Em fuga da guerra, família encontra Cristo na Síria

sábado, dezembro 07, 2019

Além de comida e ajuda com aluguel, cristãos encontraram paz em Centro de Esperança

Emma e a família encontraram apoio em um dos Centros de Esperança na Síria

Emma e a família encontraram apoio em um dos Centros de Esperança na Síria

A guerra traz confusão para todos as nações envolvidas e na Síria não é diferente. Porém, há um Deus que pode tornar todas as situações favoráveis para a expansão do reino dele. Isso tem acontecido na vida das pessoas que encontraram refúgio nos Centros de Esperança espalhados pelo país. Emma Salosian, o marido, Kivork Bedros, e os três filhos são uma das famílias beneficiadas pelo projeto da Portas Abertas em parceria com igrejas locais. Em 2014, a família teve que fugir de Alepo; eles tinham um plano de fuga, mas, aparentemente, a estratégia fracassou.

“Queríamos fugir para Tartus por dois dias, até que os atentados parassem, mas um amigo nosso aconselhou-nos a ir a Mashta Al Helou, uma pequena cidade nas montanhas entre Homs e Tartus, devido à umidade de Tartus. Acredito que Deus queria que mudássemos o plano para encontrá-lo aqui”, explica.

Emma era cabeleireira e o marido, ferreiro de carroceria de carros. Com a guerra, o número de clientes não era exato e as dificuldades para sustentar a família aumentaram. Apesar de frequentarem a igreja todos os domingos, eles não tinham um relacionamento próximo de Cristo. “Nunca realmente experimentamos o amor e a obra de Deus em nossas vidas", reconhece.

A casa da família foi destruída durante um bombardeio, fechando as portas de um retorno para Alepo. Eles precisavam de uma renda para pagar as despesas básicas, como aluguel e comida. “Ouvi falar de uma igreja que distribuía comida e ajudava famílias com o aluguel. Então eu descobri que o pastor é um parente distante do meu marido e fui procurá-lo”, testemunha a cristã.

No local onde Emma foi buscar ajuda funciona um Centro de Esperança. Os filhos dela também foram integrados às atividades. “Quando fugimos de Alepo, eu perguntava a Deus: por quê? Por que isso aconteceu comigo e com minha família? Comecei a mudar em 2016, quando aceitei Jesus como meu Salvador e entendi como ele transforma tudo para o bem daqueles que o amam”, compartilha Emma.

Uma cura integral

Emma sempre teve disfunção no cólon e nenhum especialista tinha conseguido resolver a situação. “Um médico disse que os problemas nunca desapareceriam, pois estavam relacionados ao meu estado psicológico. Isso significava que toda vez que eu ficava chateada ou com raiva, sofria de uma dor horrível, semelhante a um fogo queimando no meu cólon".

Durante uma reunião de oração, perguntaram se alguém gostaria de ser curado de alguma doença, então a cristã se apresentou. Como a recomendação bíblica, ungiram Emma e intercederam por ela. Naquele instante, ela sentiu-se aliviada e percebeu que a dor havia desaparecido. "Pensei que talvez quando meus filhos me chateassem, a dor voltaria, mas até agora não tomei outro analgésico. Glória a Deus”, completa a cristã.  

Apoie um cristão na Síria

A guerra na Síria já dura oito anos e muitas pessoas estão deslocadas no país, enfrentando desafios semelhantes aos de Emma Salosian e Kivork Bedros. Seja canal do amor de Deus para eles por meio de doação de cestas básicas. Com uma contribuição é possível alimentar três famílias cristãs por um mês.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Após ataques no Sri Lanka, menina cristã mantém esperança em Jesus

quinta-feira, dezembro 05, 2019

Debbie perdeu os pais, o primo e a visão por consequência dos atentados na Páscoa

A pequena cristã Debbie é cuidada pela avó, tios e irmão no Sri Lanka

A pequena cristã Debbie é cuidada pela avó, tios e irmão no Sri Lanka

Os atentados no Sri Lanka na Páscoa de 2019 mudaram drasticamente a vida de Debbie, de seis anos. A mãe dela, Verlini, o pai, Ranjith, e o primo, Jackson, foram algumas das 28 vítimas fatais do ataque igreja Sion. A menina foi hospitalizada com sérios ferimentos causados pelos estilhaços e queimaduras. Além das perdas na família, a garota também teve um dos olhos retirado.

