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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Vem aí o IV Encontro de Oração do MDC

Faça agora mesmo a sua inscrição e garanta sua vaga no evento mais esperado do ano para as intercessoras da igreja brasileira

O Mulheres do Caminho, ministério de mulheres da Portas Abertas, terá seu próximo encontro nacional entre os dias 17, 18 e 19 de novembro, no Vale da Bênção, em Araçariguama (SP). O evento é voltado para mulheres brasileiras que desejam reservar alguns dias para além de interceder pelos cristãos perseguidos, ter momentos de adoração, edificação e comunhão.

Uma inciativa que reunirá os diversos grupos de oração espalhados pelo Brasil. Além do comprometimento com o Reino de Deus, as participantes também podem fazer novas amizades e compartilhar suas experiências. Quem faz parte do MDC sabe que esta é uma oportunidade única.

IV Encontro Nacional de Oração do MDC
Início: 17 de novembro, às 17h (sexta-feira)
Término: 19 de novembro, às 14h30 (domingo)
Endereço: Rua Bom Pastor, 300, Bairro Vale da Bênção
Araçariguama, SP / Referência: Rodovia Castelo Branco, km 50

Informações sobre transporte, alimentação, programação e outros, clique aqui.

INSCREVA-SE

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Inscreva-se para o IV Encontro de Oração do MDC

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

Família cristã está desabrigada

Depois de se converter ao cristianismo, Vang Mo* e sua família foram expulsos de sua aldeia e forçados a viver na beira de uma estrada

Na semana passada, Vang Mo e sua família foram forçados a sair de sua aldeia, que fica no noroeste do Vietnã. Dois meses atrás, ele entregou sua vida a Jesus e tornou-se membro de uma igreja. Desde sua conversão, seus caminhos foram mudados e ele passou a ser um ótimo pai e também marido amoroso.

No dia 16 de junho, porém, o prefeito, em conjunto com o líder da polícia e mais 20 pessoas foram até a casa do cristão para expulsá-lo da aldeia, pelo fato da família ter se decidido pelo cristianismo. Eles tiveram que montar uma barraca na beira da estrada com alguns de seus pertences. No momento, eles vivem em situação totalmente vulnerável e necessitam das nossas orações.

A igreja no Vietnã, país que ocupa o 17º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, enfrenta momentos difíceis. A nação comunista vê com maus olhos todos os cidadãos que se convertem a Cristo. A liderança política acredita que a igreja seja uma potência estrangeira, por isso limita a liberdade de culto e adoração a Deus. Os fiéis vindos do budismo ou de religiões místicas enfrentam uma perseguição ainda mais severa, por serem considerados apóstatas.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Pedidos de oração

Ore para que Deus seja o refúgio de Vang Mo e sua família nesse momento tão difícil.

Peça que muito em breve eles sejam novamente abrigados e protegidos.

Interceda pela Igreja Perseguida no Vietnã, para que continue perseverando na fé, apesar da violência e hostilidade.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

quinta-feira, 22 de junho de 2017

#Shockwave2017: Reflita sobre a sua liberdade

Comece agora mesmo a se preparar: faça seu cadastro, marque dia e hora e convide todos os seus amigos para orar pelos cristãos perseguidos

Shockwave é um movimento de milhares de jovens que usam a liberdade que possuem para orar pelos nossos irmãos que enfrentam violência e hostilidade por causa do cristianismo, em dezenas de países no mundo. O underground (UG), ministério de jovens da Portas Abertas, organiza o evento desde 2001, e investe na comunicação voltada para a juventude brasileira. O nome underground foi escolhido para ser uma homenagem às igrejas clandestinas, organizadas pelos líderes cristãos perseguidos.

"Somos um movimento de jovens comprometidos com Deus e com sua palavra. Somos a voz que conta a história de milhões de pessoas ao redor do mundo que são perseguidas por seguirem a Jesus. Somos jovens que oram pelos cristãos perseguidos e se colocam no lugar deles. Somos pessoas desafiadas pelo evangelho e dispostas a impactar a igreja brasileira. Somos um só corpo, e quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele (1 Coríntios 12.26)", explica o responsável.

