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terça-feira, 23 de maio de 2017

Gordon Robertson é CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' e falou sobre profecias se cumprindo em Israel, como o retorno de Judeus a Jerusalém.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FAITH WIRE

Gordon Roberton. (Foto: CBN News)
Gordon Roberton. (Foto: CBN News)
Com o 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias de Israel - e com os assuntos do Oriente Médio continuando a dominar as manchetes - um jornalista cristão está promovendo o lançamento de um filme (da linha de documentário) que conta a história por trás da formação do Estado de Israel moderno, de uma forma nunca vista antes.

O filme "Em Nossas Mãos: A Batalha por Jerusalém" - que será exibido nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá nesta quarta-feira, 23 de maio - relata a histórica batalha da Guerra dos Seis Dias, ao explicar seu papel supostamente na profecia bíblica.

Gordon Robertson, CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' (CBN.com), explicou que o filme produzido pela 'CBN Documentaries', conta a história do conflito entre Israel e seus vizinhos que se desenrolou de 5 a 10 de junho de 1967 - uma batalha que envolveu o Egito, a Jordânia e a Síria.

"Durante séculos, sua nação esteve no exílio. Por uma geração, eles tinham sido privados do acesso à sua cidade ancestral", diz a sinopse do filme. "Durante seis dias, rodeado de inimigos, Israel ficou sozinho... e mudou a história."

Gordon Robertson, CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' (CBN.com), disse ao site 'Faithwire' o lançamento do filme tem dois objetivos principais: que ele ajude as pessoas a se voltarem para Deus e que inicie uma conversa sobre a política externa do Oriente Médio.

"Se você quer provas da existência de Deus, olhe para Israel", disse Robertson. "O número de profecias do retorno dos judeus à sua nação e à restauração daquela terra ... como as crianças voltariam a brincar nas ruas de Jerusalém... todas essas profecias foram cumpridas, seja em 1948 ou 1967".

Relembrando cerca de dois anos atrás, Robertson disse que viu a oportunidade de trazer a história da Guerra dos Seis Dias para as telonas, quando ele e sua equipe conversaram com os soldados que lutaram na batalha com Jerusalém e estes aceitaram compartilhar suas histórias para o filme.

Ele também disse que espera iniciar uma conversa sobre o papel de Israel nos assuntos externos, observando que a cultura israelense sobreviveu milhares de anos, com 2.000 desses anos se desenrolando com muitos judeus fora de sua terra natal.

"Isso em si mesmo é um milagre", disse ele. "[Quero] iniciar uma conversa sobre a atual política externa em relação ao Oriente Médio e a necessidade de o mundo reconhecer que Jerusalém é a eterna e indivisível capital de Israel".

Robertson disse que está "preocupado" com as afirmações de que há divisão no governo Trump sobre como proceder, apesar das promessas de campanha do presidente sobre o assunto.
O jornalista disse ao 'Faithwire' que o ímpeto por seu interesse em criar o filme remonta décadas ao seu pai, Pat Robertson, se assentando com a família para mostrar a eles onde a Bíblia
profetizava que Israel iria recapturar Jerusalém.

Robertson disse que ele foi para o Muro das Lamentações em 1969 para orar e viu em primeira mão a alegria que o povo judeu estava vivenciando, depois de retomar Jerusalém. Essa é uma tradição que ele continuou com seus próprios filhos.
"Cada um dos meus filhos, quando completaram 12 anos, foi levado para Jerusalém", disse ele. "Nós oramos juntos no Muro das Lamentações e depois eles foram batizados no Rio Jordão".

Jerusalém como a capital de Israel
Robertson discutiu a promessa do presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel - algo que ainda precisa se concretizar. A localização da embaixada dos EUA em Israel - que está atualmente em Tel Aviv e não em Jerusalém - também tem sido um ponto de discórdia.

