Esposa de pastor é presa em Cuba por lutar pela liberdade religiosa

quinta-feira, outubro 30, 2014

Ao lado do esposo ela assinou um documento que fala sobre as violações da liberdade religiosa cometida pelo governo cubano.
A esposa de um pastor batista foi presa em Cuba no dia 16 de outubro na cidade de Remédios, província de Villa Clara. O marido de Yoaxis Marcheco Suarez, Mario Felix Lleonart Barroso, é luta pela liberdade religiosa no país.
Ao ser presa a mulher foi pressionada pelas autoridades a assinar uma advertência oficial ou “ata de advertência”, um documento que de acordo com o ministério Portas Abertas pode ser usado para justificar a prisão usando acusações criminais.
Yoaxis não aceitou assinar o documento e foi intimada a parar de ter contato com elementos “contrarrevolucionários”. Seu esposo, interrogado pelos serviços de segurança cubano no dia 8 de outubro, também não aceitou assinar a ata.
O pastor Mario Felix Lleonart Barroso, a missionária Yoaxis Marcheco Suarez e o apóstolo Omar Gude Perez são autores de um documento publicado no ano passado falando sobre a liberdade religiosa em Cuba.
A declaração dos cristãos afirma que o governo cubano não respeita a liberdade de religião. O documento foi apresentado em Washington DC, nos Estados Unidos, com o título de “Trinta questões para o governo cubano”, falando sobre a recusa do governo de reconhecer oficialmente muitos grupos religiosos.
Os três cristãos fazem parte de uma organização religiosa legalmente reconhecida por Cuba, mas luta pelos outros religiosos, cristãos ou não, que são considerados ilegais pelo governo.
A ida dos religiosos para os Estados Unidos teve parceria com a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) que há alguns meses divulgou um relatório mostrando o aumento das violações de liberdade religiosa no país.
Fonte:gospelprime.com.br

As dificuldades do cristianismo na Indonésia

terça-feira, outubro 28, 2014

A Indonésia é o maior país islâmico do mundo e contém cerca de treze por cento do total de muçulmanos espalhados pelas nações. Esse número está crescendo, assim como a intolerância aos não muçulmanos. A comunidade cristã, em particular, é alvo de forte perseguição.
Cristãos na Indonésia estão enfrentando crescente perseguição à medida que radicais islâmicos ganham mais influência no governo, que cedeu autoridade religiosa e permitiu aos muçulmanos ‘linha-dura’, que representam um bloco chave de eleitores dessa nação, o controle da lei.
Essas leis tornam quase impossível para os cristãos construírem novas igrejas. Entre as exigências, uma igreja deve obter 60 assinaturas e ter a aprovação de um líder local antes que a construção possa começar. Estas 60 assinaturas devem vir de muçulmanos.
Igrejas que já existem foram obrigadas a atuar na clandestinidade uma vez que muçulmanos radicais ameaçam, perseguem e vandalizam os templos. Muitas congregações foram reduzidas a igrejas improvisadas em lojas alugadas, ou a reuniões em casas particulares.
Desde 2007, as autoridades indonésias têm documentado a destruição de 200 igrejas, muitas delas incendiadas por radicais islâmicos. Reconstruir as igrejas também é praticamente impossível, porque os líderes locais impedem esse processo legalmente.
Mesmo diante dessa situação, existem cristãos fiéis e corajosos. Eles têm abençoado o país pregando o Evangelho aos povos não alcançados. Ore pela Indonésia. 
Fonte:www.portasabertas.org.br

Bíblia salva a vida de policial

terça-feira, outubro 28, 2014

Cabo Felipe Rebollo viveu um milagre durante ronda.
Na Argentina, o policial Felipe Daniel Rebollo foi salvo da morte por causa de uma Bíblia. Literalmente. Ele conta que estava chegando em casa quando ouviu dois homens chamarem-no de dentro de um carro. Aproximou-se, pensando ser algum conhecido, mas teve uma surpresa desagradável.
Um dos homens desceu do automóvel, sacou uma arma e atirou várias vezes antes de fugir do local. Alguns tiros passaram longe de Felipe, mas um deles parou a centímetros de seu coração. A bala de calibre 22 ficou presa na pequena Bíblia que ele carregava no bolso frontal do uniforme.
Rapidamente a história do cabo da polícia da pequena cidade de Machagai foi destaque na imprensa de língua espanhola, sendo classificado de milagre. O policial afirmou não reconhecer os homens que tentaram matá-lo nem qual seria o motivo do atentado.
Levado ao hospital, foi examinado e liberado. À imprensa, Felipe contou que é evangélico e que não tem dúvidas da intervenção de Deus. Com informações CBN e Chaco
Fonte:gospelprime.com.br

Pastor Diomedes Jácome passa para o Senhor

terça-feira, outubro 28, 2014


Passou a estar como o Senhor, na madrugada desta segunda-feira, dia 27 de outubro, o pastor Diomedes Pereira Jácome, 1º vice-presidente da Assembleia de Deus em Mossoró região.

Paciente de um tipo de leucemia, o pastor Diomedes Jácome se tratava da doença há anos e estava internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Wilson Rosado, em Mossoró. 

O corpo do pastor Diomedes Jácome está sendo velado no Templo Sede da Assembleia de Deus em Mossoró, localizado na Avenida Dix-neuf Rosado (Leste-Oeste). 

