segunda-feira, 24 de abril de 2017

Mais de 1,7 milhão de evangélicos se reúnem para orar pela África do Sul

O evento que aconteceu no último fim de semana foi organizado pelo autor do livro "O Fazendeiro de Deus".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOOD THINGS GUY

Os cristãos clamaram a Deus por paz, esperança e justiça. (Foto: Angus Buchan).
Os cristãos clamaram a Deus por paz, esperança e justiça. (Foto: Angus Buchan).
Uma grande reunião de oração na África do Sul está marcando a história da região. Mais de 1,7 milhão de cristãos se uniram no último final de semana para interceder pela nação que ainda sofre com a má administração das leis e perseguição contra os cristãos.
Os sites registram o evento como “a maior reunião de oração registrada na África”, com tantos sul-africanos se ajoelhando em Bloemfontein, para orar pelo país. A intercessão contou com cidadãos ​​de todas as raças, cores, culturas e denominações.
"O dia de oração destina-se a todos os sul-africanos, seja homem ou mulher, seja qual for a raça e denominação que estejam preocupados com a malícia, o ódio, a violência, o assassinato e a corrupção no país", diz Angus Buchan, o organizador do evento.
"Estamos cansados ​​das pessoas tomarem a lei em suas próprias mãos. Vamos clamar ao Senhor para trazer justiça, paz e esperança à nossa amada África do Sul", disse Buchan em um comunicado em seu site.
O convite para a grande reunião surgiu quando um vídeo do WhatsApp alcançou muitas vidas com um clamor desesperado de Buchan para que algum líder espiritual na África do Sul pudesse intervir e organizar um evento desse tipo.
Quando Buchan publicou o vídeo nas mídias sociais, ele recebeu 1,8 milhões de respostas em poucas horas. Ele é bem conhecido por seus sermões de televisão e pelo movimento popular, “Faith like Potatoes” (O Fazendeiro de Deus), baseado em seu livro de mesmo título.
Apesar do número oficial de participantes ainda não ter sido publicado, estima-se que pelo menos 1,7 milhões de pessoas fizeram parte da oração e muitas fotos do dia já foram publicadas.
O convite para a grande reunião surgiu por meio do WhatsApp. (Foto: Angus Buchan).
(Foto: Angus Buchan).

(Foto: Angus Buchan).

“Creio na ressurreição de Jesus pela fé, não por provas científicas”, diz Jimmy Carter

O ex-presidente dos Estados Unidos se aposentou da política e hoje atua como professor de uma Escola Dominical na Igreja Batista.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE NEW YORK TIMES
O ex-presidente dos EUA hoje atua como professor de uma Escola Dominical na Igreja Batista. (Foto: Reprodução)
O ex-presidente dos EUA hoje atua como professor de uma Escola Dominical na Igreja Batista. (Foto: Reprodução)
O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter (1977-1981) afirmou que sua crença na ressurreição de Jesus Cristo é baseada na fé, sem a necessidade de evidências científicas para confirmá-la, em entrevista ao jornal The New York Times.
Carter afirmou que reconhece toda a mensagem da Bíblia Sagrada como verdade, bem como os milagres descritos no Novo Testamento — incluindo o nascimento de Cristo por uma virgem e a ressurreição.
Durante a entrevista, o colunista Nicholas Kristof argumentou que seria difícil acreditar em histórias de pessoas que são trazidas de volta à vida. No entanto, o 39º presidente americano disse que há algo diferente no caso de Jesus Cristo.
“Minha crença na ressurreição de Jesus vem da minha fé cristã, e não da necessidade de ter uma comprovação científica. Eu extraí um grande benefício pessoal da totalidade dessa crença, que surgiu naturalmente para mim”, disse ele.
Kristof sugeriu que os céticos têm motivos para acreditar que a oração pode ajudar internamente, mas não pode fazer milagres, dando o exemplo de um amputado que ora sem sucesso por uma nova perna. No entanto, Carter ressaltou a eficácia da oração.

