sábado, 10 de dezembro de 2016

Casamento dos irmãos Darlison e Simone


Estivemos neste Sábado 10/12/16 na Congregação de P.A. Bom Lugar para fazer a cobertura dos Casamento dos irmãos Darlison e Simone. A cerimônia foi realizada pelo Pr. Adelino, um boa caravana de da Sede também se fez presente, depois da cerimônia os convidados foram para um bom jantar na casa da noiva no P.A. Paulista, agradecemos  aos noivos pela boa recepção e desejamos tudo de bom e que Deus continue a abençoar muito mais.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Youtuber Fabiola Melo arrecada dinheiro para doar barco a projeto missionário do Amapá

Fabiola Melo e seu marido, pastor Samuel Cavalcante, têm mobilizado um grande número de pessoas para ajudar o Projeto Oiapoque no Amapá e irão realizar um evento beneficente para cumprir este objetivo.

FONTE: GUIAME

A União faz a força. O dito popular pode ser usado também para descrever as conquistas que a Youtuber Fabiola Melo e seu marido, pastor Samuel Cavalcante têm alcançado em nome da propagação do evangelho entre tribos indígenas ainda não alcançadas do Amapá.
Após uma viagem à região do Oiapoque (extremo norte do país), o casal se sentiu tocado a mobilizar o maior número possível de pessoas para comprar um barco que possa atender às necessidades de missionários atuantes na região e agora estão realizando um evento beneficente para completar estas doações.
Falando com exclusividade ao Guiame, Fabiola contou que inicialmente, ela seu marido queriam apenas dar alguma ajuda ao projeto missionário da região.
"Nós recebemos um convite para ministrar no ano passado lá no Amapá em uma igreja do pastor Lucifran, na Assembleia de Deus. Ouvimos falar que essa igreja ficava perto da região do Oiapoque e resolvemos aproveitar essa viagem que seria única para ir naquelas tribos e conhecer o trabalho missionário de lá e levar Bíblias conosco", contou Fabíola sobre a ideia de visitar o Projeto Oiapoque.
Para cumprir esta proposta inicial, Fabiola e Samuel contaram com a ajuda da Casa da Bíblia, que doou os exemplares para serem levados às tribos indígenas e também com Josué, da produtora de filmes 'My Dreams', que acabou registrando toda a viagem no formato de um pequeno documentário.
"Quando fomos para lá, entregar as Bíblias, nos reunimos, oramos com eles e vimos um povo muito apaixonado por Jesus, sedento da Palavra, de aprender sempre mais. Nós ficamos até constrangidos, porque fomos achando que íamos abençoar e na verdade nós fomos abençoados e recebemos mais do que entregamos ali", relatou a Youtuber.
Fabiola expressou o quanto a visita foi edificante e compartilhou parte do depoimento de um dos índios, que apontou a Bíblia como um importante vínculo estabelecido com Deus.
"Um deles até disse no vídeo, que quando ele lê a Bíblia sente que está conversando com Deus pessoalmente. São palavras tão puras que você volta àquele evangelho mais simples", contou.
Fabiola Melo ministrando em igreja do Amapá. (Foto: Divulgação)

"É possível fazer mais"
A viagem à região do Oiapoque e o contato com as tribos indígenas alcançadas pelo evangelho foram essenciais para que Fabíola e Samuel compreendessem que era possível fazer mais por aquele projeto missionário.
"A gente se sentiu tão presenteado por eles, pelas palavras e pelas vidas deles que a gente quis abençoar. Levar Bíblias foi pouco com relação a o que a gente pode fazer", contou.
Fabíola afirmou que o projeto de arrecadar fundos para a compra do barco acabou surgindo espontaneamente, devido ao sentimento e a certeza que ela e Samuel tinham, que era possível fazer mais do que simplesmente levar Bíblias.
"Nós voltamos muito impactados e logo em seguida eu fiz um vídeo para o meu canal e chorei muito e falei para os meus seguidores: 'Gente, nós precisamos fazer muita coisa ainda. Nós podemos ir além, precisamos nos importar. Tentei realmente passar o que eu estava sentindo e eles abraçaram o projeto", acrescentou.
"Nós decidimos que doaríamos um barco, porque conversamos com o pastor Aguinaldo, do Projeto Oiapoque e ele mesmo falou da necessidade de ter um barco lá, para alcançar tribos muito afastadas, como Kumenê e Kumarumã, que ficam a cerca de nove horas de distância, usando barco e eles usam uma 'voadeira", contou Fabíola, citando a pequena embarcação, comumente usada na região, mas que se torna perigosa quando usada para grandes viagens.
Missionários a caminho de tribos indígenas, no Oiapoque. (Foto: Divulgação)