Faça parte desse movimento. Use sua liberdade em favor da Igreja Perseguida. O objetivo do UG é unir jovens em prol dessa causa. O Shockwave 2017 acontecerá entre os dias 22 a 24 de setembro. O tema deste ano é "liberdade", que propõe uma reflexão sobre os muitos cristãos são colocados em prisões, cativeiros ou campos de trabalhos forçados. Escolha o dia e a hora para reunir os seus amigos que estão dispostos a orar pelos cristãos perseguidos. Organize-se desde já, faça seu cadastro e tenha acesso a materiais exclusivos para sua reunião.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

A noite do poder

Na noite do 26º para o 27º dia do Ramadã, celebra-se o laylat al-kadr (noite do poder ou noite do decreto), pois acredita-se que foi nessa noite que Alá começou a falar com Maomé

O início do Ramadã, este ano, aconteceu no dia 27 de maio e terá seu término no dia 25 de junho. O jejum desse período faz parte dos cinco pilares da fé islâmica e é obrigatório para todos os seus seguidores. Trata-se de um tempo especial em que os muçulmanos se reúnem em oração e que é considerado também uma oportunidade especial para reviver, renovar e revigorar a prática de fé. A palavra Ramadã tem sua origem do árabe "ramida" que significa "ser ardente".

Há duas grandes celebrações importantes durante o período. Na noite do 26º para o 27º dia do Ramadã, celebra-se o laylat al-kadr (noite do poder ou noite do decreto), pois acredita-se que foi nessa noite que Alá começou a falar com Maomé. Alguns oram com mais fervor nessa ocasião, acreditando ter mais chance de receber as bênçãos tão desejadas. Também durante essa noite, os cristãos se reúnem para pedir que o poder do Espírito Santo seja derramado sobre muitas vidas que ainda não ouviram falar do nome de Jesus.

Você também pode orar pelos muçulmanos durante o Ramadã. A Portas Abertas preparou um mapa de oração com vários pedidos e instruções. Lembre-se também de orar pelos cristãos perseguidos que estão espalhados pelo mundo e que enfrentam muita hostilidade e violência nessa época. Há também muitos ataques a igrejas durante os últimos dias do jejum islâmico. Interceda pela Igreja Perseguida em todos os países do mundo.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

O único lugar onde podíamos adorar

Hea-Woo ouviu o chamado de Deus. E assim nasceu uma igreja secreta dentro de um campo de trabalhos forçados na Coreia do Norte

O vento afiado e o frio sopravam na cela da prisão, mas Hea-Woo dificilmente podia senti-lo. Ela dificilmente podia sentir qualquer coisa.

“Eu estava dentro das horas da morte; doente, desnutrida e congelada por causa das condições deploráveis da cela da prisão. Eu não pensei que estaria viva para ser usada por Deus. Eu não pensei que poderia ver o lado de fora da minha cela na prisão”, compartilhou Hea-Woo.

Mas algo aconteceu. Uma coisa que mudaria a vida não só de Hea-Woo, mas de muitos outros prisioneiros naquele campo de trabalhos forçados: “Eu senti Deus acender um fogo em meu coração para compartilhar o evangelho com outros na prisão”.

Hea-Woo sabia que aquilo era impossível por muitas razões. Os guardas na prisão seriam capazes de matar alguém que compartilhasse sobre o cristianismo. E ela também não sabia quais dos seus companheiros de cela poderiam denunciá-la se ela compartilhasse a mensagem do evangelho.

Por três longos dias, Hea-Woo tentou ignorar o chamado que Deus colocou em seu coração. Mas depois desse tempo, ela não podia mais rejeitá-lo, pois Deus havia colocado em seu coração instruções muito específicas: “Compartilhe sua farinha de milho com outro preso”.

Não pareceu muito, mas quando Hea-Woo deu sua própria comida a um companheiro na prisão, ela literalmente lhe deu Vida.

“Eu percebi que aquele era meu chamado – trazer vida àqueles que estão morrendo. Dando minha própria comida, eu pude dar a eles vida e sacrificar a mim mesma. Isso me abriu muitas possibilidades para compartilhar sobre Cristo”, contou.

Um por um, mais e mais prisioneiros se interessaram em ouvir sobre Cristo, enquanto se surpreendiam com o sacrifício daquela cristã. Ela precisava ser sábia quanto às melhores maneiras de ministrar a outros e quanto ao lugar mais seguro para se reunir, assim ela orava por orientação.

“Deus colocou isso em meu coração: o anexo da prisão era o único lugar que podíamos adorar.” E eles adoravam a Deus no lugar mais humilde e improvável possível. Lá, eles eram livres para se encontrar e adorar, mesmo que estivessem em uma prisão norte-coreana.