Jimmy Carter ministrando na escola dominical da Igreja Batista Maranatha, na Geórgia, em 2000. (Foto: Ozier Muhammad/The New York Times)
“Geralmente, é impossível convencer os céticos. Para mim, a oração ajuda internamente, como uma conversa com o meu Criador, que sabe tudo e pode fazer qualquer coisa. Se eu fosse um amputado, minha oração seria para me ajudar a fazer o melhor da minha condição, ser um bom seguidor do exemplo perfeito deixado por Jesus Cristo e ser grato pela vida”, ele disse.
Carter se aposentou da política e hoje atua como professor regular de uma Escola Dominical na Igreja Batista Maranatha em Plains, no estado norte-americano da Geórgia.
“Em minhas aulas semanais da Bíblia, eu ensino que o nosso Deus Criador está disponível a qualquer momento para qualquer um de nós, para nos orientar, consolar, perdoar ou atender às nossas outras necessidades. Minha atitude, em geral, é de agradecimento e alegria”, ele afirmou.
Durante a entrevista, Carter também sobre seu diagnóstico de câncer de fígado recebido em agosto de 2015. Na ocasião, os médicos também encontraram quatro tumores em seu cérebro. No entanto, depois de alguns meses, os especialistas descobriram uma melhoria acentuada em sua condição.

domingo, 23 de abril de 2017

Missionários muçulmanos chegam ao Amazonas

Grupo de paquistaneses percorre cidades para divulgar sua religião.


Fonte:www.gospelprime.com.br
Nesta semana começaram a circular pelas redes sociais imagens de um grupo de “missionários” islâmicos, que estariam percorre cidades do Amazonas para divulgar sua religião.
A afiliada do SBT do Amazonas mostrou em reportagem que oito muçulmanos estão na pequena cidade de Iranduba, na região metropolitana de Manaus. Como era esperado,  despertaram a curiosidade da população local.
O site local, “Em Tempo” entrevistou o empresário Mahmoud Mouas, que faz parte da diretoria do Centro Islâmico do Amazonas. Ele afirmou que esses muçulmanos são paquistaneses e fazem parte de um grupo de divulgação religiosa. O objetivo seria visitar comunidades muçulmanas em várias cidades brasileiras.
“São pessoas pacíficas, que apenas estão fazendo trabalho de divulgação da fé”, garantiu.
A presença de missionários e pregadores islâmicos não é novidade em grandes cidades, onde existem mesquitas. Contudo, chamou atenção o fato deles estarem no interior do país, especialmente por ocorrer poucos dias após a aprovação do Projeto de Lei 2.516/15, que cria a Lei das Migrações.
Para muitos, a nova legislação irá abrir demasiadamente as fronteiras do país, pois oferece aos estrangeiros uma inédita condição de igualdade com os nacionais.
Assista reportagem do SBT:

Billy Graham: "Os dias de Noé estão voltando à Terra"

Apontando para a passagem de Gênesis 6:5, o ministro batista advertiu que o "grande dia do julgamento" de Deus virá, assim como vieram as enchentes durante os dias de Noé, porém de alguma outra forma, sem que fosse com um dilúvio.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

Billy Graham é um dos mais conhecidos evangelistas da atualidade. Aos 97 anos, o pastor continua escrevendo artigos e compartilhando do Evangelho com o apoio de sua equipe ministerial. (Foto: Christian Post)
Billy Graham é um dos mais conhecidos evangelistas da atualidade. Aos 97 anos, o pastor continua escrevendo artigos e compartilhando do Evangelho com o apoio de sua equipe ministerial. (Foto: Christian Post)
Rev. Billy Graham advertiu em uma mensagem escrita para a revista 'Decisão', da Associação Evangelística Billy Graham, que o julgamento de Deus devido retornar à Terra.
Apontando para a passagem de Gênesis 6:5, o ministro batista advertiu que o "grande dia do julgamento" de Deus virá, assim como vieram as enchentes durante os dias de Noé - isso poderia acontecer em 100 anos ou 1.000 anos, segundo o pastor, de alguma outra forma, sem que fosse com um dilúvio.
"Então o Senhor viu que a maldade do homem era grande na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente", lembrou o evangelista, citando o versículo do Gênesis 6:5.
A inundação também foi lembrada em Mateus 24:37-39, que diz: "E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem".
Graham esclareceu que não há como saber quando o fim do mundo vai realmente acontecer, escrevendo que os "dias finais da história podem ser 100 ou mil anos a partir de agora".
Há vários sinais que apontam para o fim dos tempos, Graham continua, incluindo provas da ganância, o pecado, a imoralidade, o egoísmo, o afastamento de Deus, a desonestidade e o orgulho, para citar alguns.
O líder evangélico escreve que, embora ele não saiba a data exata do retorno de Deus, ele sabe que "os dias de Noé estão voltando para a Terra e uma catástrofe tão grande e terrível aguarda aqueles que se recusam a entrar na 'arca da salvação', que é Jesus Cristo".
Por isso, ele apela a todas as pessoas que olhem para a história de Noé para orientação, explicando que a arca representa a salvação de Jesus.
"Neste dia, quando as nuvens de julgamento estão começando a recolher, Cristo é o refúgio. Você deve cruzar o limiar e passar para dentro da arca. Aceite Cristo agora como seu Salvador, antes que seja tarde demais", insta Graham. "Você está? Você pode estar perto, mas você está dentro? A tempestade universal e terrível está chegando. Os dias de Noé pode ser logo em cima de nós. Você está pronto para o Dia do Julgamento?"
Graham acrescenta que, mesmo se o mundo não acabe enquanto estivermos vivos, todos nós iremos nos deparamos com o julgamento de Deus quando morremos.
"Mesmo que o mundo não acabe em um julgamento cataclísmico, enquanto você ainda estiver vivo, no momento em que você morrer, este será o 'fim do mundo' para você. O mundo em que você vive vai morrer com você. Você está pronto para a morte? Você está pronto para o julgamento que está para vir no momento em que sair para a eternidade?", questiona o líder evangélico.
A filha do evangelista, Anne Graham Lotz falou muitas vezes sobre o retorno de Jesus Cristo, dizendo em uma entrevista com ao 'Christian Post' na semana passada, que ela acredita que Deus vai voltar enquanto ela ainda estiver viver viva.