Às 16 horas acontecerá a cerimônia fúnebre no Templo Sede, de onde o corpo será transladado para sepultamento, no cemitério São Sebastião, no centro da cidade. 

O presidente da AD em Mossoró e região, pastor Martim Alves da Silva, está sendo aguardado em Mossoró. 

O pastor Diomedes Jácome prestou relevantes serviços à obra do Senhor, ressaltou o presidente da Assembleia de Deus em Mossoró e região, pastor Francisco Cícero Miranda, que publicou nota lamentando o acontecimento.   

Nota do blog
Ao longo de nove décadas vividas intensamente, o homem Diomedes Pereira Jácome se constituiu numa referência para quem o conheceu. Marido e pai exemplar, profissional dedicado enquanto exerceu atividade secular e, principalmente, um fiel servo do Senhor, um pastor zeloso. Em tudo, Deus o abençoou e tornou frutífera a sua vida e ministério. A história de vida do pastor Diomedes é um memorial para a glória de Deus. Um exemplo para os dias atuais e as gerações futuras.

Leia entrevista abaixo com o pastor Diomedes Jácome, publicada pela revista Evangelho em Foco, em 2012.
Pastor Diomedes Jácome
Um homem simples e de Deus

Por Mário Gerson
Colaboração Paulo Martins



Com andar firme, um homem de cabelos brancos abre os portões de sua casa para a reportagem. A gravata bem alinhada, a camisa passada com cuidado, sapatos engraxados. As cadeiras, na entrada da área de sua residência, estão organizadas de tal forma que os visitantes se sentem bem, de uma maneira ou de outra. As plantas ao redor dão um ar rural à casa grande, localizada no bairro Pintos, em Mossoró. Perguntamos onde o pastor e vice-presidente da Assembleia de Deus em Mossoró e Região gosta mais de ficar... Um lugar só dele, aquele recanto onde “recarrega as energias”. Ele sorri. Baixa a cabeça e pede, com voz de comando, que o sigamos. Adentramos a residência, sob os olhares de alguns familiares. À frente, Diomedes Jácome segue o caminho sem titubear. “Meu filho, não se preocupe... não precisa de lanterna. Ando isso aqui tudo à noite. Conheço tudo aqui”, recomenda ao repórter, que saca o telefone para que sirva de lanterna. Jácome tateia as paredes. Aciona um pequeno botão e tudo se ilumina. Na pequena salinha, apertada, mas confortável, apesar do calor, existe uma cadeira antiga, uma televisão, um pequeno banco de cimento e nada mais. Esse é o lugar no qual o pastor Diomedes, como é mais conhecido, gosta de parar para refletir. “Aqui eu leio a Bíblia, apesar da minha vista hoje está enfrentando sérios problemas. As pálpebras às vezes caem e não consigo mais ler”.
Aos 88 anos, pastor Diomedes é um homem de muita disciplina. Costumava acordar muito cedo, em outros tempos, mas agora às seis da manhã está de pé. “Antes me acordava às 4h, fazia café e ia cuidar das plantas”. Era e sempre foi um homem de vida simples. Na entrevista que se segue, o leitor conhecerá um pouco de sua trajetória, do dia em que abandonou tudo e foi embora para a capital. Enfrentando grandes dificuldades, trabalhou no combate à malária. Fez amigos, aceitou a Jesus, casou-se e se considera “um homem realizado na graça de Deus”. Diomedes Jácome, o homem da curiosa história acerca do próprio nome. “Sempre me chamavam de Manoel... mas nunca fui Manoel. Na igreja onde me batizaram meu nome era e sempre fui Diomedes”. A descoberta aconteceu aos 15 anos, quando necessitou de documentos. Acompanhe mais sobre este personagem que está entre os que fazem e fizeram a história das Assembleias de Deus no RN e no Brasil.

Onde o senhor nasceu?

Diomedes Jácome – Eu nasci no Sítio Carmo, em 3 de outubro de 1924, a oito quilômetros de Mossoró. Com dois anos de vida, não me lembro, meu pai foi para a roça tirar macambira para o gado. Ele tinha hérnia. Quando colocou o pé numa macambira e empurrou, sofreu um acidente. No outro dia o lugar do ferimento amanheceu preto e ele faleceu vítima do tétano... Quanto a mim, sempre fui uma criança raquítica e sofrida...

Quais os nomes dos seus pais?
DJ - O meu pai se chamava Cícero Pereira Xaxá e minha mãe se chamava Maria Pereira Jácome. Minha mãe morava em Mossoró... Depois que meu pai faleceu, ela veio para a casa do meu avô. Ela era muito sofrida, lavava “roupa de ganho” para manter todos nós... a situação era tão precária que depois que recebia aquele dinheiro da roupa que lavava e passava, era que comprava uma rapadura e um litro de farinha, raspava a rapadura e colocava junto com a farinha para nós comermos. Depois daquela alimentação, íamos dormir com o estômago vazio. Aos seis anos, um dos meus tios soube da situação e veio me buscar. No Ceará, a minha vida melhorou um pouco, pois existiam plantações, criações, leite, mas sofri uma peste de bicho de pé que não foi brincadeira. Fiquei aleijado, sem poder andar, com eles pelos joelhos, pés e mãos, porém, graças a Deus, Jesus enviou uma pessoa para nos visitar e ela nos ensinou um remédio. Não dava para tirar, pois eram muitos. Depois que ela nos ensinou o remédio feito através da mamona, fiquei curado. Com quatro ou cinco dias, eles caíam. Sarei logo. Meu tio, no entanto, me mandou de volta, pois meu sangue era muito “doce”, como se dizia, para o bicho de pé.