O Evento beneficente
Até o momento, 80% do dinheiro para a compra do barco foi arrecadado e para completar a quantia necessária, Fabíola e o pastor Samuel estão contando com a presença de todos em um evento beneficente, que se realizará no dia 19 de dezembro, em São Paulo (SP).
O evento contará com a participação da própria Fabiola Melo, do pastor Jeter Guedes e dos cantores Gabriel Guedes e André Aquino.
A participação de todos os convidados também está sendo voluntária, para baixar os custos do evento e permitir que toda a renda das inscrições seja usada para a compra do barco.
"Todos voluntariamente, doando seus serviços, naquilo que eles são bons, conforme os dons que Deus lhes deu. Eles estão nos doando isso, para conseguirmos organizar este evento e juntar pessoas, para que todos possam contribuir, se inscrevendo", afirmou Fabiola.
As inscrições para o evento podem ser feitas pelo próprio site fabiolamelooficial.com.br , no valor de R$27,00. A Youtuber também explicou que é possível fazer uma "inscrição solidária", na qual a pessoa, mesmo sem poder ir ao evento, paga o valor do ingresso como forma de fazer uma doação para essa iniciativa.

Serviço:
Evento Beneficente - Projeto Oiapoque
Data: 19 de dezembro
Horário: 19h
Local: Igreja Central
Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 136, Bom Retiro
Inscrições: fabiolamelooficial.com.br

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Missionários estão enfrentando perseguição `nunca vista´


Tradutores da Bíblia pedem orações, pois`batalha espiritual´ tem aumentado.

Para quem está envolvido no ministério da pregação do evangelho, falar sobre batalha espiritual nunca foi novidade. Contudo, Bruce Smith, presidente da Wycliffe Associates, especializada em tradução da Bíblia para povos não alcançados, acredita que isso se intensificou nos últimos tempos.
“Estamos recebendo novos relatórios sobre forte opressão literalmente toda semana”, disse Smith em um comunicado. “A guerra espiritual tornou-se o ‘novo normal’ para muitos missionários envolvidos com a tradução da Bíblia.” Ele explica que isso é especialmente verdade para os trabalhadores nacionais, que em geral são os primeiros convertidos de um determinado povo ou etnia.
“Eu cresci frequentando uma igreja no subúrbio de Chicago e não se falava sobre isso de ‘guerra espiritual’”, lembra. “Durante muito tempo pensei que este tipo de coisa pertencia ao passado, aos tempos bíblicos. Mas eu vi muito e com meus próprios olhos, para não acreditar que existe uma intensa guerra espiritual acontecendo hoje”.
Em meio às situação citadas por ele como “prova” desta guerra estão tradutores da Bíblia que adoecem sem explicação, missionários sendo presos sem motivo – alguns cruelmente torturados –  além daqueles que são agredidos e assassinados simplesmente por que estão fazendo a obra. Em alguns casos, os membros da família dos tradutores que são atacados, o que atrapalha o trabalho que eles deveriam estar fazendo. Houve um missionário local que morreu inexplicavelmente logo após participar de uma oficina de tradução.
Por questões de segurança, a Wycliffe não divulga nomes nem os países onde essas situações ocorreram, mas a missão admite que os ataques mais graves e brutais contra os tradutores da Bíblia ocorrem em áreas onde a maioria da população é abertamente contra o cristianismo.
Wycliffe começou um projeto no ano passado para traduzir a Bíblia em 76 países, alcançando 314 idiomas, a maioria de etnias pequenas e isoladas.
O relato desse aumento visível da guerra espiritual de Bruce Smith veio pouco tempo depois de Dr. Vernon Brewer, fundador da ONG cristã World Help, alertou para a intensificação da perseguição cristã.
“Em nenhum outro momento da história os cristãos foram tão perseguidos como agora, afirmou ele. Estima-se que mais cristãos foram martirizados por sua fé no século passado do que em todos os 19 anteriores juntos. A perseguição está em ascensão principalmente no Oriente Médio, na África e na Ásia”, afirmou a World Help em um comunicado no final do mês passado. 
Fonte:http://www.cpadnews.com.br/