sábado, 22 de abril de 2017

Após 8 anos, ONU reconhece instituição cristã que ajuda a Igreja Perseguida

Com o credenciamento, a organização poderá oferecer mais proteção e ajuda aos cristãos perseguidos.


Christian Solidarity Worldwide (CSW), uma das principais organizações anti-perseguição do Reino Unido, recebeu da ONU um credenciamento que há muito era aguardado. A organização, que tem sede em Londres e faz campanhas para a proteção dos cristãos em todo o mundo, aguardou durante oito anos para receber o reconhecimento.
O Chefe do Executivo, Mervyn Thomas, saudou a decisão do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ONU). Ele disse: "Este é um dia significativo para CSW. Essa creditação da ONU nos permitirá avançar em nosso trabalho para promover o direito à liberdade de religião e de crença em todo o sistema das Nações Unidas", declarou.
A decisão de conceder a creditação para a CSW veio em apelo, depois que um pedido anterior havia sido negado em fevereiro. Este cenário de pedidos e adiamentos vinha acontecendo há oito anos.
A agência de notícias AP relata que o embaixador britânico na ONU foi recrutado para combater o caso. Mathew Rycroft disse: "Tem havido discriminação repetida contra ONGs com um enfoque de direitos humanos em particular."
Benefícios
A delegação dos Estados Unidos elogiou o movimento, dizendo: "Essa mudança trará à luz os países que buscam bloquear o acesso das Nações Unidas às organizações que defendem a liberdade de imprensa, que fornecem assessoria jurídica aos prisioneiros e que chamam atenção para a discriminação de todos os tipos", disse.
O Conselho Econômico e Social é composto por representantes de 54 países, dos quais 29 votaram para aprovar o credenciamento da CSW, com nove votos contra e 12 abstenções.
Nos últimos anos, a CSW tem se concentrado na perseguição de cristãos em países tão diversos como o Paquistão, China e Cuba. A organização trabalha para aumentar a consciência entre as igrejas do Reino Unido sobre a situação de cristãos que são perseguidos por sua fé.
O setor de advocacia tem trabalhado bastante em Westminster, em Nova York na ONU, bem como ao lado de outros grupos que trabalham para a liberdade religiosa.
Mervyn Thomas acrescentou: "Embora estejamos satisfeitos com o resultado da votação, as questões levantadas sobre a tendência do comitê da ONG, de adiar repetidamente e negar as aplicações das organizações de direitos humanos precisam ser resolvidas", finalizou.
Fonte:http://www.cpadnews.com.br

Igreja que não faz missões, tem que nascer de novo, afirma missionário

Juan Carlos Boggiano lembra que “Todos somos convocados para levar o evangelho, sem distinção de igrejas e denominações, precisamos nos unir para fazer a obra”.