Quanto tempo o senhor morou nesse lugar?
DJ - Não durei um ano... Lembro que foram dois invernos, apenas...

O senhor voltou e prosseguiu a vida... Em que trabalhou?
DJ - Depois que fiquei bom voltei e vim ajudar minha mãe... Nesse período, adoeci e tive uma forte febre. Tudo indica que deveria ser febre tifóide. Pensei nisso, pois todo o meu cabelo caiu. Todo ele. Fiquei careca mesmo. Passei por esse momento difícil e, aos sete anos, mais ou menos, comecei a trabalhar com um senhor que morava aqui no bairro Pintos. Ele falou com minha mãe e pediu para que o ajudasse. Trabalhei com ele até minha mãe morrer. Depois que ela morreu, todo mundo me chamava Manoel. Resolvi ir embora, pois tive um grande desgosto do meu primeiro patrão. Fui para Natal. Eram, mais ou menos, dois dias de viagem, contando com o trem. Aconteceu, antes de viajar, que eu não tinha nenhuma documentação. Fui à igreja tirar “o batistério”, como eles chamavam. Raimundo Sacristão me atendeu, olhou os registros e disse que não existia nenhum Manoel registrado lá, filho dos pais que eu dizia serem meus... Então, pensei: como pode? Ele me disse: “Aqui tem Raimunda, Homero, Francisco, Diomedes, Neuza e Maria”. Ele me falou que os nomes eram esses. E me mandou procurar o meu padrinho, que foi testemunha. “Procure saber quem é você, desses que eu disse”, e eu fui procurar o padrinho...

Então, o senhor já adolescente, não sabia o verdadeiro nome? Sempre pensou ser Manoel quando, na verdade, era Diomedes?
“Quem sou?”, me perguntei. Pela contagem dos outros irmãos, eu era o Diomedes. Só podia ser eu. Procurei meu padrinho e ele me disse que se eu procurasse por Manoel nunca encontraria. Até os 15 anos eu achava que me chamava Manoel...

Como começou essa questão do nome?
Bom, meu padrinho me disse que meu pai, quando havia sido sorteado para a guerra, conheceu um amigo que se chamava Diomedes e tomou nota do nome – ele não sabia ler – prometendo que colocaria o nome do amigo em algum dos filhos. Casou-se e teve vários filhos... Minha mãe, no entanto, fez uma promessa para colocar o nome de Francisco no primeiro... Ele orientou que ela não fizesse nenhuma promessa. Ela, teimosa, colocou o meu de Manoel. Dizem que eu adoeci e meu pai colocou uma pessoa conhecida na garupa do cavalo e veio me batizar, para eu não morrer pagão. Ele me batizou com o nome de Diomedes. Em casa, dizem os mais velhos, ele sempre me chamava Diomedes. Os demais, de Manoel... Mas eu nunca me lembrei daquele tempo... O negócio não chegou ao meu conhecimento e meu nome continuava Manoel. Se eu tivesse ao menos cinco anos, talvez tivesse descoberto! Quando meu pai morreu, ninguém mais me chamou de Diomedes. Se eu tivesse estudado, teria perdido todos os meus estudos. Teria estudado como Manoel e, quando fosse tirar todas as minhas documentações, meu verdadeiro nome seria Diomedes!

