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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Mais de 3.500 refugiados muçulmanos são batizados na Alemanha

Muitos dos refugiados batizados haviam se convertido em seus países de origem, mas tinham medo de serem assassinados por sua nova fé.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY
Refugiados em momento de oração e adoração antes do batismo em Hamburgo, na Alemanha. (Foto: Stern/Ellen Ivits)
Refugiados em momento de oração e adoração antes do batismo em Hamburgo, na Alemanha. (Foto: Stern/Ellen Ivits)
Mais de 3.500 refugiados muçulmanos se voltaram para Cristo e foram batizados na Alemanha nos últimos dois anos, de acordo com uma pesquisa feita pela organização alemã evangélica Idea.
As igrejas relatam que muitos dos refugiados batizados haviam se convertido em seus países de origem, mas tinham medo de serem assassinados por revelar sua nova fé.
Depois de fugir das áreas de conflito e encontrar segurança na Alemanha, os refugiados conseguiram viver em Cristo abertamente. Segundo o estudo, a maioria dos batizados são ex-muçulmanos do Irã, Iraque e Síria.
Vinte igrejas protestantes e as cinco maiores igrejas livres da Alemanha foram pesquisadas ​​pela  organização. Mais de 2.500 batismos aconteceram nas Igrejas Evangélicas Livres, 1.000 na Federação das Igrejas Pentecostais, 850 na Igreja Evangélica Luterana Independente e 700 na União das Igrejas Evangélicas Livres.
Com números um pouco menores, a Igreja Evangélica Luterana de Württemberg registrou cerca de 300 batismos de ex-muçulmanos. A Igreja Evangélica de Westphalia viu 200 batismos nos últimos três anos.
Em pelo menos nove das 20 igrejas protestantes pesquisadas, cerca de mil refugiados foram batizados desde 2014.
Alguns deles já tinham entrado em contato com as igrejas domésticas cristãs de sua terra natal. Algumas igrejas já separaram pastores para ministrar especialmente o grande grupo de refugiados iranianos que chegam em suas congregações.
"Isso não é um fenômeno de massa, é algo que acontece", observou a Igreja Protestante em Hesse e Nassau, que batizou mais de 200 refugiados desde 2015.
Por outro lado, nenhum pastor batiza um refugiado muçulmano "sem filtrar suas intenções", de acordo com a Idea. Todos os convertidos são questionados sobre os seus motivos de sua fé, já que um elo ao cristianismo é um fator que auxilia na busca por abrigos na Alemanha.

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