Crianças evangelizadas
Pastor Juan Carlos Boggiano (37), peruano, está à frente da Igreja Quadrangular do Peru – Rei dos Reis, na cidade de Arequipa, local onde desenvolve um trabalho missionário, que além de levar o evangelho atende pessoas carentes e deficientes físicos.
A liderança da igreja (que não é filiada a Igreja Quadrangular do Brasil) é compartilhada com pastor Juventino Arrendondo, mexicano. Ambos atuam no ministério local e também buscam apoio para manter a obra.
Em conversa com o Gospel Prime, Juan convida as pessoas a visitarem a obra desenvolvida no Peru. “Uma coisa é falar, outra é você visualizar a realidade da obra missionária”. Ele comentou que a Assembleia de Deus no Brasil tem auxiliado. “Várias pessoas têm ajudado a manter esse projeto. Deus prometeu que levantaria grandes servos para ajudar. Desta forma o Senhor tem nos abençoado grandemente”, declarou.
A igreja peruana iniciou suas atividades há três anos sem nenhuma estrutura física e mão-de-obra humana. “Hoje são cerca de 70 membros e com pequenos grupos evangelísticos alcançamos muitas famílias. Temos encontro de casais, jovens, escola bíblica, crianças. No ano passado foram batizadas 17 pessoas. Estamos realizando um trabalho assistencial nas escolas através de doações de computadores para alunos carentes, assim eles podem apreender com mais facilidade”, comentou o missionário.
Atualmente a igreja mantém um trabalho nas Cordilheiras dos Andes, há 250 km da região central de Arequipa. Duas vezes ao mês atendem a pessoas doentes, cadeirantes, e deficientes físicos. Após o terremoto, que atingiu o local em 2015, foram doadas dez cadeiras-de-rodas para pessoas necessitadas.
“Nossa vida está totalmente debaixo da dependência do Senhor”. Juan deseja retornar ao Brasil para construir uma igreja. Sua esposa o questionou o porquê de ser no Brasil. E sua resposta foi que Deus o ordenou erguer uma igreja forte, que irá manter a igreja no Peru. A família está intercedendo em oração e provavelmente será em Campinas, estado de São Paulo.
Crianças evangelizadas

Realidade das missões no Peru

As dificuldades são muitas no Peru. “Temos escassez de alimentos, estradas destruídas, rios transbordando devido às enchentes, preço elevado, precariedade na habitação e saúde, enfim são muitos os problemas”, desabafou pastor Juan.
O missionário acredita que a situação que o país enfrenta é devido à resistência ao evangelho. “Tudo que está acontecendo é fruto da dureza do coração do povo peruano. O Senhor retirou sua mão sobre o Peru. O governo aprovou a ideologia do gênero, casamento homossexual, não aceitam o evangelho, são idólatras, misticistas. Apenas 1% da população é evangélica. As pessoas só aceitam o evangelho quando estão com suas vidas totalmente destruídas. Nosso país precisa ver Deus agir. Creio na esperança de um real avivamento para todo o Peru”.
Pastor Juan comenta que uma igreja que não tem visão missionária, é uma igreja que necessita nascer de novo.
“Todos somos convocados para levar o evangelho, sem distinção de igrejas e denominações, precisamos nos unir para fazer a obra. Devemos amar a Deus sobre todas as coisas. Nada adianta irmos à igreja nos cultos durante a semana e no restante dos dias esquecer-se de Deus. Devemos amar ao próximo como a nós mesmos”.
Cristãos peruanos
Cristãos peruanos

Herança missionária

Pastor Juan nasceu em lar cristão, em Piura, Peru. Sua mãe, Lucila Farfan se converteu através de um programa evangélico americano que era transmitido no Peru. Com dois anos de conversão, passando por problemas familiares, ela decidiu entregar Juan a Cristo, se Carlos, seu esposo aceitasse a Jesus como seu Salvador. Após o nascimento de Juan, Carlos se converteu. Na época Carlos, engenheiro civil, construía uma grande casa para a família fazer festa e se confraternizar. Mas este não era o plano de Deus. Com o passar dos anos a residência começou a receber missionários, sendo que o primeiro recebido foi o jovem Jesuel Alves, missionário da JOCUM, vindo de Santos, Brasil.
Desde seus 14 anos Juan se sentia incomodado por Deus, como se Ele estivesse requerendo o compromisso missionário de sua vida.  Ele se formou em engenharia geológica, e com a carreira trabalhou com a exploração de minérios no Peru.