Com 15 anos o senhor foi para Natal e passou quanto tempo lá?
Quando a minha mãe morreu, enfraquecida pela tuberculose, pela fome e as dificuldades da vida, eu tinha 14 anos... À época eu pedi ao meu patrão – ele não me dava dinheiro, apenas fazia chinelos de algum couro de alguma vaca que morria – para que ele me desse permissão e eu levasse meio litro de leite todos os dias para a minha mãe que estava enfraquecida. Ele me respondeu: “Não vou trabalhar para vagabundo, não!”. Isso me trancou. Sabe como se tranca uma pessoa? Então, tomei essa atitude de ir embora... Pensei: “Não vou ficar aqui”. Quando minha morreu, resolvi ir embora. Fui ao Centro, comprei uma maletinha de madeira, arrumei meus molambos e uns chinelos, vendi uma garrota que a mãe dele tinha me dado, fiz um pouco de dinheiro e não disse a ninguém. Quando cheguei do leite, entreguei o dinheiro dele, o burro, o botijão e disse que ia embora. Ele se surpreendeu e perguntou o que houve e eu apenas agradeci pelo que ele me fez. Isso até hoje me fere. Eu fazia tudo lá e ele não me pagava nada! Não era pagamento nenhum dar meio litro de leite a uma pessoa doente, mãe de um trabalhador dele, que fazia tudo! Eu entregava todo o dinheiro a ele e não ficava com nada.  Então, arrumei minhas coisas e procurei o misto, para ir à Natal. Quando cheguei a Angicos, peguei o trem e logo depois cheguei a Natal. Fiquei na Praça Gentil Ferreira, sentado num banco, as lágrimas caindo, pensando como seria aquela noite. Nesse momento, passa uma pessoa daqui da cidade, que estava trabalhando no combate à malária, e gritei: Ricardo! Ele me perguntou o que estava fazendo lá. Então, respondi que estava sem nada. Ele perguntou onde eu estava hospedado e eu disse: “Aqui, debaixo dessa árvore”. Ele me disse que tinha uma casa e permitiu que eu fosse pra lá, dizendo que não tinha uma pessoa para fazer comida, mas a casa estava às ordens. Também me orientou que estavam contratando pessoas para trabalhar na malária e queriam adolescentes, porque muitos adultos só trabalhavam por dólar. O setor de combate à malária esvaziou-se e ninguém queria trabalhar lá. Ricardo me avisou sobre a turma nova... Antes, eu havia feito alguns serviços. Quando ele chegou, me informou que estava para abrir uma nova turma, na segunda seguinte. Cheguei lá e fiquei esperando abrir. Quando cheguei, o doutor mandou que os futuros guardas descessem e fossem para o salão fazer os exames, que eram compostos das quatro operações matemáticas e de uma redação de uma carta, onde nós escrevíamos pedindo um emprego. As quatro operações eu sabia muito bem. Mas tinha certeza que para escrever a carta eu escreveria errado. Mandaram-me entrar e perguntaram-me sobre os retratos. Tirei as fotos 3x4, voltei, e, quando estava na fila, eu e Manoel Jorge, um cearense, fomos requisitados para fazer um trabalho. Fomos fazer. O serviço era pegar um saco de cimento e andar quase 200 metros. Eu não tinha estrutura, mas colocaram na minha cabeça, e prossegui... O chefe me perguntou se eu sabia escrever e fazer as quatro operações. Respondi que sim e ele autorizou que uma pessoa fosse me treinar, sem passar por testes. Fui trabalhar no setor burocrático, preenchendo boletins. Logo depois, encarregaram-me de “cubar” uma casa, para saber quanto de inseticida pegava. Ele me ensinou tudo e comecei a trabalhar, no sentido de destruir os focos de mosquito que tinham ao redor. Nós saíamos para trabalhar em áreas distantes, sempre avançando e nunca me faltou trabalho. Desde o meu primeiro dinheiro que recebi no combate à malária, em 1942, deixei algo no banco.

Ainda hoje é assim?
Não é mais porque sempre temos compromissos. Hoje em dia ajudo aos outros. Dificilmente alguém bate no meu gabinete e sai com as mãos abanando. Ainda tenho uma reserva, mas não junto como antigamente... Estou no fim da vida e minha família está toda criada...

Como o senhor conheceu sua esposa?
Quando éramos adolescentes já tínhamos um namoro. Mas nunca fui namorador. Quando tive que ir embora, falei com ela sobre o assunto. Pedi que ela me esperasse. Depois que voltei, e recebi duas férias, vim para cá para resolver as coisas. Não tinha mais mãe nem pai e quando cheguei aqui minha futura esposa ainda estava me esperando. Falei com ela, passei uns dias aqui, voltei e quando falei para ela, acertei o dia 1° de junho para vir pedi-la em casamento e no dia 30 para casarmos. No dia 1° eu vim e pedi e o velho disse: Vou dar a resposta daqui a trinta dias! Então, pedi que ele me desse a resposta no outro dia. No dia seguinte me disse que aceitava. Ele não queria meu casamento... Devido ao trabalho, pedi para antecipar o matrimônio para o dia 25 de junho de 1946. Ele aceitou e graças a Deus deu tudo certo. Estamos juntos até hoje e temos oito filhos: Albaniza, Divanildes, Alvanira, Divanilson, Divanaldes, Alvanete, Dionildes e Diógenes.

E o evangelho?
Com sete anos de idade me convenci de que ele era a verdade. Eu vendia leite no mercado e vi o pai de Agabi – que era soldado – falando em línguas estranhas, debaixo daquele tamarindo próximo à catedral.  Deixei os burros e fui ver. Então, pensei: “Deus, não me deixe morrer sem falar essa língua!” Nesse período me convenci de que era a verdade. Isso aconteceu em 1931.

E a chamada para o ministério?
Quando vim para cá, aceitei logo a Jesus como meu salvador e me converti de todo coração, seguindo a doutrina da igreja. Quando nos casamos, sempre via as mulheres da igreja se consagrando, mas deixando os filhos abandonados... Combinei com minha esposa que conosco não seria assim... Cantei no coral da igreja por muitos anos. Mas um irmão – na capital – me convidou para participar da banda da igreja. Na banda, não me dei com a música. À época, eu tocava saxofone...

E hoje, ainda toca sax?
Não... Hoje não dá mais...

A partir daí, começou seu ministério?
Fui dirigir igrejas e me chamaram para o presbitério. Deus começou a abençoar meus trabalhos. Fiquei entusiasmado, pensando que tinha uma chamada para ser pastor no campo missionário. Mas havia um problema: teria de combinar com minha esposa e pedi orientação a Deus. “Jesus, se o Senhor quer que eu vá para o campo, batiza minha esposa com espírito ou use-a para dizer que vamos trabalhar para o Senhor, caso a minha aposentadoria não saia”. Foi então que ela me respondeu, na sala de nossa casa, em particular, sem saber de meu pedido: “Eu vou pedir uma coisa a você, não assuma compromissos nesse sentido”. Voltamos para Mossoró. Quando chegamos aqui, pastor Manoel Nunes me provou seis vezes. Colocou-me também para dirigir uma congregação no Alto de São Manoel. Logo depois, quando João Gomes assumiu, me chamou para ser vice dele. Fiquei como vice de João Gomes. Passei doze anos com ele. Com pastor Martim Alves, 18 anos. À época, João Gomes passou o trabalho para mim, mas recomendei acerca disso ao pastor Martim Alves, pois acreditei sempre nele. Para mim, quanto mais simples uma congregação, melhor. Renunciei e pastor Martim assumiu. Graças a Deus estou vivendo esses 18 anos ao lado de Martim Alves com muita graça. São mais de 30 anos somente como vice-presidente.