Na primeira visita aos familiares em Batticaloa, a Portas Abertas conheceu apenas Verl, tio de Debbie e pai de Jackson. Ele passou a cuidar da menina juntamente com a avó. O cristão relembrou como a família dela tinha prazer em trabalhar na igreja. ‘‘Minha irmã Verlini era professora de escola dominical. Ela amava cantar, ler a Bíblia e orar. Estava na igreja quase todos os dias. Ela leu a Bíblia do início ao fim 27 vezes", compartilha. O cristão reconheceu que perder os familiares é difícil e doloroso, mas ele acredita que a morte deles não foi em vão. “Eles são como sementes e o sangue dos mártires são as sementes da igreja”, explica.

Durante um segundo encontro dos membros da igreja, Verl convidou a colaboradora da Portas Abertas para conhecer Debbie pessoalmente, pois no primeiro contato a menina ainda estava hospitalizada. Em casa, ela brincava com os sons do pequeno tambor. Infelizmente, a garota perdeu a visão e agora precisa se adaptar a nova realidade. “Minha mãe e meu pai foram para Jesus”, grita. A pequena cristã voltou pra casa em 20 de junho, desde então está se recuperando dos ferimentos e reaprendendo a andar. A avó e o irmão dela, Rufus, estão acompanhando Debbie na fase de reabilitação.

Quando perguntada sobre a história predileta da Bíblia, a menina logo responde: “Minha história favorita é que apesar do pecado de Adão e Eva, Jesus veio salvar cada um. E quando ele chegou, ele teve a vitória sobre Satanás e o inimigo foi derrotado”. Debbie também fala empolgada sobre a volta de Cristo, ela tem grandes expectativas. “Ele vai abrir meus olhos e eu verei minha família de novo”, conta.

Pedidos de oração

  • Agradeça ao Senhor pela recuperação de Debbie e pelo restabelecimento emocional de todos da família. Peça que eles tenham sabedoria e experiências com o profundo amor de Deus.
  • Interceda para que o pai celestial transforme a história de Debbie em uma grande bênção, que glorifique o nome dele.
  • Ore para que Deus supra todas as necessidades das pessoas que perderam parentes nos atentados no Sri Lanka, tanto as físicas quanto as espirituais e emocionais.

 Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Sudão: cristãos ganham direito de ir à igreja aos domingos

quarta-feira, dezembro 04, 2019

Antes, apenas os muçulmanos podiam pausar o trabalho para fazer as orações e celebrar os feriados religiosos

Cristãos estão autorizados a cultuar aos domingos e celebrar dias especiais no Sudão

Cristãos estão autorizados a cultuar aos domingos e celebrar dias especiais no Sudão

Nos países islâmicos, as folgas semanais acontecem na sexta-feira e no sábado. No Sudão, por exemplo, os cristãos estavam se sentindo discriminados pela dificuldade de cultuar e celebrar as datas importantes do calendário religioso. Já os muçulmanos têm direito de parar o trabalho nos horários das orações e guardar os dias sagrados. Apenas os empregadores cristãos poderiam escolher se davam ou não a folga para os funcionários irem à igreja no domingo. Em 2016, uma lei proibiu que as escolas cristãs funcionassem aos sábados, então se os alunos e funcionários quisessem guardar o domingo, teriam que trabalhar apenas de segunda a quinta-feira.

No dia 11 de novembro, o escritório do novo primeiro-ministro instruiu diversas instituições públicas a organizarem as horas de trabalho dos não muçulmanos, para dar a eles o direito de realizarem ritos e cerimônias religiosas. Com a decisão, as instituições acadêmicas ficaram proibidas de organizarem exames em 25 de dezembro e 7 de janeiro (Natal copta). Agora os que não professam a fé islâmica podem deixar o trabalho às 10h da manhã aos domingos para irem à igreja. As mudanças aconteceram a pedido do ministro de Assuntos Religiosos.