Fuga e encontro com seu chamado

Na tentativa de fugir de sua chamada missionária, com sete meses de casado, veio para o Brasil. Após dois meses de sua chegada em São Paulo, sua esposa, viajou em seu encontro trazendo um filho de cinco meses no colo e grávida.
Ele e sua família tinham apenas visto de turista, temporário. Um dia estava na Praça da Sé, desesperado e chorando, disse consigo que não fugiria mais de seu chamado, mas pediu a Deus que o ajudasse. Nesse momento ouviu uma voz o chamando seu nome. A princípio não acreditou nesse chamado, depois a voz se repetiu. Era um velho amigo Manoel Rivera. Ele lhe deu abrigo e apoio na Igreja Brasil para Cristo.
Alguns meses se passaram e o Senhor continuou o tocando sobre seu propósito missionário. Trabalhando em uma empresa de sondagem iria viajar para um novo projeto, quando Deus falou fortemente com sua esposa. O casal foi orar para seguir a vontade e direção do Senhor. Juan não viajou e começou a congregar na Igreja Luz para as Nações. Essa os enviou para as Missões Jocum, e após um período iniciaram trabalho em várias frentes missionárias no Brasil e também na Bolívia.
Após um tempo seu pai ficou doente e retornaram ao Peru em 2009. Juan teve que voltar a trabalhar na mineração para custear o tratamento de seu pai. Ele e sua esposa abriram uma empresa de transporte de minerais. Deus voltou a falar com o casal que era necessário depender dele. Em 2014 encerraram as atividades da empresa e começaram a trabalhar na igreja local de forma integral. “Uma vez me questionaram se com minha profissão já conseguiria sustentaria a obra. Eu respondi que o Senhor me convocou para essa missão, e que os recursos ele nos daria. Deus me queria em busca de almas”.
Fonte:www.gospelprime.com.br

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Chefe de perigosa tribo ressuscita com oração de missionários e nativos se convertem

Um grupo corajoso de missionários resolveu enfrentar uma das mais temidas tribos locais, que por sua vez, já havia matado outras pessoas que tentaram chegar ao local.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