O Sr. dirigiu igrejas?
Dirigi várias igrejas... Com pastor Manoel Nunes trabalhei na Boa Vista e abri um trabalho no Aeroporto. Pedi para ele alugar uma barbearia e disse que teríamos muitos crentes lá. Pedi a ele e disse que só queria o aluguel do primeiro mês. A partir do segundo, nós pagaríamos. Ele – em primeiro momento – não concordou, mas depois cedeu e tudo deu certo.

João Gomes dinamizou o trabalho?
Construiu muitos templos. As coisas dele tinham e exigiam muita fé. O Colégio Evangélico foi assim. Ele só tinha o terreno. Mas, graças a Deus, acho que foi Norminha (Lima de Santana), estávamos para puxar a laje, esperando o cimento (eram necessários cem sacos), e logo à tarde chegou um caminhão com cem sacos de cimento. A pessoa nunca se identificou. Naquele tempo, entre nós, quem tinha condições era irmã Norminha. José Simão (comerciante do ramo de ótica) ainda estava se arrastando no seu comércio... Bom, penso que foi ela. João Gomes foi um homem corajoso, assim como o é pastor Martim.

Como foi a ida de João Gomes para Natal?
Mossoró sempre tem sido abençoada. Os pastores daqui sempre dão certo na capital, porque é a segunda igreja e tem mais movimentos. Ele era uma pessoa formada, acostumada a liderar igreja, com garra e coragem... Depois, Manoel Nunes quis voltar, mas não dava mais. O pastor João Gomes já tinha feito tanta coisa, abriu muitas igrejas e levou a congregação para perto do povo. Ficou, no entanto, uma polêmica muito forte. A maior parte do pessoal, os pastores mais velhos, queria que ele assumisse. Eu fiquei, à época, sem saber que partido tomar, a fim de ser correto em minha atitude. Fui a uma vigília no Alto de São Manoel e pedi para Deus me falar se era certa a permanência do pastor João Gomes aqui ou Manoel Nunes... Pedi para Deus falar comigo e sair dali com a certeza de quem era o pastor. Pela madrugada, o senhor usou a irmã Umbelina para me dizer: “Eu o quero aqui. Depois, levarei para um lugar com jurisdição em todo Estado”. No outro dia fui à Escola Dominical e passei lá na casa dela. Ela me recebeu e eu perguntei: “Irmã Umbelina vou fazer uma pergunta à senhora: O que quer dizer jurisdição?” E ela disse que ia perguntar a uma filha que era professora. Pedi que não. Foi a partir daí que fiquei certo de que ele era o pastor daqui de Mossoró e depois iria para Natal. Ela não sabia a palavra, mas me passou a mensagem...

Isso aconteceu na década de 80?
Ele assumiu aqui e com pouco tempo aconteceu isso. Algumas pessoas, à época, disseram que ele não assumiria em Natal, mas Deus cumpriu sua palavra e ele assumiu em 1993...

O pastor Martim logo depois assumiu em Mossoró...

Com pastor Martim não houve dificuldade. A igreja já o conhecia e estava organizada. A minha convivência com pastor Martim é muito boa. É um pastor que nós o amamos e ele nos ama. Respeita-nos muito e possui uma família admirável. Sua vida moral e espiritual é muito honrada. Sinto-me feliz de possuir um pastor como ele, trabalhador e corajoso. Quando começou aquele templo, eu disse: “Tenho pena de um dia não ver esse templo construído”. Ele olhou para mim e perguntou o porquê. Expliquei que várias igrejas estavam sendo construídas, mas demoravam, como Parnamirim e Natal. Aqui éramos todos pobres. E ele me garantiu que seria uma construção rápida. Realmente, quando vemos esse templo – não é uma igreja comum, mas um complexo de serviços, alojamentos, restaurante, compartimentos, departamentos, museu, televisão, jornal, estacionamento – nos alegramos e agradecemos a Deus por ter enviado um homem corajoso para fazer essa obra. Estava orando para que ele ganhasse... Vemos que Mossoró tem condições de dar um segundo pastor presidente, um homem que pode representar intelectual e espiritualmente todas as igrejas da AD no Estado... Um homem culto, humilde, um dos pastores mais preparados que o Estado possui. Gostaria de dizer ao ministério que devemos cooperar com o nosso pastor, pois estamos trabalhando em prol das almas e que haja união de todos. É isso que desejo sempre...
Fone:http://www.cartadepaulomartins.blogspot.com.br/