Nepal registra mais de 1 milhão de cristãos e 8 mil igrejas após terremoto

O terremoto que atingiu o Nepal em abril de 2015 ajudou o cristianismo a crescer no país, de acordo com a Federação dos Cristãos no Nepal.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY
Nepal tem mais de um milhão de cristãos convertidos e este número continua crescendo. (Foto: Reprodução)
Nepal tem mais de um milhão de cristãos convertidos e este número continua crescendo. (Foto: Reprodução)
Milhares de pessoas estão se voltando para Cristo no Nepal, desde que a nação hindu se tornousecular em 2008.
Atualmente, o Nepal tem mais de um milhão de cristãos convertidos e este número continua crescendo, segundo informou o site Nikkei Asian Review. Além disso, o país abriga mais de 8 mil igrejas.
O aumento da fé cristã foi mais notável entre os grupos minoritários do Nepal, como os Kirats e os Dalits, ou seja, aqueles que pertencem à casta mais baixa.
Dados da Federação dos Cristãos Nacionais no Nepal (FNCN, na sigla em inglês) estimam que 60% dos cristãos nepaleses são dalits, a casta que compõe 30 milhões da população do país.
Dil Maya, de 70 anos, é uma das dalits que se converteu ao cristianismo depois de ver a cura milagrosa de seu marido.
"Meu marido Dhan Bahadur estava muito doente e nenhum médico conseguia curá-lo. Alguém me disse para eu procurar uma igreja e orar, e foi assim que eu cheguei aqui", disse Maya.
"Deus curou meu marido e eu me senti curada também, porque pela primeira vez na minha vida eu me senti aceito por uma comunidade. Ninguém me aceitou antes. Sinto-me aceito aqui", disse ela.
No entanto, nem todos os novos convertidos ao cristianismo no Nepal pertencem à casta inferior. Shah, por exemplo,  veio de uma família nobre e também se converteu ao cristianismo.
"Antes eu era jogador, lutador, alcoólatra e usuário de drogas. Eu costumava bater nas pessoas. Eu era terrível", admitiu Shah, que teve seu encontro com Cristo em 2005.
O sentimento de pertencer ao Corpo de Cristo foi uma das melhores experiências de Shah. "Uma coisa que eu gosto sobre os cristãos é que eles acreditam que todos pertencem a uma única família", disse ele.
Segundo o secretário-geral da FNCN, Chandra Man Nepali, o terremoto que atingiu o Nepal em abril de 2015 ajudou o cristianismo a crescer no país.
"Sempre que o governo não conseguia chegar à algum local, havia cristãos lá. Alcançamos alguns distritos com alimentos, água e suprimentos médicos. Nós tínhamos financiamento das igrejas de fora. Desta forma, os cristãos foram mais úteis para a sociedade", disse Chandra.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

"Todos se encontrarão com Cristo, mesmo que não acreditem nele", diz pastor sobre Juízo Final