Em resposta ao fato, um líder da igreja no Sudão, que prefere o anonimato, diz: “O ministro de Assuntos Religiosos prometeu começar mudando as leis contra cristãos feitas pelo antigo regime. Nós agradecemos ao Senhor pela humildade dele e abertura para trabalhar conosco”. Porém, mais ações são necessárias. “Líderes das igrejas no Sudão têm falado com o ministro de Assuntos Religiosos para formalizar e nos chamar de cristãos, não de não muçulmanos. Nós pedimos também todos os feriados cristãos, o Natal, a Páscoa e os domingos”, explica. Ainda não há informação sobre alterações nos funcionamentos das escolas cristãs.


Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Canal de TV difama cristãos na Ásia Central

quinta-feira, novembro 28, 2019

O alvo eram os cristãos ex-muçulmanos, que foram comparados a feiticeiros e cartomantes

Ore pelos cristãos da Ásia Central que têm enfrentado todo o tipo de perseguição, até através da mídia

Ore pelos cristãos da Ásia Central que têm enfrentado todo o tipo de perseguição, até através da mídia

Hadija* tem arriscado a própria vida e a segurança dos quatro filhos ao abrigar uma igreja doméstica secreta em casa, em um país da Ásia Central. Mesmo lutando contra a pressão da comunidade, ela mantém a fé, e não entrega, mesmo sob ameaça, as pessoas que frequentam a casa dela em dias de reunião. Na nação onde vive, os governantes estão empenhados em extinguir a presença do cristianismo. Uma das maneiras encontradas é a difamação dos seguidores de Jesus. Toda essa opressão funciona como retaliação ao crescimento de muçulmanos que abandonam a fé dos pais para seguir a Cristo.

Um canal de TV estatal transformou em notícia as conversões de ex-muçulmanos e, durante a reportagem, aproveitou para incitar a violência, em nome de manter a pureza da religião islâmica. Os cristãos foram acusados de serem feiticeiros e cartomantes. Então, com medo de ataques de extremistas, a igreja de Hadija chamou a polícia, mas ao invés de receber proteção, enfrentou mais desrespeito. O policial continuou especulando as mentiras veiculadas, insultou e bateu nos homens e mulheres, inclusive em Hadija. Ele usou uma arma imobilizadora para vulnerabilizar os cristãos ainda mais.

Manter a fé no país da cristã é enfrentar todos os tipos de dificuldades. Ore para que a igreja doméstica cresça ainda mais na Ásia Central e que muitas pessoas se aproximem de Cristo por meio dela. Interceda também para que os governantes tenham um encontro verdadeiro com Cristo e se tornem anunciadores do amor transformador dele. Clame ao Senhor por força e resiliência a todos os cristãos ex-muçulmanos, para que mesmo enfrentando a rejeição da família e da sociedade, experimentem a comunhão com Cristo e com a igreja.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Garoto rebelde tem encontro com Cristo na Malásia

segunda-feira, novembro 25, 2019

O filho de pastor conta como as mudanças foram acontecendo no coração e na mente dele

A pressão de ser filho de um pastor fez com que Lukas fugisse de Cristo, na Malásia

A pressão de ser filho de um pastor fez com que Lukas fugisse de Cristo, na Malásia

Trabalhar com o improvável é uma das especialidades de Deus, e o pastor Lukas* é testemunho vivo disso. Desde a infância, sentia-se pressionado por ser filho de um pastor cristão em Sarawak, leste da Malásia. No início da infância, ele conta que era inteligente, mas fez amigos que não se importavam com a educação. "Eu não queria estudar. Então, meus amigos e eu íamos jogar sinuca, andar de moto, faltar à escola, etc. Também costumava causar muitos problemas em todos os lugares que eu ia, sempre estava brigando e bebendo”, explica.

O desgosto dos pais era grande, até que um dia o pai de Lukas citou o garoto durante um sermão, como uma pessoa rebelde e sem esperança. Mesmo cansados do adolescente, eles mandavam o filho para o acampamento da igreja, sempre com a esperança que ele tivesse um encontro com Cristo. Ao invés disso, o jovem aproveitava as ocasiões para conhecer as garotas. Porém, um dia, os amigos de Lukas começaram a ter experiências profundas com o Espírito Santo e os líderes começaram a chamar um a um para orar. Quando chegou a vez dele, nada aconteceu. Então pensou: "Talvez eu seja tão ruim que Deus não queira falar comigo, ou não seja aceito".