A equipe orou e jejuou por sete dias antes de iniciar a missão. (Foto: Reprodução).
A equipe orou e jejuou por sete dias antes de iniciar a missão. (Foto: Reprodução).
Um grupo tribal, localizado no interior de Malaita, na cadeia das Ilhas Salomão, sempre foi reconhecido por uma longa história de oposição aos missionários e outras pessoas de fora. Em 1927, 13 oficiais do governo do Reino Unido foram massacrados pelo grupo tribal Kwaio enquanto tentavam pesquisar a área para fins de tributação. O governo britânico respondeu enviando um navio de guerra para aquela parte da ilha, que resultou na morte de 200 Kwaio.
Mais tarde, vários sacerdotes católicos romanos foram mortos pelo grupo. Em 1965 um missionário protestante da Nova Zelândia foi martirizado enquanto tentava evangelizar o Kwaio. Dez anos mais tarde, um médico missionário e seu filho também foram mortos.
Mas Deus tinha um plano para chegar ao Kwaio usando missionários de Fiji em 1990, como dito no livro escrito por Dick Eastman, presidente de Every Home for Christ (EHC). Vários evangelistas fiigianos afiliados à EHC, que faziam parte de uma campanha para chegar às ilhas de Fiji, voltaram sua atenção para as 100 ilhas da cadeia de Salomão, a mil quilômetros de distância.
Eles chegaram à ilha de Malaita e passaram um tempo evangelizando as áreas costeiras. Uma noite, enquanto a equipe estava sentada ao redor de uma fogueira, um membro da equipe apontou para o interior da ilha e perguntou: "Há pessoas lá que ainda não ouviram falar de Jesus?" “Sim”, respondeu uma delas. "É uma das áreas mais difíceis em todas as ilhas para evangelizar por causa do terreno acidentado e das pessoas hostis".
Um passo de Fé
A equipe finalmente concordou em orar e jejuar por sete dias antes de tentar enviar uma equipe para alcançar os Kwaios. Com a ajuda de dois feiticeiros que haviam se tornado crentes, uma lista de 87 diferentes espíritos malignos foram identificados que se diziam dominar a região. Eles confrontaram cada entidade demoníaca com uma oração de guerra durante o período de sete dias, de acordo com o livro de Eastman.
No oitavo dia, Jack e Japta juntaram-se a outros 10 trabalhadores cristãos em uma jornada de um dia no interior da ilha. Cerca de cinco horas da tarde, Jack e Japta chegaram a uma aldeia onde havia uma grande assembleia de pessoas, indicando que algo incomum estava acontecendo. Os dois homens foram rapidamente cercados por vários grandes guerreiros, querendo saber de onde eles vinham e por que eles tinham ido até lá.
"Jack explicou o mais rápido possível na língua Kwaio que eles estavam trazendo ‘boas novas’ para o povo Kwaio", observou Eastman. "Mas os guardiões os levaram para serem interrogados por cinco sacerdotes de aldeia, também chamados de anciãos. "Os estranhos haviam chegado em um momento sagrado e podiam estar infringindo os costumes do Kwaio".
Um novo Desafio
"Por que você está aqui?", Perguntou um dos anciãos. "Viemos compartilhar a Boa Nova", eles repetiram mais uma vez, enquanto continuavam a descrever o único Deus verdadeiro que criou tudo no céu e na terra - incluindo o povo Kwaio. "Nosso Deus eterno enviou Seu único Filho para ser como nós, um homem, e para sacrificar Sua própria vida voluntariamente em nosso favor".
Os anciãos disseram que nunca ouviram uma mensagem como essa. Eles entenderam o conceito de um sacrifício de sangue, no entanto. Depois de alguns momentos de discussão acalorada, um deles disse: "Não podemos acreditar em nada do que você disser, a menos que nosso chefe acredite".
Jack e Japta pediram permissão para ver o chefe, sabendo que era costume em muitas aldeias procurar aprovação do chefe. Uma vez concedido, isso abriria oportunidades para que sua mensagem fosse ouvida. Os anciãos se recusaram porque seu chefe, Haribo, estava morrendo. Vê-lo estava fora de questão.
Então um dos cristãos teve uma ideia. "Quando Jesus Cristo veio como o Filho de Deus, Ele veio não somente para libertar os homens de seus pecados, mas também para curar os doentes. Deus é perfeitamente capaz de curar o seu chefe". Em resposta, os anciãos começaram a discutir entre si.
A grande Oportunidade
Jack e Japta passaram a noite trancados em uma cabana, mas às sete da manhã seguinte os anciãos voltaram com uma notícia surpreendente. Eles receberam permissão para orar pelo chefe Haribo! Quando entraram na cabana do chefe, puderam ver que ele era muito velho e fraco, lutando para respirar, perto da morte.
"Jack compartilhou com ele rapidamente o plano de salvação de Deus, explicando que Jesus era o único caminho para a vida eterna", relatou Eastman. O chefe teve uma resposta surpreendente. "Eu esperei toda a minha vida para ouvir essa história", disse ele. "Eu sempre senti que havia alguma mensagem sagrada como esta. Mas ninguém veio trazer-nos tais palavras. Como posso receber este Jesus em minha vida?", registrou.
Jack e Japta levaram o chefe Haribo a fazer a oração do pecador. Poucos momentos depois, uma profunda paz transformou o semblante do chefe. Mas, duas horas depois, o chefe morreu. Para o resto do dia, seu corpo foi preparado para um enterro tradicional de Kwaio. Enquanto isso, Jack e Japta saíram da aldeia e voltaram para a costa.
Mas enquanto o crepúsculo ia descendo sobre a aldeia algo chocante acontecia. O chefe Haribo sentou-se e começou a falar! "Que os anciãos se reúnam", disse aos seus ouvintes, "e deixe alguém ir e encontrar os meninos que vieram mais cedo para me falar sobre Jesus".
Quando se reuniram, o chefe relatou uma história incrível sobre ver o céu. "Um ser vestido de branco tinha levado ele para o lugar mais bonito que já tinha visto", relatou Eastman. "Uma pessoa chamada Jesus Cristo, o Filho de Deus que os moços lhe haviam contado, estava sendo adorada por uma enorme multidão de pessoas. O glorioso ser explicou-lhe que este belo lugar era onde as pessoas que acreditavam em Jesus iriam por toda a eternidade adorá-Lo. Então tudo o que os meninos disseram era verdade", acreditou.
Quando Jack e Japta retornaram ficaram espantados com o que tinha acontecido. Eles apresentaram a mensagem de salvação novamente, desta vez para toda a aldeia. "Todo mundo, incluindo a família do chefe Haribo (21 membros), recebeu Cristo como seu Salvador. E logo mais 300 moradores de toda a região (em 10 aldeias vizinhas) entregaram suas vidas a Cristo".