Em uma de suas pregações, o pastor Greg Laurie destacou que não há relato mais confiável que a Bíblia sobre a vida após a morte e alertou sobre a necessidade do arrependimento no processo da salvação.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST
Greg Laurie é pastor da Harvest Christian Fellowship. (Foto: Orange County Register)
Greg Laurie é pastor da Harvest Christian Fellowship. (Foto: Orange County Register)
Popular evangelista e autor de mais de 70 livros, o pastor Greg Laurie, pregou recentemente sobre o capítulo 20 do livro de Apocalipse, lembrando que a passagem expõe a história de Satanás sendo aprisionado por mil anos no Inferno.
Para explicar o contexto, o pastor disse que ele acredita que o próximo evento no calendário profético de Deus é o Arrebatamento, e então virá a Tribulação de sete anos, seguida pela Segunda Vinda de Cristo, levando ao reinado do milênio mil anos de reinado sobre os sobreviventes da Grande Tribulação.
"Durante o período milenar", acrescentou Laurie, "haverá paz mundial pela primeira vez, haverá alegria e felicidade, e nenhuma deficiência. As pessoas terão vidas longas, o reino animal será subjugado, haverá justiça universal, a maldição do pecado será suspensa e a santidade prevalecerá".
No entanto, a passagem de Apocalipse 20:7-10 fala sobre mais uma batalha, Laurie disse à congregação, explicando que é quando Satanás será liberto de sua prisão.
"Satanás enganará os descendentes dos sobreviventes da Tribulação que ainda têm natureza pecaminosa", afirmou. "Mas então Satanás enfrentará o julgamento final, que nos leva ao Grande Julgamento do Trono Branco".
Pastor Greg Laurie destacou que Bíblia ensina que há dois tipos de morte: física e espiritual. "Jesus advertiu que devemos temer a segunda morte mais do que a primeira morte. Ela significa a separação espiritual de Deus".
O pastor disse, então: "A eternidade para os filhos de Deus são como o dia no qual o sol não se põe. Já a eternidade para os ímpios é como a noite que não tem amanhecer".
Laurie explicou: "O trono branco é chamado de grande por causa de seu poder e finalidade. É também chamado de branco por causa de sua pureza".
O pastor também buscou esclarecer os fatos sobre o destino do indivíduo após a morte.
"Quando um cristão morre, ele ou ela vai para o céu, e quando um descrente morre, ele ou ela vai para o Hades" disse o pastor, referindo-se ao evangelho segundo Lucas 16:22-23.
"As pessoas no Hades estão plenamente conscientes e com dor... Uma vez que você está no inferno, não pode mais ir para o céu", afirmou.
Continuando a esclarecer fatos sobre o grande número de crenças sobre a vida após a morte, Laurie destacou que não há qualquer informação confiável sobre o assunto, que esteja fora das Escrituras Sagradas (Bíblia).
"O único relato confiável da vida após a morte é a Bíblia", afirmou o pastor desconsiderando relatos de pessoas que descreveram suas experiências pessoais fora de seus próprios corpos em vários livros.
Greg Laurie tem grande influência entre alguns artistas de Hollywood, como no caso do conceituado ator e diretor Mel Gibson. (Foto: Instagram


"Boas intenções" não bastam
Mas quem sofrerá esta segunda morte? Pastor Laurie lembrou que "Todos aqueles que rejeitaram o perdão dado por Deus" terão este trágico destino. Ele também acrescentou: "Veja bem, eu não disse que são pessoas ruins".
Tanto pessoas más como aqueles que são aparentemente justas e bondosas poderão estar no inferno, segundo Greg Laurie. "Os procrastinadores e membros da igreja não salvos também estarão lá, porque nunca decidiram acreditar realmente em Deus", acrescentou.
Por que eles estão lá? Porque "eles não creram", Laurie respondeu, citando João 3:18.
O propósito para o julgamento final é deixar que os não-crentes saibam por que eles são condenados, ele disse aos ouvintes.
"Um dia, cada pessoa na terra se encontrará com Jesus Cristo, mesmo se eles não crêem que Cristo existe. Todos se encontrarão com Jesus Cristo, porque isso é inevitável e se eles não o reconhecerem como seu Salvador, Ele será seu juiz", avisou Laurie.
"O inferno é uma prisão na qual as portas são trancadas são trancadas de fora por Deus", disse o pastor, concluindo que muitas vezes, o ser humano escolhe ir para o inferno, enquanto Deus quer ver sua criação indo para o céu.