Assim, nasceu uma célula cristã naquela prisão. "Éramos cinco pessoas. Eu não tinha a Bíblia, então só conseguia ensinar a eles os versículos que sabia de cor. Aos domingos e no Natal, nos reuníamos em locais privados (banheiro). Então fazíamos um breve culto. Ensinei a eles alguns hinos, que cantávamos nessas reuniões. Todos nós sobrevivemos ao campo porque cuidávamos uns dos outros. Não tivemos problemas, apesar de nossos cultos secretos". Hea-Woo não acha que fez algo extraordinário: "Eu estava apenas sendo obediente".

Após muitos anos, a cristã conseguiu fugir, mas a sua saída é uma marca ainda sentida no país. Deus a usou para trazer muitas pessoas a Cristo, curá-las e usá-las para começar igrejas domésticas na Coreia do Norte.

Ore pela igreja na Coreia do Norte
Hoje, entre 50 mil e 70 mil cristãos estão presos em campos de trabalhos forçados na Coreia do Norte.

*Nome alterado por motivos de segurança

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Cristãos egípcios enfrentam extremismo e intolerância

Comunidade cristã copta é atacada no sul de Cairo

A liberdade de crença, assim como sua expressão diária, é um direito garantido pela Constituição do Egito, país que ocupa a 21º posição na atual Lista Mundial da Perseguição. Porém, cristãos egípcios que decidem viver sua fé em Cristo enfrentam grande batalha. É quase impossível conseguir autorização para a construção de igrejas.

No dia 16 de junho, uma comunidade cristã copta de Saft el-Khirsa, a 180km ao sul de Cairo, viveu a perseguição de perto. Ao acordarem na última sexta-feira, descobriram que o centro comunitário que mantinham havia sido destruído pela polícia. Todos os móveis, tapetes e demais bens da comunidade estavam jogados no meio da rua. Esse prédio havia sido doado a eles após ataques a suas casas em julho de 2016.

Não foi dada uma explicação oficial para o ataque, mas uma fonte local alegou que foi causada pela visita de Anba Stephanos, líder cristão da cidade de Biba. Ele chegou no dia anterior (15) para confortar uma família que perdeu um filho no ataque de ônibus em Minia (leia matéria aqui). Nessa ocasião, ele também visitou o centro comunitário.

Os residentes muçulmanos interpretaram sua visita como um sinal de que uma igreja seria construída na aldeia e alertaram a polícia. O incidente mostra como os cristãos do Egito não estão apenas enfrentando o desafio dos militantes do Estado Islâmico. Eles também enfrentam o desafio diário de viver em um país onde seu direito constitucional à liberdade de crença e expressão é desafiado por seus vizinhos.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

Igreja centro-africana media acordo de paz

A assinatura do documento visa o fim dos conflitos entre milícias

No dia 19 de junho, o governo da República Centro-Africana assinou um acordo com 13 dos 14 grupos armados do país. O objetivo é acabar com os conflitos étnicos e religiosos que já tiraram a vida de milhares de pessoas. O acordo, que foi mediado por um grupo cristão e assinado em terras estrangeiras, solicita o fim imediato das hostilidades e reconhece os resultados das eleições presidenciais do ano passado.

O país foi tomado pela violência a partir de 2013, quando rebeldes do grupo extremista Seleka, formado principalmente por muçulmanos, ganharam poder. Isso provocou represálias das milícias anti-Balaka, cujos ativistas são principalmente animistas. Em apenas duas semanas, em maio deste ano, a luta entre milícias tirou a vida de cerca de 300 pessoas e deslocou outros 100 mil. Cerca de 2,2 milhões de pessoas, por volta da metade da população, precisa de ajuda humanitária, de acordo com as Nações Unidas.

Assinando o acordo de paz, as partes se comprometeram a "restaurar a autoridade do estado em todo o território nacional", em troca de representação nos processos políticos do país. "O governo compromete-se a garantir que os grupos estejam representados em todos os níveis", diz o acordo que também reconheceu os grupos armados "como parte dos esforços de reconstrução" destinados a estabilizar o país.

Parfait Onanga-Anyanga, chefe da missão da ONU na República Centro-Africana (chamada de MINUSCA), recebe com esperança esse importante passo para a paz. "A prioridade é o fim imediato das hostilidades para acabar com o sofrimento da população", disse ele em uma rede social.