Missionários viajam por mais de 3 mil Km para ajudar crianças carentes na Nicarágua

Os batistas deverão doar suas motos e arrecadar dinheiro suficiente para construir novos espaços para as crianças, além de comprar transportes para os pastores locais.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

A maioria das motos que estão saindo dos Estados Unidos será vendida. (Foto: Reprodução).
A maioria das motos que estão saindo dos Estados Unidos será vendida. (Foto: Reprodução).
Onze missionários batistas embarcaram em uma viagem de 16 dias, de moto, do Texas à Nicarágua, para ajudar a levantar fundos para um ministério esportivo que atende a mais de 2 mil crianças em situação de risco na nação centro-americana.
A viagem, que começou na sexta-feira (14) saindo da Midway Baptist Church, em Pilot Point, Texas, conta com cristãos de três estados diferentes - Texas, Missouri e Wisconsin - e foi organizada por Midway Bruce Walker. Ao todos eles percorrerão mais de 3 mil quilômetros.
Durante os últimos anos, a igreja Midway tem feito uma parceria com Brian Weed, um missionário independente afiliado à Baptist Bible Fellowship International, que ajudou a plantar 12 diferentes igrejas, uma instalação médica e um centro de alimentação. Ele tem feito isso desde que se mudou com sua esposa para a Nicarágua em 1997.
Quando Brian visitou a igreja Midway para a última conferência anual de missões, ele fez um passeio de moto e teve a ideia de fazer uma viagem para arrecadar fundos e assim beneficiar seu ministério. O objetivo seria ajudá-lo a construir uma série de complexos desportivos que dão às crianças em risco um lugar seguro para ficar, fora do sol e fora de problemas.
Doações
Como um termo da viagem, cada missionário teve de comprar uma Honda modelo XR650 (ou similar) não apenas com a intenção de ir para a cidade de Manágua, mas também de doar a moto para o projeto missionário.
Além disso, cada homem é responsável por levantar mais de 10 mil dólares (o equivalente a próximo de 315 mil reais) para doar também para o ministério voltado para jovens. "Esperamos construir mais de cinco complexos esportivos, se o dinheiro entrar", disse o missionário ao The Christian Post.
Ele explicou que há atualmente um complexo desportivo sendo construído em uma das propriedades da igreja de seu ministério. Ele acrescentou que uma igreja, que é projetada mais como um centro para diversas atividades, também está sendo usado como um complexo esportivo para crianças. No entanto, a demanda exige mais.
Uma por três
Brian explicou que a maioria das motos que estão saindo dos Estados Unidos e indo para a América Central, será vendida para comprar mais motos e fornecer aos pastores transportes para ajudar seu trabalho de ministério.
“Por exemplo, uma moto dessa pode comprar cerca de duas e meia a três motocicletas na Nicarágua”, disse Weed. "Elas têm melhor eficiência de combustível, é mais fácil obter peças para elas, basicamente vendemos para comprar mais. Algumas das motos estão sendo vendidas para missionários que precisavam de motos também", ressaltou.
O ministério de Weed não só oferece um lugar seguro para milhares de crianças em risco, mas também está desenvolvendo algumas dessas crianças para se tornar a próxima geração de líderes da igreja. Pelo menos três crianças que cresceram com o ministério esportivo de Brian tornaram-se pastores.
"Ele se reunia como os meninos e literalmente tirou eles da rua, os orientou, os salvou, mandou-os para o seminário na Nicarágua, até que eles se casaram com mulheres locais e agora eles são pastores em três de suas igrejas”, disse um dos auxiliares do projeto missionário.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Apenas sete famílias restaram na maior cidade cristã do Iraque

A cidade de Qaraqosh já foi o lar de mais de 50 mil cristãos, no Iraque. Porém com a invasão do Estado Islâmico, apenas sete famílias restaram na região.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