Trabalho Missionário em Lagoa da Cobra, no extremo sertão piauiense,


Trabalho Missionário em Lagoa da Cobra, no extremo sertão piauiense, crescendo para a Glória de Deus! Um trabalho feito por fé , sem nenhuma ajuda pública. Ore por nós, ame essa obra.
Fonte: Mis. Kellen Gaspar

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Jovens decidem evangelizar a tribo Hmong


Eles foram preparados para a evangelização com base em histórias bíblicas e são inspirados na sucessão da liderança de Moisés a Josué.
Atualmente, em Laos, muitos casos de perseguição não são denunciados e muito menos divulgados pela mídia local. Nem mesmo a mídia internacional tem comentado sobre a violência contra os cristãos no país. Muitos incidentes são causados por aldeões e autoridades que continuam a considerar os seguidores de Cristo como espiões vindos de países estrangeiros. A igreja pede orações para que essa percepção negativa seja mudada. 
A juventude laosiana, porém, decidiu se unir para evangelizar a tribo Hmong, um grupo étnico das regiões montanhosas do sul da China. Esses jovens foram preparados para a evangelização com base em histórias bíblicas. Eles são inspirados na sucessão da liderança de Moisés a Josué. E também se baseiam na vida de Jesus e seus discípulos. 
Dessa forma, os trabalhos evangelísticos seguem em frente em Laos, fortalecendo cada vez mais a igreja no país. Laos é o 29º na Classificação da Perseguição Religiosa, com um regime comunista totalmente fechado e oposto a qualquer influência considerada estrangeira ou ocidental, onde não há liberdade de opinião e muito menos de religião. Interceda por essa nação.

Fonte:www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Eslováquia é o primeiro país da Europa a impedir oficialmente a propagação do Islã


“Precisamos fazer todo o possível para que nenhuma mesquita seja construída aqui", alertou Andrej Danko.
O Parlamento eslovaco aprovou esta semana uma lei que visa impedir a propagação do Islã. Em um sinal de desobediência aos esforços da União Europeia para aceitar indiscriminadamente o grande afluxo de imigrantes, a grande maioria muçulmanos, o primeiro-ministro Robert Fico defendeu medidas restritivas.
A partir de agora, para ter o status de religião oficialmente reconhecida, o projeto de lei proposto pelo Partido Nacional Eslovaco (SNS), determina que são necessários pelo menos 50.000 membros. Caso queira receber qualquer subsídio do estado, como abrir suas próprias escolas e instituições, uma religião precisa desse reconhecimento. Oficialmente, a Eslováquia tem menos de 5.000 islâmicos.
O SNS destaca que essa nova lei evita o registro de movimentos que são apenas provocações,  como a Igreja do Monstro de Espaguete Voador, que reúne seguidores em todo o mundo, a maioria ateus.
“A islamização já começou e devemos nos dar conta do que vamos enfrentar em cinco ou dez anos. Precisamos fazer todo o possível para que nenhuma mesquita seja construída aqui no futuro”, ressaltou o presidente do SNS, Andrej Danko.
Ano passado, o Ministério do Interior da Eslováquia afirmou que somente imigrantes cristãos seriam aceitos no país. Atualmente, 92,5% da população se identifica com esta religião.
A nova lei foi aprovada por dois terços do Parlamento, numa aliança rara entre partidos da base do governo e os da oposição. Os legisladores rejeitaram uma proposta mais extrema, do Partido Popular Nossa Eslováquia, que desejava fixar em 250.000 o número mínimo de membros de cada religião reconhecida.
As dificuldades da União Europeia em integrar os milhões de imigrantes que chegaram ao continente desde o início de 2015, aliados a uma série de ataques terroristas realizados por pessoas que se identificam como islâmicas contribuíram para a decisão.
Como a Eslováquia atualmente preside o Conselho da União Europeia, especialistas temem que esse anúncio possa influenciar outros países a fazer o mesmo. Embora não tenha proibido abertamente o Islã, a Hungria se recusou a receber refugiado islâmicos.
Ao mesmo tempo, na Holanda, onde as eleições ocorrem em março de 2017, o favorito ao cargo de primeiro-ministro é Geert Wilders, cujo partido já anunciou que pretende banir o Alcorão e fechar as mesquitas.
Além da Eslováquia, Angola na África e China na Ásia são os únicos países com leis que impedem a propagação do Islã em seu território.
Com informações de ABC
Fonte:www.gospelprime.com.br