Juiz cristão pede demissão para não fazer casamentos de homossexuais

segunda-feira, outubro 27, 2014

Magistrados cristãos são obrigados a abdicar de cargos por causa da fé.
Um juiz de 57 anos, renunciou ao seu cargo na Carolina do Norte. Gilbert Breedlove, que também é pastor ordenado, trabalhava há 24 como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Por causa da nova lei do Estado, seria obrigado a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo a partir deste mês. Como isso vai contra sua fé, decidiu abandonar a função.
“Era a minha única opção… a Bíblia inteira ensina que casamento é entre um homem e uma mulher. Qualquer outro tipo de atividade sexual é definida como a fornicação, não casamento”, declarou Breedlove à imprensa.
Ainda sem ter idade para se aposentar, abriu mão de sua principal fonte de renda e passará a viver com um salário oferecido por sua igreja, o qual é bem inferior. Ele afirmou que entende claramente as consequências de sua decisão, mas sabe estar fazendo o que é certo, pois Deus é mais importante em sua vida.
Seu desejo é que seu exemplo possa incentivar outros magistrados a se posicionar. Ele não está sozinho. John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando sua fé.
Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”. Cerca de 400 cristãos reuniram-se em frente ao tribunal que ele trabalhava para mostrar seu apoio. Um juiz do condado de Pasquotank, que não quer se identificar, divulgou para a imprensa que após se recusar a fazer um casamento de dois homens, recebeu um aviso do governo do Estado que, segundo a nova lei, se insistir em sua postura será demitido. Com informações Usa Today e News Record.
Fonte:gospelprime.com.br

Deus Não Está Morto 2´ será lançado em 2015 nos EUA, segundo produtora

quinta-feira, outubro 23, 2014

Lançado nos cinemas dos EUA em março deste ano (2014), o primeiro filme surpreendeu a todos, permanecendo como o quinto no ranking das produções em cartaz.

A produtora de filmes cristãos Pure Flix Entertainment já está planejando a continuação do sucesso de bilheteria "Deus Não Está Morto" (2014).
Segundo CEO da produtora, Michael Scott, a Pure Flix tem uma série de projetos em andamento, incluindo o "Deus Não Está Morto 2".
"Temos uma chapa completa no próximo ano. Vocês vão ver, por exemplo, 'Do You Believe?' ['Você Acredita?'], que está chegando na primavera [primeiro semestre]... nós estamos esperando que o lançamento deste aconteça no final de março de 2015 e, possivelmente no outono [segundo semestre] de 2015 você vai ver 'God's Not Dead 2' ['Deus Não Está Morto 2", disse Scott.
Antes de "Deus Não Está Morto", o estúdio de cinema com sede em Arizona produziu cerca de 25 a 30 filmes e distribuiu 75 filmes em todo o mundo. Muitos desses foram lançados diretamente em DVD ou veiculados na TV. "Deus Não Está Morto" foi o seu segundo filme para cinema após o filme de 2010 chamado "What If" ("E se").
"Deus Não Está Morto" surpreendeu a todos após o seu lançamento nos EUA, em março deste ano (2014). Apesar do "pequeno" orçamento do filme de US $ 2 milhões, Scott disse que o filme faturou US$ 9,2 milhões em sua primeira semana nos cinemas, terminando em quinto lugar nas bilheterias dos Estados Unidos.
O filme arrecadou mais US$ 8,5 a 9 milhões na semana seguinte, permancendo na quinta posição e, eventualmente, saltando para o quarto lugar na bilheterias norte-americanas.
Scott disse que produzir "Deus Não Está Morto" foi uma "jornada incrível". Mesmo antes de o filme sair nos cinemas, ele disse que o trailer "explodiu na web", com milhões de visualizações.
"Nós nos tornamos a página número 1 no Facebook em todo o mundo, durante a semana de lançamento do trailer", disse.
A popularidade do filme também foi reforçada pela música de sucesso do grupo cristão Newsboys, que leva o mesmo nome do filme. A banda chegou a gravar a uma participação, com a realização de um grande show, que é comentado diversas vezes pelos personagens na história.
Scott disse que a experiência lhe ensinou que há um grande público inexplorado que está ansioso por produções que abordem temas relacionados à fé e um tipo de entretenimento saudável para toda a família.
"Eles estão famintos, eles estão carentes", disse ele.
Não está claro como Pure Flix planeja continuar a trama do primeiro filme.
No roteiro, "Deus Não Está Morto" traz a história de um estudante universitário que aceita o desafio de seu professor ateu para defender a existência de Deus e o Cristianismo.
O filme também contou a história da vida verdadeira do Dr. Ming Wang, um cirurgião chinês formado em Harvard (EUA). Como estudante, Wang era ateu. No entanto, um professor cristão de sua universidade falou de Jesus para ele e isto mudou sua vida.
Co-fundador da Pure Flix, David A.R. White disse ao site "Blaze" em agosto que os espectadores têm questionado sobre o que teria acontecido com os personagens do primeiro filme e a produtora está levando isto em consideração para a produção de "Deus Não Está Morto 2".
"Você Acredita?"
No momento, a Pure Flix também está na fase final de filmagens do filme "Você Acredita?", para cumprir o cronograma, com o filme entrando em cartaz nos cinemas dos EUA, ao final de março de 2015. O filme aborda a questão da liberdade religiosa sendo ameaçada no contexto da cultura ocidental.
Fonte:http://www.cpadnews.com.br/

