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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Quem tem olhos, veja



“As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo. Antes é o Pai que está em mim quem faz as obras. Crede-me quando digo que estou no Pai e o Pai está em mim; pelo menos crede por causa das mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que faça. E as fará maiores do que estas porque eu vou para o Pai”, disse Jesus ao discípulo Filipe, conforme escreveu o evangelista João no capítulo 14, versículos do 10b ao 12. Parece difícil acreditar, mas o norte foi dado e é esse: coisas maiores fará aquele que se dispuser a continuar a missão Cristo. Mas muitas pessoas se perguntam por que essas “coisas maiores” não estão mais acontecendo? Aparentemente, deixaram de ser contabilizadas há certo tempo. É comum o saudosismo que nos faz entender que tudo antes era melhor. Repetidas vezes ouvimos frases que começam com “naquele tempo era melhor...”. Também são comuns os apelos pelo apressamento do futuro quando ouvimos: “no futuro tudo será melhor”. Tudo está certo a depender de onde estamos olhando, porém é nítido o desprezo pelo presente tanto em um como no outro pensamento. O que acontecia antes que deixamos de fazer já que foi dito que iríamos fazer coisas maiores? O que acontecerá no futuro que não podemos iniciar agora já que o reino de Deus é chegado? Se não pensarmos sobre isso, como faremos “coisas maiores” que é profecia do próprio Cristo? Não se pode reclamar de falta de demanda: Jesus falou a verdade que liberta. Hoje, há alguém para ouvir? Sim. Jesus curou pessoas enfermas. Há enfermos nos dias atuais? Sim. Visitou. Hoje, há pessoas para serem visitadas? Sim. Cuidou de quem precisava. Hoje, há alguém necessitado? Sim. Entre a ascensão de Cristo ao céu e o seu retorno há  muito que ser feito pelos que se chamam cristãos. Quem tem olhos, veja.

Fonte:Gildeon Mendonça
Diácono na Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Natal/RN. Líder de jovens e adolescentes há 16 anos

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