domingo, 4 de dezembro de 2016

Testemunho: "Como eu fugi da Coreia do Norte e tive minha vida transformada pelo Evangelho"

Em um emocionante testemunho, o escritor norte-coreano Joseph Kim relata sua luta pela sobrevivência em um país no qual passou fome e teve sua família destruída. Seu encontro com Cristo é parte fundamental de sua história.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIANITY TODAY

Joseph Kim é o autor do livro "Sob o Mesmo Céu: Da fome na Coreia do Norte à Salvação da América" (Houghton Mifflin Harcourt).
Joseph Kim é o autor do livro "Sob o Mesmo Céu: Da fome na Coreia do Norte à Salvação da América" (Houghton Mifflin Harcourt).
De certa forma, eu imagino que crescer na Coreia do Norte é como crescer em qualquer outro lugar. Eu tinha um pai e uma mãe, que não deixavam de me mostrar o amor deles por mim e por minha irmã mais velha. Eu pegava libélulas com os meus amigos e esperava com entusiasmo pelos desenhos animados que passavam na TV.
Então, em 1995, o pior da 'Grande Fome' desceu sobre a terra, e os privilégios da minha infância foram retirados.
Quando eu tinha 12 anos, meu pai morreu de fome. Nossa casa foi tomada para pagar uma dívida que ele tinha com um 'amigo' da família. Nesse mesmo ano, minha mãe fugiu para a China com a minha irmã, em busca de comida e dinheiro. Ela voltou alguns meses mais tarde, sozinha. Ela tinha vendido minha irmã como 'noiva' para algum homem - um destino comum para as jovens refugiadas norte-coreanas. Minha mãe acreditava que seria uma vida melhor para a minha irmã, se comparada à que ela teria em casa.
Eu nem mesmo sabia que ela tinha conhecimento acerca do que o tráfico sexual realmente é. A maioria dos traficantes destacam os benefícios de uma jovem ser casada com um homem chinês. Ela não foi a única norte-coreana que teve de tomar esse tipos de decisão tão difícil. Ela [minha mãe] continuou a viajar secretamente para a China, até que foi capturada e presa pelo governo norte-coreano.
Como eu não tinha uma família junto a mim, passei a morar nas ruas e a possibilidade de ser amado começou a desvanecer-se. Antes que eu tivesse a chance de decidir quem eu era em meus próprios termos, a minha identidade foi definida por outros: 'desabrigado', 'órfão', 'mendigo'. Quando me aproximava das pessoas nas praças de alimentação, nos mercados da cidade, elas me batiam ou me afastavam como se eu fosse uma mosca. Ninguém dizia: "Eu vejo o quão cansado e sem esperança você deve estar".
Aos 15 anos de idade, eu me vi diante de uma escolha: Eu poderia morrer de fome como meu pai, ou fugir do país tentar garantir uma vida melhor fora de suas fronteiras fortificadas. Entre a certeza da morte e as chances de sobrevivência, eu escolhi a sobrevivência.
Eu tinha ouvido falar que a maioria dos norte-coreanos tentaram atravessar a fronteira com a China durante a noite e, sendo assim, eu planejei minha fuga para o meio-dia de fevereiro de 2006. Eu desci as margens do rio Tumen, revestindo meus sapatos com sedimentos de areia para a tração, e corri em toda a superfície gelada do rio para a outra margem. Foi um milagre, eu ter conseguido fazer isso.
Eu fugi cheio de esperanças. Eu tinha certeza de que eu não teria nenhuma dificuldade em encontrar alimentos. Imaginei famílias chinesas entregando-me as suas sobras, como uma tigela de arroz, que não era nada para eles.