Israel considera Jerusalém sua capital, enquanto a Palestina também prevê que a cidade seja a capital de seu próprio e futuro Estado. Enquanto uma lei norte-americana aprovada em 1995 exigia que a embaixada fosse transferida para Jerusalém, os três últimos presidentes promulgaram renúncias para adiar tal decisão, citando preocupações de segurança, como informou a CNN.

Donald Trump fez uma viagem pela Arábia Saudita e Israel nos últimos dias, chegando a visitar o Muro das Lamentações e a orar no local. Porém a mudança da embaixada dos EUA, de Tel-Aviv para Jerusalém ainda não teve uma data confirmada pelo presidente norte-americano.

Criado no hinduísmo, Pradhan era líder de um grupo extremista que perseguia cristãos. No entanto sua vida teve um novo rumo após ele ter uma visão de Deus.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOD REPORTS

Homem é batizado no estado de Bengala Ocidental, na Índia. (Foto: Divulgação/Biglife)
Homem é batizado no estado de Bengala Ocidental, na Índia. (Foto: Divulgação/Biglife)
O indiano Pradyuman Pradhan foi criado no hinduísmo e cresceu se dedicando a diversos espíritos malignos. Na vida adulta, ele se tornou líder de um grupo extremista que atuava no combate ao cristianismo.
“Na minha aldeia eu era um líder e todo o povo me respeitava. Enquanto eu estava no poder, os aldeões sabiam que não haveria cristãos em nossa aldeia”, disse ele à organização missionária Biglife.
Pradhan estava a frente de 200 homens que se juntavam para atacar cristãos. No entanto, algo inesperado aconteceu em sua própria família — seu irmão, Bhorat, se entregou a Jesus Cristo. Bhorat havia perdido 5 filhos, um após o outro, mas encontrou alívio na fé cristã.
Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo irmão, Pradhan estava determinado a impedir qualquer influência cristã na aldeia. “Nosso grupo vai destruir sua casa e você terá que deixar nossa aldeia”, disse ele a Bhorat.
No entanto, a notícia da conversão do irmão de Pradhan se espalhou e o líder passou a enfrentar grandes problemas. “Eu perdi tudo. Minha filha mais nova desenvolveu um grave problema de saúde. Liguei para um feiticeiro vir até minha casa, na esperança de ajudar minha filha. Para minha surpresa, ele me disse que eu estava matando minha própria filha com o poder que eu estava empunhando”.
Mudança
Desanimado pelas circunstâncias, Pradhan passou a se sentir culpado pela situação de sua família. “Para lidar com isso, eu acabei ficando viciado em álcool e tabaco”, ele contou. Pradhan também passou a perseguir cristãos com ainda mais violência.
No entanto, Deus se revelou ao indiano de maneira poderosa. “O Senhor interveio. Certa noite eu tive uma visão e ouvi o chamado de Deus em minha vida para os propósitos Dele”, lembra Pradhan.
“No dia seguinte, eu procurei alguns cristãos para entender o que eu tinha experimentado. Eles compartilharam comigo sobre Jesus e oraram por mim, minha família e especialmente por minha filha doente. Depois da oração, minha filha foi curada instantaneamente. Vendo este milagre, eu entreguei minha vida para Jesus”, disse ele.
Quando Pradhan começou a caminhar em sua nova fé, sua filha ficou novamente doente e morreu. “As pessoas me zombavam e diziam que isso aconteceu porque eu estava seguindo Jesus. Eles diziam que eu deveria apenas ressuscitá-la, mas eu sabia que não era a vontade de Deus”.
Desde que Pradhan se tornou cristão, há 17 anos, ele vem sofrendo muitas formas de perseguição. Em 2011 ele passou a ser discipulado pelo irmão Thomas, um missionário que era perseguido pelo mesmo grupo liderado por Pradhan.
“O Thomas me discipulou e me ajudou a entender a visão de Deus para minha região. Hoje em dia, muitas pessoas na minha aldeia se tornaram seguidores de Cristo e estamos trabalhando duro para expandir Seu reino”, afirma Pradhan.


Igrejas evangélicas vencem antiga resistência francesa a protestantismo.