Entretanto o sentimento de rejeição não afastou o menino dos acampamentos. E as mudanças foram graduais, até que ele já fazia parte das lideranças da igreja e dos jovens do distrito. Fez também um curso de introdução à teologia. Nesses treinamentos, o caráter de Deus começou a ser conhecido pelo jovem, e começou assim uma aproximação real, foi estimulado a abrir o coração a Deus e pedir aquilo que desejava. “Fiquei confuso porque, antes disso, nunca havia pedido nada a Deus - talvez isso tenha sido minha culpa. Então eu comecei naquele dia. Eu não sabia se acreditava ou não. Eu só queria tentar”, diz ele.

*nome auterado por segurança

Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Com igrejas fechadas na Argélia, cristãos se reúnem nos lares

sábado, novembro 23, 2019

Pastor conta os desafios e benefícios dessa nova maneira de ser o corpo de Cristo

O Pastor Salah agradece as orações e pede que os cristãos continuem a pedir a Deus e pressionar o governo da Argélia

O Pastor Salah agradece as orações e pede que os cristãos continuem a pedir a Deus e pressionar o governo da Argélia

O salão de uma igreja em Tizi Ouzou, Argélia, ficou cheio de policiais na tarde do dia 15 de novembro. Foi o encerramento oficial do prédio. Até agora, 13 igrejas foram fechadas no país desde o início de 2018. Irmãos e irmãs ao redor do mundo têm acompanhado a perseguição do governo argelino aos cristãos; alguns líderes até movimentaram os governos de outros países para pressionar as autoridades da maior nação africana. O pastor da Full Gospel Church, Salah Challah, conta que agora os membros da congregação dele estão se reunindo em casas.

Há um mês, o prédio da igreja do pastor foi interditado, mas isso não indicou o fim dela. “Nós já temos seis igrejas domésticas. Esperamos ter mais. Precisamos de famílias que possam receber pessoas nos lares”, explica o líder cristão. Com esta nova configuração, é comum que as pessoas que se dão melhor frequentem as mesmas casas, porém, esse fato intimida aqueles que desconhecem os anfitriões. Entretanto, há pontos positivos: “As igrejas em casas são muito mais poderosas. O governo não pode monitorar sempre, como fez com nosso prédio. Também, a lei não nos proíbe de receber pessoas em casa. É claro que nós precisamos ser sábios nesses encontros, para  não perturbar os vizinhos”, afirma Sallah.

Outra maneira que o pastor encontrou de manter os membros reunidos e alimentados foi sugerir que eles começassem a frequentar outras igrejas que não foram fechadas. Mas para muitos essa opção é inviável, já que precisariam dirigir entre 30 a 40 km de distância. “A coisa mais importante é a comunhão. Nós sabemos que a salvação é algo principal, mas a vida cristã é vivida em comunidade”, lembra.

O líder cristão também teve a rotina de trabalho alterada. Antes o prédio da igreja era local para cultos, aconselhamentos, discipulados e batizados. Mas agora as residências são os locais dessas atividades e o pastor está pronto para ir onde for necessário. Ele conta que passou o número de telefone para todas as pessoas que frequentavam a igreja e está disponível quando qualquer um precisar dele. “Eu falo com eles quando precisam de mim e, claro, fico feliz quando visito as casas”, completa o líder.  

Pedidos de oração

  • Ore para que a igreja cristã doméstica na Argélia cresça e seja testemunho vivo de Cristo.
  • Peça que o Senhor levante governantes tementes a ele e que as igrejas cristãs tenham liberdade de adorar em seus locais de costume.
  • Interceda pelo sustento físico, emocional e espiritual dos líderes cristãos. Para que eles não percam a esperança e sejam supridos em todas as necessidades.                                                                                           Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Igrejas domésticas são monitoradas e proibidas na Índia

sexta-feira, novembro 22, 2019

Investir nas crianças é uma das soluções para fortalecimento dos cristãos do país

Cenário religioso na Índia não favorece cristãos, mas a igreja continua crescendo

Cenário religioso na Índia não favorece cristãos, mas a igreja continua crescendo

Ser cristão na Índia tem sido um desafio desde que os extremistas hindus chegaram ao poder. Para eles, ser indiano é seguir ao hinduísmo e tudo o que for diferente dessa fé deve ser rejeitado. Além de enfrentar os ataques nas igrejas, o sul do país agora bate de frente com outro gigante: o governo. As autoridades passaram a restringir a construção de prédios para o culto cristão.

