 2,3 para todos os outros grupos combinados.
Embora o islã seja a principal religião em muitos países do Oriente Médio e Norte da África, o relatório diz que a maioria dos muçulmanos vive na região da Ásia Pacífico, em especial na Indonésia. Acredita-se que, em 2050 a Índia terá mais muçulmanos do que qualquer outro país, cerca de 300 milhões, embora o hinduísmo continue sendo a maior religião dessa nação. Em setembro de 2015, Pravin Togadia, então presidente do WHC (World Hindu Council – Conselho Hindu Mundial), afirmou que os hindus corriam risco de extinção e que pediram para incluir na legislação uma punição aos muçulmanos que tivessem mais que dois filhos.
De acordo com os dados do censo indiano de 2011, os muçulmanos registaram um crescimento de 0,8% entre 2001 e 2011 e os hindus diminuíram em 0,7%. A população muçulmana do Ocidente também está crescendo bastante. O PRC indicou em suas pesquisas que, 10% dos europeus são muçulmanos e 1 de cada 50 americanos, será muçulmano em 2050. O relatório destacou ainda que, na América, pouco se sabe sobre a religião islâmica e que a opinião favorável sobre o islã tem diminuído desde 2005.
Já o cristianismo, segundo as estatísticas, é mais suscetível a perder fiéis para outras crenças ou, então, vê-los evitando contato com outras religiões. Estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas irão aderir ao cristianismo até 2050, enquanto 106 milhões devem deixar a fé. A pesquisa não diz exatamente em quais regiões do mundo isto pode acontecer, mas, segundo um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas, Matthew*, o número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo também é cada vez maior. O que ocorre é que a mídia não divulga certos fatos. Leia mais na matériahttps://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/da-pra-entender-porque-tantos-muculmanos-estao-se-convertendo' alt='“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”' target='_blank'>“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”. “Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui o correspondente.
*Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte:www.portasabertas.org.br

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