O ditador comunista Kin Jong Un mantém a intensa perseguição religiosa que já era intensa no governo de seu pai, Kin Jong Il. (Foto: Reuters) 


Chegando à China

Mas uma vez na China, a realidade bateu. Quase ninguém queria compartilhar nada comigo. Eles ficavam irritados quando eu simplesmente pedia que me dessem o que sobrou. Eu estava tão confuso. Não era assim que eu esperava que as pessoas reagissem.
Por algumas semanas, eu mal consegui o suficiente para sobreviver. Em seguida, uma senhora coreana/chinesa idosa se aproximou de mim.
"Eu sinto muito, não há nada que eu possa oferecer", disse ela. "Mas você deve ir a uma igreja", disse ela, olhando para um edifício que tinha uma cruz.
Eu já tinha visto uma cruz vermelha sobre os portões de um hospital na Coreia do Norte, mas não tinha idéia de que uma cruz tinha a ver com a Igreja. Eu segui as instruções daquela mulher. Eu vi alguns edifícios, mas nenhum tinha uma cruz vermelha.
Eu parei e perguntei a um homem que estava perto: "Onde posso encontrar uma cruz?". Ele me respondeu: "Olhe para cima". E lá estava ela.
Esta foi a minha primeira vez dentro de uma igreja. Era tarde da noite, e alguns homens permaneciam naquele prédio modesto.
"Eu sou da Coreia do Norte. Eu não conheço ninguém aqui e preciso de ajuda", disse àqueles homens ao me apresentar. Um deles me deu 20 yuan (cerca de três dólares) e me disse que era tudo o que poderia me dar naquele momento.
Daquela cidade na parte norte da China, eu fui para Yanji, em seguida, para Tumen. Fiquei vagando até que encontrei uma outra igreja. Na parede estavam escritas estas palavras: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei".
Era como se alguém estivesse falando diretamente para mim. Eu pensei ter ouvido uma voz dizendo: 'Eu entendo como você está exausto e desesperado. Dê-me as mãos e eu vou cuidar de você'.
Uma mulher bem vestida me cumprimentou com um sorriso - apesar do fato de que eu não havia tomado banho durante semanas.
"Como posso ajudá-lo?", Ela perguntou. Eu senti que eu precisava para adicionar urgência à minha fala e então, ao invés de dar-lhe o meu discurso habitual, eu menti. Eu disse a ela que eu estava a caminho para atender a minha irmã em outra cidade e precisava de meios para chegar lá. A mulher me pediu para esperar no saguão. Ela voltou com 50 yuan (oito dólares) e me desejou sorte. Aquela foi a maior quantia em dinheiro que já tive em minhas mãos, até então.
Poucos dias depois, voltei para a igreja, imaginando que iria receber mais 50 yuan. Desta vez, os membros da igreja se ofereceu para me deixar ficar temporariamente. Isto foi melhor do que eu esperava. Eu estava dormindo em uma casa abandonada sem janelas durante o inverno. Mas agora poderia em um quarto de verdade com um cobertor. Foi emocionante. Eu concordei em ficar.
Uma semana depois, eu corri para a mulher que me tinha dado 50 yuan. Descobri que ela era a mulher do pastor. Eu estava com medo de que ela me criticasse por mentir e me expulsasse dali, mas ela me deixou ficar. Uma tarde, eu ouvi os membros da congregação discutindo que o pastor tinha dentes ruins, mas não podia pagar o tratamento dentário. Eu pensei que a senhora tinha me dado aquele dinheiro, porque ela tinha de sobra. Naquele momento, eu percebi o quanto aqueles 50 yuan valiam para sua família.
Seu generoso ato provocou a minha curiosidade sobre Deus. Ela parecia inicialmente tão semelhante a todos aqueles que se recusaram a me dar restos de arroz, mas ela era diferente. Comecei a ler a Bíblia para saber mais sobre o que ela acreditava. Apesar do meu desejo sincero de aprender, eu não conseguia entender. O vocabulário, o conceito de céu e inferno... nenhum deles fez sentido para mim. Ainda assim, eu continuei perguntando sobre sua fé.
Na China, hospedar um refugiado norte-coreano é ilegal e essa igreja já havia me protegido por mais de duas semanas. Eu não poderia ficar para sempre. Um dos membros localizou uma senhora chinesa/coreana que vivia em outra cidade e estava disposta a me receber em sua casa. Ela era uma cristã devota, a qual vou nomea-la aqui como "a vovó". Eu não sabia como orar, mas ela me encorajou a ler a Bíblia e me ensinou a cantar hinos. Ela me deu um novo nome: Joseph.
Minha primeira oração a Deus foi feita na China e à noite, a vovó me apresentou a um hino:
"Pai, eu ergo minhas mãos para ti,
Nenhum outro tipo de ajuda eu conheço;
Se o Senhor retirar-se de mim,
Oh! Para onde eu vou?"
Naquela noite eu orei: 'Deus, eu não sei quem você é ou se você existe como a Bíblia e os cristãos pregam. Mas eu preciso de Sua ajuda.
Apesar da intensa perseguição religiosa, também na China, o cristianismo tem se fortalecido cada vez mais no país e poderá se tornar a religião da maioria dos chineses. (Foto: China Aid)