Durante muito tempo, as igrejas evangélicas da França aguardaram um “sinal de reconhecimento oficial do governo francês”, mas “finalmente conseguiram”, explica o jornal Le Monde, que analisou a expansão dos evangélicos no país.
Por questões históricas, que remetem aos desdobramentos da Reforma Protestante no século 16, toda igreja cristã não católica era vista como seita pelos franceses. Agora, pela primeira vez o presidente do Conselho Nacional dos Evangélicos da França esteve presente na cerimônia de posse de um presidente francês, Emmanuel Macron, no último 14 de maio.
“Eu estava ao lado dos representantes dos muçulmanos, dos católicos, dos judeus, da Federação Protestante da França e dos budistas”, comemorou Etienne Lhermenault.
Outra notícia boa foi a nomeação de Edouard Phillippe como primeiro-ministro. Ele era prefeito do Havre (norte do país), região com ligações históricas com evangélicos na França. “Ele sabe quem somos”, declarou Lhermenault ao Le Monde.
Ainda segundo o jornal mais lido pelos franceses, “o funcionamento [das igreja evangélicas] se faz sem barulho, mas sua vitalidade pode ser conferida nas estatísticas – segundo o CNEF, o número de evangélicos nas grandes cidades se multiplicou por dez desde 1950, contabilizando hoje 500 mil praticantes regulares”.
Considerados sectários, até pouco tempo atrás o evangélico “era percebido [na França] como um estúpido à la George Bush Jr; hoje ele é visto como um africano animado”, explicou o presidente do CNEF.
“O resultado é que nós somos ainda percebidos como uma espécie de seita”, reclama o pastor Franck Lefilattre. “Você tem que estar pronto a receber diversos nãos”, acrescenta o também pastor Samuel Foucachon, que há anos vem tentando, sem sucesso, regularizar sua igreja perto da região de Marselha (Sul) e Bordeaux (Sudeste).
“Houve um caso onde chegaram a nos dizer: ‘se aceitarmos sua solicitação, perdemos a prefeitura’. Cada um deve se virar por si próprio”, narrou Foucachon. Alguns teatros de Paris estão alugando suas salas para grupos evangélicos, para aumentar suas receitas mensais.

Alcançando muçulmanos

A estratégia de alcançar os muçulmanos que crescem continuamente no França é diferente das antigas práticas de abordagem e distribuição de folhetos. “Isso não dá certo!”, afirma o pastor David Brown, presidente da Comissão de Evangelização do Conselho Nacional dos Evangélicos da França (CNEF). “Os franceses consideram a religião como um assunto privado e não querem ser catequizados em locais públicos”, explica.
Um dos motivos disso é que os missionários americanos, antes bastante presentes em território francês, agora são cada vez mais raros. “A importação de práticas ‘made in USA’ nunca fez muito sucesso na França”, analisa o Le Monde.
O sociólogo de religiões Jean-Paul Willaime aponta que o método mais usado hoje para atrair pessoa é por meio de ações sociais e humanitárias (Bazares, apoio escolar, alfabetização, luta contra as drogas e o alcoolismo etc) e das redes interpessoais, como vizinhos, amigos e família.
“Sem esquecer a multiplicação dos cultos à noite, rápidos e festivos, destinados aos jovens ativos”, afirma Le Monde.
“Evangelizar a França é uma prioridade… começando pelos muçulmanos”, descreve o jornal.
Isso se dá principalmente por que os bairros populares e periféricos, onde vivem a maioria dos imigrantes, são claramente identificados como “terras missionárias”.
O pastor Belkacem Germouche, por exemplo, acaba de montar um grupo chamado “Alleluia North Africa”, onde encontros inter-religiosos são bem-vindos. Sua igreja acolhe, duas vezes por semana, cerca de trinta mulheres muçulmanas para cursos de alfabetização.
“Hoje em dia, não é porque você nasce numa família muçulmana que é muçulmano”, avalia Karim Arezki, presidente da Associação de cristãos do norte da África, criada em 2003. “Eles sabem que nós queremos evangelizar e nós sabemos que eles querem nos converter ao Islã”, resume Arezki.
O Le Monde conta ainda que muitos muçulmanos já convertidos pelos evangélicos preferem não admitir isso publicamente, por medo de serem isolados por seus grupos sociais ou mesmo perseguidos. Apesar disso, seu crescimento é notável.
Fonte:www.gospelprime.com.br