A saída encontrada pelos membros das igrejas foi a reunião doméstica. Porém, até mesmo essa decisão tem encontrado barreiras. “Quando o governo coloca restrição nos salões para adoração, os cristãos recorrem à comunhão nas casas, mas agora nós vemos que elas estão sendo cada vez mais monitoradas. Em vários distritos existem instruções oficiais da polícia para barrar a adoração nas casas”, conta um dos líderes de uma igreja parceira da Portas Abertas.

As pessoas que escolhem ir por essa via estão sujeitas a retaliação por meio de vigilância e ataques. Não há um local na Índia em que os cristãos estejam seguros. As investidas contra eles são frequentes e as autoridades não agem para protegê-los. Até mesmo um líder de alto escalão, como o ministro Mukhtar Abbas Naqvi, ignorou os dados e considerou o assunto como um problema comum de violência.

Alguém que compartilha Cristo no país é considerado agente de governo estrangeiro. Então, se uma igreja cristã auxilia pobres, ela é acusada de atrair as pessoas com dinheiro e benefícios materiais. Mesmo com tantas dificuldades, as conversões em massa acontecem e alarmam ainda mais os governantes.

Fortaleça uma criança na Índia

Esse é o cenário onde milhares de crianças cristãs estão crescendo. Elas percebem, desde muito cedo, que ser um discípulo de Jesus traz consigo muitas dificuldades. Por isso elas precisam entender porque vale a pena continuar a caminhada confiando no Senhor. A Portas Abertas convida você para orar e investir na Campanha Global Índia. Com apenas uma doação, é possível cobrir os custos com itens de necessidade básica e estudo bíblico de uma criança indiana.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

O avanço do islamismo na Ásia

quinta-feira, novembro 21, 2019

Os maiores países islâmicos estão no continente asiático, onde cristãos ex-muçulmanos enfrentam o desafio de viver a nova fé

A China é um dos países asiáticos com grande população muçulmana

A China é um dos países asiáticos com grande população muçulmana

Ao ouvir a palavra “muçulmano”, provavelmente o que vem a sua mente seja a imagem de um xeique árabe e países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito, Iraque ou qualquer país do Oriente Médio. Parece óbvio que essa seja a região mais muçulmana do mundo, mas não é. A maior população islâmica se encontra no Sudeste Asiático. Para surpresa de muitos, alguns dos maiores países muçulmanos do mundo estão na Ásia: Indonésia, Paquistão, Índia e Bangladesh. O islamismo avançou, e muito, além das fronteiras do seu berço, o Oriente Médio. E hoje a Indonésia é o país com a maior população islâmica, seguido pela Índia.

O Estado Islâmico (EI) pode estar sendo derrotado no Oriente Médio lentamente, mas o movimento está apenas mudando de endereço: indo do Oriente Médio para o Extremo Oriente, onde, longe da vista da grande mídia, está construindo novas fortalezas. Paquistão, Afeganistão, Malásia, Sul das Filipinas e até mesmo a Ásia Central e o noroeste da China são ameaçados pela ideologia extremista islâmica e têm seus próprios afiliados do EI. Um dos exemplos mais chocantes foi a ocupação da cidade filipina de Marawi em 2017, quando muitos cristãos foram executados. Nos países islâmicos do Sudeste Asiático, os cristãos ex-muçulmanos enfrentam muitos desafios para permanecerem fiéis ao Senhor.

O que está acontecendo na Ásia islâmica?

Existe um movimento muçulmano fundamentalista que quer implementar a sharia (conjunto de leis islâmicas) e varrer os cristãos do continente asiático. De certa forma, a igreja foi condenada à morte, mas não com uma bala, uma cadeira elétrica ou uma forca. O método deles é bem mais cruel, pois é uma morte lenta, feita aos poucos – um ataque a uma igreja aqui, uma mulher sequestrada ali, uma criança abusada, um mártir de cada vez.