Professor cristão é morto durante vigília de oração

quarta-feira, outubro 22, 2014

Criminosos mataram um homem e feriram outro em uma reunião de oração na Igreja Assembleia de Deus em Bukoba, a noroeste da Tanzânia, durante a madrugada do dia 9 de outubro.
Dioniz Ng'wandu, de 31 anos, professor do ensino médio, estava em uma vigília de oração com o pastor local, Faustine Joseph, um homem chamado Temistores, de 25 anos, e um terceiro homem, cujo nome é desconhecido.
Depois de orar por um tempo, o pastor Faustine e outro jovem saíram enquanto Dioniz e Temistores continuaram em oração. Cerca de 30 minutos mais tarde, o pastor foi informado que homens desconhecidos mataram Dioniz com objetos pontiagudos e feriram Temistores que foi encaminhado, em estado grave, ao Hospital Regional Kagera.
Temistores contou que não se lembra de nada além de homens mascarados ordenando-lhe para não se mover. Nada na igreja foi roubado ou destruído durante o ataque. Fontes locais dizem que os criminosos tiveram acesso fácil à igreja, porque o prédio ainda está em construção e não tem janelas ou portas.
O pastor Faustine afirma que extremistas muçulmanos em Bukoba têm ameaçado os membros da igreja e juram diminuir o número de cristãos na região. Bukoba é uma cidade de maioria muçulmana; cerca de cem mil islâmicos vivem nas margens do Lago Vitória na fronteira com Kigoma, local que é considerado um centro do extremismo muçulmano.
Autoridades locais abriram uma investigação criminal. Dioniz foi sepultado em sua casa, no dia 12 de outubro. Ele deixa a esposa, Faith, e dois filhos, Michael, de 4 anos e John, de 2 anos.
Pedidos de oração
  • Peça a Deus que console a família de Dioniz, para que sua esposa e filhos  experimentem a provisão de Deus em tudo.
  • Clame ao Senhor que proteja os cristãos em Bukoba, para que eles permaneçam firmes em sua fé mesmo diante da perseguição. 
FontePortas Abertas Internacional

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

quarta-feira, outubro 22, 2014

“Está aberta a temporada de caça aos cristãos”, alerta advogado.
Quando os homossexuais começaram a receber permissão do governo para se casarem, afirmavam que era o suficiente. Muitos dos líderes desse movimento nos EUA diziam que a cerimônia religiosa não era importante. Pouco a pouco algumas denominações foram cedendo e começaram a realizar casamentos gays.
Agora, a batalha judicial alcançou outro nível nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, começou a ser escrito um novo e triste capítulo. Em Houston, Texas, cinco pastores foram intimados pela prefeitura a entregarem seus sermões para uma avaliação, após denúncias de que os pastores estavam pregando “homofobia”.
A prefeita da cidade é homossexual e disse que eles precisam seguir a leis que proíbem a discriminação.
Na pequena Coeur d’Alene, Estado de Idaho, Donald e Evelyn Knapp, um casal de pastores estão sendo processados por se recusar a realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se condenados, eles podem pegar seis meses de prisão e pagar multas de até US$ 1.000.
A justificativa das autoridades locais é a violação das leis de “não discriminação”. O caso chegou a um Tribunal Federal e pode ser um marco na batalha entre ativistas pró-LGBT e organizações cristãs que defendem a família tradicional.
Uma delas é a Aliança pela Defesa da Liberdade, cujos advogados estão defendendo os pastores nos dois Estados. O advogado Jeremy Tedesco, que atua no caso do Idaho afirmou que “o governo não deve forçar ministros a agir contra a sua fé, fazendo ameaças de prisão e aplicando multas”.
Tony Perkins, presidente da Family Research Council, que tem dado apoio no caso, afirmou que “está aberta a temporada de caça aos cristãos que se recusam a ceder à redefinição de casamento imposta pelo governo”. No início do ano, uma confeitaria pertencente a um evangélico foi processada após se recusar a fazer um bolo para um casamento gay no Estado do Colorado.
Desde 2013, Coeur d’Alene possui leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual. O procurador da cidade, Warren Wilson, afirmou à imprensa que a igreja é um “local público e está sujeito ao decreto”. Alertou ainda que todos os pastores que atuam na cidade, caso sejam denunciados, serão obrigados a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo.
Como o reconhecimento da legalidade do casamento gay ocorreu este mês no Idaho, o caso tem recebido muita atenção da mídia. Apenas dois dias após ser oficializado, um homem ligou pra Donald Knapp, querendo marcar seu casamento na capela onde o casal ministra há 25 anos. Com a recusa, uma denúncia foi feita e desde então as autoridades municipais se envolveram no caso. Com informações Fox News
Fonte:gospelprime.com.br