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Há 12 anos, o médico se mudou para a África com sua esposa para se tornar missionário e cuidar de pessoas com lepra.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

Kruijff dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique. (Foto: Leprosy Mission).
Kruijff dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique. (Foto: Leprosy Mission).
Arie De Kruijff, um médico altamente qualificado, deu um passo de fé extraordinário, juntamente com sua esposa Marie. Há 12 anos eles se mudaram para Moçambique com o objetivo de salvar pessoas com lepra, também conhecida como hanseníase. Sua missão foi inspirada por dois grandes mandamentos registrados na Bíblia: Amar a Deus de todo o coração e amar ao próximo (Mateus 22 36-40).
"Estamos falando de sobre missão integral", disse Kruijff. “Quando Jesus foi questionado sobre qual era a coisa mais importante a ser feita, ele disse: ‘Ame o Senhor e ame o próximo’. Até agora a igreja tem sido boa no primeiro, mas não no segundo. Quando se trata de sujar as mãos e alcançar as pessoas, a igreja não é muito boa”, disse o médico.
"Em nosso projeto, temos sido o oposto. Bom no segundo, mas não tão forte no primeiro. Então eu sinto que o equilíbrio perfeito poderia ser alcançado se trabalhássemos juntos. A igreja local está crescendo e temos a responsabilidade de torná-la mais responsável", alertou.
Embora Jesus tenha alcançado as pessoas com lepra, o estigma em torno da antiga doença permanece forte, independentemente de Moçambique ser um país em grande parte cristão. É de grande importância o trabalho de Kruijff na pobre província de Cabo Delgado.
Hanseníase
Hoje o médico cristão tem três filhos e dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique no diagnóstico de novos casos. Kruijff diz que agora está pronto para abrir a porta para a missão integral. E em Moçambique, onde mais da metade da população se define como cristã, o cenário é perfeito. Ele explica.
“A igreja é estável e eu sinto que precisamos mobilizar as igrejas locais para ajudar. Por exemplo, algo como a triagem dos doentes poderia ser feito por congregações da igreja. A hanseníase é uma doença que, se não tratada, provoca danos nos nervos e subsequentemente perda de sensibilidade nas mãos e nos pés”, explicou.
Isso torna uma pessoa vulnerável a lesões, pois eles ficam incapazes de sentir dor. Eles se ferem sem saber e, em um local onde as pessoas cultivam a terra para a sobrevivência, geralmente descalços, a infecção é forte e pode levar à perda de dedos das mãos e dos pés.
Equipe de ajuda
Kruijff diz: “Temos grupos de autocuidado onde os membros da comunidade são treinados para detectar os primeiros sinais e sintomas da lepra. Os grupos também observam pessoas ajudando uns aos outros verificando seus pés e mãos e encorajando uns aos outros para manter as feridas limpas e, portanto, livres de infecção. Isso, por sua vez, ajuda a combater o estigma”.
Sua visão é ver a igreja cuidar de ambas as necessidades, físicas e emocionais, de uma pessoa afetada pela hanseníase. "Se esse amor e cuidado serve para abrir os olhos de uma pessoa para o amor de Cristo, então a missão integral realmente deu certo", diz. Embora Kruijff esteja muito agradecido com sua família pelo o que fizeram para realizar o trabalho de Deus, ele não se preocupa muito com os desafios de viver em uma rua nos arredores de Pemba.
"É muito gratificante fazer algo que realmente faz a diferença", diz ele. "Nós enfrentamos desafios todos os dias, mas Deus nos faz vencer. Ele supre todas as nossas necessidades. Enquanto meus colegas de faculdade de medicina estão provavelmente vivendo em luxo comparado a nós, eu honestamente não gostaria de estar em qualquer outro lugar. Para mim foi fantástico experimentar uma cultura diferente e aprender português, que é a língua da educação em Moçambique”, finalizou.