Em meio a tudo isso, há uma igreja secreta de cristãos ex-muçulmanos; uma igreja apaixonada, mas secreta e silenciada. Há também as “igrejas abertas” – abertas, mas em muitos casos fechadas para os irmãos e irmãs que nasceram em uma família muçulmana e creram em Cristo em algum ponto da vida.

A família geralmente é o primeiro perseguidor. Se a família não “fizer nada”, a comunidade fará. Ameaças verbais, surras, sequestros e expulsão são as punições mais frequentes para os apóstatas do islamismo. O lado positivo disso é que como esses irmãos e irmãs sabem o preço que terão que pagar, eles dependem mais de Deus e geralmente são muito apaixonados por compartilhar o evangelho com os parentes, amigos e colegas de trabalho. Eles estão dispostos a correr os riscos.

É por eles que nos uniremos em clamor, no maior movimento nacional e interdenominacional de oração pela Igreja Perseguida. E o convidamos para participar conosco do Domingo da Igreja Perseguida, no dia 7 de junho. Não fique de fora, faça já o seu cadastro no DIP 2020 e saiba como realizar o evento em sua igreja local.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

Líder cristão é morto em ataque na Síria

quarta-feira, novembro 20, 2019

No mesmo dia, três bombas explodiram e fizeram 29 vítimas

Cristãos que decidem ficar na Síria encontram dificuldades pela constância de ataques

Cristãos que decidem ficar na Síria encontram dificuldades pela constância de ataques

Três bombas explodiram em 11 de novembro em Qamishli, na Síria, matando seis pessoas e ferindo 23. Apenas três dos feridos eram cristãos. No mesmo dia, o líder cristão Hovsep Petoyan e o pai dele, Abraham Petoyan, também foram assassinados por extremistas. Eles estavam junto com o diácono Fadi Sano a caminho de uma igreja na província de Deir Ez Zor. O carro deles foi identificado, e membros do Estado Islâmico abriram fogo.

Para o pastor George Moushi, da Alliance Church, não havia motivos para a emboscada contra o cristão. “Ele era um homem pacífico, que não tinha problemas com ninguém, e nem era político. A morte dele chocou todos os cristãos… nós estamos orando para não termos mais ramificações deste evento”, conta. Hovsep deixou a esposa, Caron Lahdo, e os três filhos, Hoving, Anna e Cayana.

“Pessoas nos ligaram dizendo: ‘Por que você continua nesta área?’. Isso faz com que elas comecem a pensar sobre imigração, de novo, por causa do medo e da insegurança. Tudo isso afeta a estabilidade e impacta a existência de cristãos nesta área”, conta George. Para ele, as explosões são maneiras de perturbar a paz e a segurança das pessoas, principalmente de quem decide ficar: “Algumas vivem com medo, outras preferem ficar isoladas. Todas essas coisas criam uma pressão psicológica, especialmente em quem tem filhos”.

Levon Yeghiayan teve o local onde mora afetado pela terceira explosão. Ela quebrou a janela de uma igreja e feriu três cristãos. “Nós estamos juntos contra isso. Eu presenciei o funeral e foi difícil dizer adeus a um novo líder como Hovsep. Ele era um homem de Deus e isso é perigoso aqui em nossa área”, testemunha Levon.

Seja a resposta de oração para os cristãos sírios

A Portas Abertas desenvolve diversos projetos na Síria. Entre eles estão a reconstrução de casas e igrejas, reabertura de escolas e bibliotecas, e fornecimento de microcrédito. Além disso, promove ajuda emergencial e distribuição de cestas básicas. Doe e permita que três famílias cristãs recebam alimentos durante um mês.

Pedidos de oração

  • Ore para que Deus console o coração da esposa, Caron, e dos três filhos de Hovsep, e supra as necessidades deles nesse momento delicado.
  • Peça que o Senhor inunde os corações dos cristãos de Qamishli de paz e segurança, para que eles permaneçam firmes na fé.
  • Interceda para que Cristo toque os corações dos extremistas, para que tenham um verdadeiro encontro com Deus.              

  •            Fonte:https://www.portasabertas.org.br/

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