Novas traduções da Bíblia impactam 15 milhões de pessoas

terça-feira, outubro 21, 2014

Estimativa integra o Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, a partir de 18 novas traduções apresentadas em 2013. Ao todo, 2.551 línguas já contam com ao menos um trecho da Bíblia traduzido.
Os esforços empreendidos pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) de tornar a Bíblia acessível a um número cada vez maior de pessoas podem ser medidos pelos resultados do Relatório Mundial de Tradução de Escrituras de 2013, que acaba de ser concluído.
A entidade, em parceria com outras organizações, contribuiu para a finalização da tradução do texto bíblico em 18 línguas, com potencial para impactar mais de 15 milhões de pessoas. Para dez línguas, foi a primeira tradução: sete passaram a contar com a Bíblia completa, outra com um Novo Testamento e as demais com partes do texto bíblico. As outras oito línguas receberam novas traduções ou revisões para ajudar a comunicar a Palavra de Deus de um modo que seja mais facilmente compreendida.
Esses dados, que confirmam as Escrituras Sagradas como o livro mais lido, traduzido e distribuído de todos os tempos, também justificam as celebrações que acontecerão no segundo domingo de dezembro – que este ano será no dia 14 –, quando se comemora o Dia da Bíblia. Igrejas de todo o Brasil são convidadas a promover manifestações que exaltem a Palavra de Deus, tendo como tema A Bíblia e a Família: Crianças e Idosos. Material de apoio e sugestões de como comemorar a data estão disponíveis no hot site www.diadabiblia.org.br.
O Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, publicado pelas SBU, contempla o trabalho realizado pelas Sociedades Bíblicas de todos os países, bem como outras organizações dedicadas à tradução bíblica, em parceria com instituições missionárias e tradutores para produzir, a cada ano, Escrituras em idiomas de todos os continentes. Dessa forma, cumprem a missão de ampliar cada vez mais o acesso ao texto bíblico.
Entre as 18 línguas contempladas com novas traduções em 2013, estão a Toba, falada na Argentina por 25.000 pessoas, a Krio, com aproximadamente 495.000 falantes, em Serra Leoa, e a Mandinga, com 1.346.000, na Gâmbia. Todas elas receberam a Bíblia completa. Outros destaques ficam por conta da língua Mongol, falada por 6.500.000 chineses, que recebeu um Novo Testamento, e a Altai, falada na Rússia, por 75.000 pessoas, com o livro de Gênesis.
O relatório é feito a partir de informações coletadas pelo Museu da Bíblia da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Até 31 de dezembro de 2013, foram registradas publicações do texto bíblico em 2.551 línguas diferentes: 1.257 Novos Testamentos, 803 contendo partes da Bíblia e 491 Bíblias completas.
De acordo com o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB e responsável pela elaboração do documento, Erní Seibert, o número de Bíblias completas está crescendo e a tecnologia digital está ajudando a acelerar tanto a velocidade da tradução como o acesso às Escrituras. “Há, agora, mais de 500 línguas com a Bíblia completa e perto de 1.300 com o Novo Testamento. Mas as Escrituras ainda não estão traduzidas para mais de 4 mil línguas, o que significa que há muito trabalho a ser feito”, ele destaca.
O Relatório de Traduções de Escrituras detalha o acervo da Biblioteca da Bíblia, mantida em São Paulo pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Traduções que foram completadas, mas não enviadas para a biblioteca não aparecem nas informações do documento. A biblioteca contém traduções enviadas por Sociedades Bíblicas e outras agências bíblicas.
“Estamos felizes que a Biblioteca da Bíblia tenha recebido em 2013 novas traduções das Escrituras para dez línguas. Oramos para que estas publicações da Palavra de Deus tenham um impacto duradouro na vida das pessoas. Nossa missão é preservar um acervo o mais completo possível deste livro de grande importância para a humanidade porque ele tem o poder de transformar a vida das pessoas que com ele tomam contato”, afirma Seibert.
Fonte:gospelprime.com.br

Brasil e Eritreia servindo a Igreja Perseguida juntos!

quinta-feira, outubro 16, 2014

A visita da cristã eritreia Helen Berhane ao Brasil impactou mais de duas mil pessoas, que decidiram assumir o compromisso de se envolver na causa dos cristãos perseguidos após ouvir o seu testemunho de fé e perseverança em Cristo.
A primeira vez que Helen Berhane esteve no Brasil foi em 2011. Desde 2006, quando saiu da prisão – um contêiner de metal na Eritreia, para onde foi levada por sua fé Jesus e depois terrivelmente espancada até ser dada como morta – ela se dedica a contar a sua história de confiança e intimidade com o Senhor ao maior número de pessoas que puder.

Desde essa época também, Helen está envolvida com a Portas Abertas, que a ajudou nos momentos mais difíceis de recuperação e agora a leva para falar da Palavra de Deus em outros lugares. Em setembro de 2014, ela veio ao Brasil novamente e pôde estar em igrejas de três estados diferentes, encorajando os irmãos a servirem à Igreja Perseguida. Ao compartilhar sua dor, Helen disse que se sentiu muito acolhida pela Igreja brasileira.

Muitos cristãos, que encontraram Helen, viajaram por horas somente para estar com a cantora e dizer-lhe que oraram por ela enquanto esteve presa. Por todas as igrejas que passou, ela afirmava: “Eu sou o resultado das orações da Igreja no Brasil. Muito obrigada!”.

Há sete anos, Helen conseguiu exílio na Dinamarca, onde faz questão de ser “a voz daqueles que não podem falar”, como ela mesma afirma. Ela conta que ainda há muitos cristãos presos em contêineres na Eritreia, alguns inclusive, que cuidaram dela no seu tempo de prisão. “Eu me lembro deles sempre que vou comer, sempre que vou me deitar, porque eles não têm comida, nem onde dormir”.

Para cristãos que vivem aqui no Brasil, tão distantes dessa dura realidade, ela destaca que Deus não nos coloca num contexto de liberdade para que nós nos acomodemos, mas para trabalharmos ainda mais em favor de nossos irmãos, ao redor do mundo, que enfrentam a perseguição.

Você também pode se envolver com a Igreja Perseguida: cadastre-se!
FontePortas Abertas Brasil

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