Um líder hindu da Indonésia pediu ajuda para encontrar um pato, que seria oferecido em ritual. Mas o pastor aproveitou o pedido para falar sobre o sacrifício de Jesus.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN AID MISSION

Pastor faz oração durante batismo de novos convertidos, em país da Ásia. (Foto: Christian Aid Mission)
Pastor faz oração durante batismo de novos convertidos, em país da Ásia. (Foto: Christian Aid Mission)
O líder de um grande templo hindu, localizado no sul da Indonésia, precisava de um pato para servir de sacrifício em um ritual. Para conseguir o animal, o homem de 36 anos pediu ajuda do diretor de uma organização cristã local.
Dono de grandes propriedades e marido de duas esposas, o líder hindu era um poderoso chefe de uma aldeia no país. Diante disso, o pastor ficou sem entender por que ele estava pedindo ajuda para encontrar um pato.
“Quando eu perguntei para que o pato seria usado, ele explicou que seria para oferecer em uma cerimônia hindu”, disse o líder cristão. “Ele afirmou que caso o animal não fosse oferecido, ele seria perturbado por um deus e ficaria doente”.
O pastor, que não foi identificado por razões de segurança, explicou ao líder hindu como aconteciam os sacrifícios de animais em Israel na Antiga Aliança e ressaltou que eles não eram mais necessários, pois o sangue de Jesus Cristo se tornou suficiente para o perdão dos pecados.
“Eu tentei explicar usando uma passagem do livro sagrado hindu, o Bhagavad-Guíta, que diz: ‘Somente a vida de Deus pode ser o sacrifício que pode tornar as pessoas limpas do pecado’. Estas palavras do manuscrito deixaram ele impressionado”, lembra o pastor.
Desde então, o chefe da aldeia tem procurado o pastor para fazer mais perguntas sobre a Bíblia. “Hoje ele crê em Jesus Cristo, mas não quer ser batizado por ainda ser líder de uma aldeia e também líder do principal templo hindu da região. Por favor, se unam a mim em oração por ele”.
Os hindus representam apenas 1,7% da população da Indonésia, onde 87,2% das pessoas são muçulmanas e menos de 10% são cristãs.
Através das ações de evangelismo e distribuição de livros cristãos, diversos projetos missionários direcionam seus esforços aos povos que nunca ouviram o Evangelho. No ano passado, cerca de 54 pessoas aceitaram Jesus Cristo e 13 foram batizadas. Além disso, cerca de 15 pastores e evangelistas foram treinados no ano passado e quatro pessoas receberam formação nos estudos bíblicos.