Famílias fogem de suas cidades, após invasão do Estado Islâmico, no Iraque. (Foto: Reuters)
Famílias fogem de suas cidades, após invasão do Estado Islâmico, no Iraque. (Foto: Reuters)
O evangelista Franklin Graham passou o fim de semana de Páscoa visitando igrejas e cidades abandonadas profanadas e destruídas pela organização terrorista do Estado Islâmico no norte do Iraque e afirmou que apenas sete famílias permanecem na região que já foi a maior cidade cristã do Iraque.
"Ontem nós fomos para a cidade de Qaraqosh, no Iraque, que costumava ser o lar de cerca de 50.000 cristãos. Eles foram forçados a fugir para salvar suas vidas em 2014. Agora apenas cerca de 7 famílias permanecem na região", escreveu Graham em um post do Facebook, no domingo de Páscoa.
"Eu visitei uma igreja que tinha sido incendiada e destruída pelo Estado Islâmico e me encontrei com o pastor da congregação. Increvelmente, em meio a cinzas e detritos, descobrimos uma de nossas caixas de sapato da Bolsa do Samaritano, enviadas com brinquedos e roupas a crianças. Eu não pude deixar de me perguntar onde estaria hoje a criança que recebeu aquela caixa", afirmou.
Graham, juntamente com a jornalista Greta Van Susteren, da NBC News, descobriu na igreja incendiada que os terroristas do Estado Islâmico (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) usaram metralhadoras para atirar nas cruzes da parede e que o púlpito havia sido usado para a prática de tiro ao alvo. Além disso, Graham disse que militantes explodiram a torre da igreja com explosivos.
Graham também encontrou páginas carbonizadas de bíblias.
"Eu peguei uma parte que continha a passagem de João 20:27: 'E Jesus disse a Tomé: 'Coloque o seu dedo aqui; veja as minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no meu lado. Pare de duvidar e creia", lembrou o pastor norte-americano.
Como foi relatado anteriormente, o Estado Islâmico transformou um número de igrejas no norte do Iraque em centros de treinamento para a sua 'polícia religiosa' e até mesmo em "câmaras de tortura". A Bolsa do Samaritano produziu um pequeno vídeo, destacando a destruição causada pelos terroristas nas planícies de Nineveh.
Graham disse no vídeo que os terroristas haviam escrito slogans na parede da igreja que ele visitou em Qaraqosh.
"Vocês amam a vida, nós amamos a morte", Graham citou uma frase que foi pixhada nas paredes de uma igrejas. "Outro slogan que eles escreveram foi: 'Viemos beber seu sangue".
No vídeo, a jornalista Van Susteren mostrou uma área fora da igreja onde os terroristas tinham queimado Bíblias e outros livros cristãos.
"Uma coisa é destruir os prédios, estes podem ser reconstruídos, mas a Igreja agora está sendo perseguida e aqui está um grande exemplo do que está acontecendo com a Igreja", afirmou Graham.

Hospital em meio à guerra
O vídeo da Bolsa do Samaritano também destacou o trabalho de salvamento feito pela equipe médica da organização e voluntários no hospital de campanha da organização, perto de Mosul (Iraque), onde trata civis feridos, tropas da coalizão liderada pelo Iraque e até mesmo terroristas do Estado Islâmico, feridos no curso Libertação da segunda maior cidade do Iraque.
"Nós somos o provedor de nível mais alto de medicina de traumas de emergência e cirurgias aqui neste momento no norte do Iraque", disse o enfermeiro prático, Tim Mosher, no vídeo. "Isso é realmente importante, porque essas lesões de combate são bastante complexas e as pessoas chegam com algumas coisas que você nunca poderia imaginar que são criadas por várias partes deste combate".

Um encontro com Jesus Cristo

“Eu já sabia quem era Jesus Cristo, mas eu não o conhecia de fato”
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O número de jovens cristãos jordanianos tem crescido, nos últimos tempos, embora o número de cristãos no país, de forma geral, tenha diminuído no decorrer dos anos, desde a independência da Jordânia, em 1946. A nação já foi uma das mais liberais da região em termos de liberdade religiosa, mas devido as altas taxas de emigração e à entrada de muitos refugiados muçulmanos, vindos da Síria e do Iraque, o islamismo se fortaleceu e as influências radicais na sociedade tem se espalhado desde então.
Hannah*, de 23 anos, conheceu melhor Jesus durante um acampamento juvenil cristão, quando ainda tinha 17 anos. Ela ficou muito entusiasmada por aprender mais de Deus e acreditou que deve abrir os olhos de outras pessoas para que conheçam o amor de Cristo. Mas isso não é tarefa fácil onde cerca de 98% da população professa a fé islâmica. Embora Hannah tenha nascido numa família cristã, a pressão sobre ela vem da própria sociedade.
“Eu já sabia quem era Jesus Cristo, mas eu não o conhecia de fato. Mas quando participei de um acampamento para adolescentes, percebi que eu era cristã apenas em meus documentos de identificação”, disse ela. O que ocorre é que nem todos os cristãos jordanianos estão comprometidos com Deus e com o corpo de Cristo.  No caso de Hannah, seus pais iam à igreja esporadicamente e ela conhecia a fé superficialmente.
“Eu tive um encontro com Jesus Cristo assim que o pregador do acampamento começou a falar sobre o imenso amor do Salvador. Foi uma mensagem diferente e meu mundo virou de cabeça para baixo. Antes, eu não tinha autoestima, achava que não tinha talentos e que minha vida era inútil”, compartilha. Atualmente, Hannah organiza estudos bíblicos em várias igrejas da Jordânia e tem ajudado muitos jovens a compreender a Bíblia e a conhecer mais de Jesus. Ore por ela e por esse trabalho.
* Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte:www.portasabertas.org.br