Porém, a desconfiança permanece. No passado, outros acordos assinados não trouxeram paz duradoura no país, incluindo o Acordo de Paz de Brazzaville de julho de 2014, e o Fórum Nacional de Bangui de maio de 2016. "Eles assinaram esse novo documento no contexto da imensa violência no leste do país", disse Lewis Mudge, pesquisador africano da Human Rights Watch. "Para mim, é um primeiro passo", complementa. Interceda pela igreja centro-africana.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Cristãos mexicanos são impedidos de enterrar familiares

Em algumas comunidades, cristãos precisam de autorização para usar o cemitério

Cristãos no estado de Nayarit, no Oeste do México, alegaram que foram privados do direito de enterrar seus familiares no cemitério local. O motivo é a fé cristã. Arnulfo Martinez, que perdeu seus pais e sua filha de um ano em um incêndio criminoso, contou à Portas Abertas que foi impedido de enterrar seus entes e precisou esperar três dias para fazê-lo. As mortes aconteceram no dia 22 de fevereiro de 2017, uma quarta-feira, mas apenas no sábado, Arnulfo recebeu autorização das autoridades de sua comunidade para usar o cemitério. Ainda assim, os corpos foram enterrados juntos, e não em túmulos separados como ele desejava.

As primeiras postagens sobre o incidente nas mídias sociais indicavam que o acontecido era fruto da perseguição religiosa. A Portas Abertas conduziu uma investigação para saber a veracidade das alegações, entrando em contato com pastores e líderes cristãos da região. Dias depois, uma igreja negou que os ataques caracterizavam perseguição, mas eram consequência de desavenças.

Perseguição religiosa e discriminação contra cristãos é recorrente e crescente em diversos estados do México, como Chiapas, Oaxaca, Hidalgo e Jalisco. Esse caso também aumentou a atenção à perseguição enfrentada por aqueles que professam a fé cristã no estado de Nayarit. Coloque em suas orações os cristãos mexicanos e peça a Deus que os sustente em meio às tribulações.

A última semana do Ramadã

Os ataques aos cristãos costumam aumentar nos últimos dias do mês de jejum e oração dos muçulmanos

Falta uma semana para os muçulmanos ao redor do mundo celebrarem o fim do Ramadã, tempo especial de oração e jejum. A última semana de jejum é, geralmente, a mais difícil. Durante esse período, muitos muçulmanos que não levaram o jejum e a oração a sério querem recompensar o comportamento para serem abençoados. Isso significa que eles ficam mais rígidos em relação às práticas da época.

A opressão aos cristãos também aumenta nesse período. Em muitos casos, ser um muçulmano sério significa se voltar contra os cristãos, considerados infiéis. A partir desse pensamento, muitos cristãos são perseguidos e severamente punidos. Nos últimos dias, garotas cristãs que usavam calças – e por isso foram identificadas – foram atacadas nas ruas do Cairo por extremistas islâmicos. Em motos, homens se aproximaram delas pelas costas e jogaram substâncias químicas.

Aproveite para interceder pelos muçulmanos. Peça a Deus que mostre seu amor e seu nome seja glorificado. Peça também pelos cristãos perseguidos. Que eles possam testemunhar do amor de Cristo, apesar da perseguição e, clame pela completa restauração dos cristãos atacados. Que o Espírito Santo os console e mantenha firme na fé.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

Refugiados do Iraque retornam a suas casas

No Dia do Refugiado, conheça a história dos moradores de Karamles, no Iraque

O governo iraquiano tem trabalhado para afastar o Estado Islâmico (EI) da cidade de Mossul. A 30 km ao leste está a cidade de Karamles, que foi libertada há 6 meses. Seus moradores, que viviam como refugiados no país, estão voltando para reconstruir suas casas.

Noeh, de 12 anos, visita a sua escola pela primeira vez desde 2014, quando ele e sua família fugiram dos ataques do EI. Ele está feliz por ver sua antiga escola e entrar na sala onde assistia as aulas. "Não posso passar daqui. O Estado Islâmico pode ter colocado bombas na sala", diz o menino enquanto observa de longe. Depois de deixarem o lar, a família dele se refugiou em um campo de deslocados internamente em Erbil, a 67 km de Karamles. Ali, Noeh frequentou uma escola para crianças refugiadas.

A situação da segurança é uma constante preocupação para pessoas como Noeh. O líder cristão Thabet, que também fugiu para Erbil com outros cristãos, admite que ainda tem medo. Apesar disso, ele motiva os irmãos a retornarem e reconstruírem a cidade. "É nossa missão vivermos como cristãos no lugar onde o cristianismo começou. Sem fé, não há razão para estar aqui. Mas eu tenho fé", afirma ele.

A maioria das 797 casas em Karamles foi destruída. Quase cem estão reduzidas a entulhos e o restante, severamente danificadas. Reconstruir é um processo lento e começou com 20 casas, mas o objetivo é restaurar a cidade completamente. Coloque em oração os refugiados iraquianos e peça a Deus que atenda às necessidades deles.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

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