Poucos meses depois que me mudei para a casa da vovó, eu conheci um missionário sul-coreano que mantinha um abrigo subterrâneo para os norte-coreanos. Mais tarde, nesse mesmo ano, um ativista me ajudou a mudar para os Estados Unidos.
Cheguei em 2007 como refugiado e comecei a frequentar o ensino médio em Richmond (Virginia/EUA). Diferentes obstáculos me ofuscaram lá. Eu não conseguia entender uma única palavra das minhas aulas ou dos colegas de escola e eu mal conseguia manter-me com o fluxo de diferenças culturas ali. Mas porque eu ainda era relativamente jovem, eu fui capaz de aprender a língua inglesa. Eu me formei em quatro anos, e agora estou cursando a faculdade na cidade de Nova York. Eu participo de uma igreja em Manhattan e estou aprendendo mais sobre Deus e Seu mundo.
O hino que a vovó me ensinou colocava em palavras o que o meu coração precisava dizer. Eu estava sozinho no mundo. A qualquer momento, as autoridades poderiam ter me prendido e me mandado de volta para a Coréia do Norte, para eu voltar passar fome. Eu senti que não havia ninguém para cuidar de mim, ninguém que pudesse ajudar. O que aconteceria se Deus se retirasse de mim também?
Mas o que era a ajuda de Deus, senão as igrejas que me ajudaram, como aquela esposa do, que me deu os 50 yuan ou aquela senhora cristã que me deu o meu novo nome e me abrigou em sua casa?
Fugindo para a China, eu tinha perdido a esperança na bondade humana. Encontrar cristãos lá foi como se eu reencontrasse a esperança. Cuidar de estranhos, agindo com compaixão, sem esperar nada em troca: 'Essa é a beleza da humanidade. Essa é a beleza do evangelho'.
*Joseph Kim é o autor do livro "Sob o Mesmo Céu: Da fome na Coreia do Norte à Salvação da América" (Houghton Mifflin Harcourt).