Saiba mais detalhes sobre a libertação de Hassan e Abdulmonem, que ficaram detidos injustamente durante 18 meses, por várias acusações
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Petr Jasek, Hassam, Shamal e Abdulmonem em prisão Sudanesa
Amanheceu, era dia 11 de maio, mas Hassan não podia imaginar que aquele seria o dia em que ele e seu amigo estariam livres da prisão. Perseguidos no Sudão pela fé em Cristo, passaram por momentos difíceis, mas Deus mudou radicalmente as circunstâncias de uma hora para outra. Hassan estava em seu horário de visitas quando os guardas da prisão o chamaram para uma reunião, sem especificar o assunto. Assim que começou a conversa ele soube que o presidente Al Bashir havia liberado os dois, ele e Abdulmonem.
Eles então juntaram rapidamente os pertences e, em menos de uma hora, já estavam do lado de fora e não eram mais prisioneiros. Ambos foram recebidos por várias pessoas que os aguardavam e que conheciam suas histórias. Awadia, a esposa de Hassan, recebeu a notícia por telefone e mal podia acreditar que o marido estava livre. Ela disse que precisava ver com os próprios olhos. A mãe de Hassan também ficou impactada com a chegada do filho.
Mais tarde, Hassan disse aos colaboradores da Portas Abertas: "Deus é bom e eu sou grato a ele. Por favor, digam a todos aqueles que oraram por nós que estamos livres", disse durante uma ligação telefônica. Depois de 18 meses de grande batalha, da qual Petr Jasek também participou com muitas acusações e ofensas, agora eles estão novamente em casa. O chefe do comitê de missões da Igreja de Cristo no Sudão, Kuwa Shamal, que também esteve preso e envolvido no mesmo caso, foi absolvido das acusações em 2 de janeiro. Petr Jasek recebeu o perdão presidencial em 26 de fevereiro, por causa da boa relação entre o Sudão e a República Tcheca.
"Estamos celebrando a libertação dos nossos irmãos, pelo poder da oração e agradecemos a todos os que oraram por eles", comentou um líder da igreja sudanesa que pediu anonimato. "Cristãos de todo o mundo devem comemorar essa vitória da Igreja Perseguida", disse um dos colaboradores da Portas Abertas. Enquanto isso, o governo continua restritivo ao cristianismo. Nesse mês, houve a demolição de mais uma igreja, na região de Soba, ao Sul de Cartum. Continue orando pelos cristãos perseguidos no Sudão.
Fonte:www.portasabertas.org.br

domingo, 21 de maio de 2017

Entenda através de depoimentos como o amor de Deus permanece nos corações de quem enfrenta a violência por causa da fé em Cristo
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"As pessoas carecem da palavra de Deus, e elas não podem morrer sem antes ouvir falar do nome de Cristo, que veio ao mundo para nossa salvação. Apesar das dificuldades, eu não vou deixar esse ministério. O próprio Jesus passou por momentos muito difíceis e nunca desistiu", disse Hajara*, uma cristã africana que aceitou a Cristo logo após uma cura.
"Eu sou encorajada quando penso que Deus pode me usar para ser uma benção para outras pessoas", compartilhou Agnes*, uma cristã perseguida que vive na Nigéria, na ocasião em que perdeu seu marido e depois reconheceu que o amor de Deus estava preenchendo um grande abismo em sua vida, mesmo em meio à dor.
"Devemos estar prontos para compartilhar o evangelho. Os egípcios islâmicos precisam enxergar que a igreja cristã no Egito é a resposta para a salvação de cada um deles. Eles precisam ouvir falar de Jesus Cristo, e se nós não pregarmos a eles, quem pregará?", observa um cristão da Igreja Perseguida no Egito, no ano passado, após um dos maiores ataques realizado por militantes islâmicos.
Envolva-se com a Igreja Perseguida em vários países do mundo, ore pelos nossos irmãos que enfrentam hostilidade e violência por causa da fé. Acompanhe mensalmente os pedidos de oração que chegam dos cristãos perseguidos para a igreja brasileira. Busque saber mais sobre eles através das redes sociais da Portas Abertas também.
"Então, que farei? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento." (1 Coríntios 
Fonte:www.portasabertas.org.br

A jovem estava indo para um estudo bíblico quando aconteceu o acidente. Seu carro foi partido ao meio, mas ela não sofreu ferimentos graves.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWIRE

O carro de Apol Lansang foi partido ao meio, mas ela não sofreu ferimentos graves. (Foto: Reprodução/Tom Bond)
O carro de Apol Lansang foi partido ao meio, mas ela não sofreu ferimentos graves. (Foto: Reprodução/Tom Bond)
Depois de sobreviver a um grave acidente de carro enquanto estava a caminho de um estudo bíblico, uma jovem enfermeira passou a expressar gratidão ao livramento de Deus.
Apol Lansang, de 25 anos, estava dirigindo em uma rodovia da Califórnia, nos Estados Unidos, quando notou um carro desgovernado na contramão.
Sem tempo para reagir, Lansang acabou virando seu carro para a pista contrária e fechou os olhos quando viu que iria colidir com um veículo que se aproximava.
“Eu esperava que, quando eu abrisse os olhos, tudo aquilo seria apenas um sonho”, disse ela ao site The Press Democrat. “Naquele momento, tudo que eu pensava era: ‘Deus, por favor me salve. Eu não sei o que vai acontecer. Espero que quando eu acordar deste pesadelo, eu esteja salva’”.
Por fim, Lansang escapou ilesa — o que foi considerado um milagre, devido a gravidade do acidente. Segundo a imprensa local, seu carro foi partido ao meio por causa da intensidade da colisão. Assista:
“Que bagunça! Isso deve ter sido uma batida de frente a quase 130 km/h”, um homem afirma no local do acidente, segundo as imagens registradas por uma câmera. “Eu nunca vi um carro partido ao meio desse jeito”.
Lansang sabe que os destroços do acidente são provas de que ela deveria ter morrido, mas foi milagrosamente guardada por Deus.
O motorista que provocou o acidente, Kevin Fenty, foi lançado para fora de seu carro, mas não sofreu ferimentos graves. Mais tarde, ele foi detido pela polícia com a suspeita de dirigir sob efeito de drogas.
Segundo policial Kylar Adams, o cinto de segurança salvou a vida de Lansang. “É impressionante ela ter sobrevivido a esse acidente”.
A jovem, no entanto, acredita que Deus é o grande responsável por sua sobrevivência. “Minha comunhão com Deus é com uma fuga desse mundo, eu acho que essa é uma das razões por eu estar aqui”, disse ela. “Eu sempre me dediquei a Deus de todas as formas que eu podia”.

Lansang diz que Deus é responsável por sua sobrevivência. (Foto: Christopher Chung/The Press Democrat)

sábado, 20 de maio de 2017


Neste Sábado  20/05/17 na Congregação Porta da Esperança foi realizado o 3º Encontro de setores da Mocidade. Esteve pregando o Pr. Marcelo Tavares.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

A organização Portas Abertas está promovendo uma petição para apoiar os cristãos na Síria e no Iraque. O documento será apresentado na ONU em dezembro de 2017.

FONTE: GUIAME

A petição pretende apoiar os cristãos na Síria e no Iraque. (Foto: Portas Abertas)
A petição pretende apoiar os cristãos na Síria e no Iraque. (Foto: Portas Abertas)
O drama vivido pelos cristãos perseguidos no Oriente Médio já é conhecido por todo o mundo. Para que a perseguição religiosa seja amenizada de forma prática, a organização Portas Abertas está promovendo uma petição para apoiar os cristãos na Síria e no Iraque.
A petição será apresentada ao secretário-geral das Nações Unidas em dezembro de 2017. António Guterres é a única pessoa que pode supervisionar todas as questões levantadas pela equipe da Portas Abertas e seus parceiros.
Até dezembro de 2017, os pedidos serão levados a diferentes pessoas e organizações que têm influência direta sobre cada uma das recomendações da campanha. Movimentos como esses mostram que falar pelos cristãos perseguidos em ações institucionais pode fazer uma real diferença.
Em 2010, mais de 428 mil pessoas assinaram a petição Free to Believe, uma campanha contra a resolução da ONU sobre difamação religiosa. Em 2013, mais de 300 mil pessoas em todo o mundo assinaram a petição Apoie Síria, que destacou ao mundo os sofrimentos dos cristãos na Síria e no Iraque.
No texto do abaixo-assinado enviado ao secretário-geral da ONU, a Portas Abertas pede que as Nações Unidas incentivem a Síria e o Iraque a protegerem os direitos de igualdade e inalienabilidade de todos os cidadãos e assegurem a melhoria de suas condições de vida.
Um pedido especial foi feito aos refugiados e deslocados internos que estão retornando aos seus países, para que seus governos forneçam a eles moradia adequada, educação e emprego.
Assine e leve esperança: www.portasabertas.org.br/envolva/esperanca/peticao/

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