ARQUITETA CRISTÃ AJUDA NO PROCESSO DE RECONSTRUÇÃO

sábado, março 31, 2018

Ao celebrar primeira Páscoa de volta às suas casas, cristãos iraquianos têm esperança de um futuro melhor


 31 DE MARÇO DE 2018        

 Histórias que nos inspiram a louvar a Deus


Noor é uma arquiteta cristã iraniana de 29 anos. Como tantos outros, ela e a família tiveram que fugir da noite para o dia quando o Estado Islâmico (EI) invadiu sua cidade em 2014. Ela era, então, noiva. Quando vivia como deslocada internamente, se casou e teve uma filha, que agora tem dois anos. Um ano atrás, ela voltou para sua cidade natal, Qaraqosh. “Parecia o inferno. Eu sentia um cheiro ruim – de sangue, sujeira, corpos. Era como uma cidade fantasma. Sem luz, sem nada”, descreve a jovem mãe sobre sua primeira impressão quando chegou à cidade.


Mas Noor não desistiu, ela decidiu seguir adiante e reconstruir a cidade. “Eu comecei a trabalhar como voluntária no comitê de reconstrução da igreja. Primeiro, documentando os danos, depois ajudando a coordenar o processo de reconstrução”, relata. Quando se mudou permanentemente para Qaraqosh, o comitê de reconstrução da igreja lhe ofereceu um emprego no departamento técnico, onde ela trabalha como arquiteta agora. “Eu trabalho na informação, dados e registros. Através disso, posso ajudar outras famílias a reconstruir suas casas”, orgulha-se. Ela espera que no futuro Qaraqosh seja melhor do que antes.

Noor expressa sua gratidão ao saber que cristãos de todo o mundo estão acompanhando os cristãos de Qaraqosh de forma especial neste fim de semana de Páscoa. Ela diz: “Em meu nome e no de cada cristão do Iraque, nós agradecemos a cada cristão no mundo que está se lembrando de nós. Somos gratos por nos ajudarem também com suas orações. Obrigada”. Ore por Noor, sua família e pelos cerca de 25 mil cristãos que retornaram a Qaraqosh e estão celebrando a primeira Páscoa depois que o EI foi expulso do Iraque.

Leve esperança ao Iraque
Faça parte do projeto de reconstrução do Iraque. Ajude famílias cristãs iraquianas a reconstruírem suas casas e cidades. Ore por eles e envolva-se com nossos projetos na região. Para mais informações, clique aqui.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

IGREJA É ATACADA E AMEAÇADA NA ÍNDIA

quinta-feira, março 29, 2018

Radicais hindus ligados ao BJP invadiram a igreja na hora do culto e xingaram o pastor e os membros


 29 DE MARÇO DE 2018        

 Os ataques costumam aumentar em datas cristãs, como a Páscoa e o Natal


No último domingo (25), fundamentalistas hindus ligados ao BJP (partido atualmente no poder na Índia) invadiram a Igreja Casa de Oração Sheloha. O incidente aconteceu em Balapur, no distrito de Rangareddy, na Índia, por volta das 10h da manhã. Os extremistas hindus chegaram à igreja durante o culto, jogaram as cadeiras e xingaram o pastor e os membros da igreja.


A comunidade cristã também foi ameaçada de sofrer sérias consequências caso volte a realizar cultos na igreja. O pastor e os fiéis foram à delegacia registrar boletim de ocorrência. Agora eles estão com muito medo de se reunir para cultuar na igreja.

Ore por essa igreja, para que seja encorajada e fortalecida no Senhor. Que mesmo diante das ameaças, eles permaneçam firmes e tenham direção de Deus sobre como agir. A Índia ocupa a 11ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018 e o número de incidentes violentos contra cristãos tem aumentado. Ore pela Igreja Perseguida da Índia.

DIP 2018 – Não fique de fora!
Além de orar, você pode fazer mais pelos cristãos perseguidos da Índia. Este ano o Domingo da Igreja Perseguida acontecerá no dia 27 de maio e será voltado para a realidade da igreja nesse país. Você pode se cadastrar e envolver a sua igreja nesse movimento de oração em favor de nossos irmãos. Para saber como fazer, clique aqui.

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AS 104 MENINAS LIBERTAS PELO BOKO HARAM VOLTAM PARA CASA

quarta-feira, março 28, 2018

Somente a cristã Leah Sharibu, de 15 anos, continua sob poder dos extremistas islâmicos

 27 DE MARÇO DE 2018        

 Ore para que a cristã Leah Sharibu também possa voltar para casa (Foto representativa por razões de segurança)

As 104 meninas libertadas pelo Boko Haram voltaram para suas famílias em Dapchi, no estado de Yobe, nordeste da Nigéria, no último domingo (25), informou a BBC. Elas foram alertadas pelos radicais islâmicos a não voltar à escola. Imediatamente após serem libertas, elas foram levadas de avião para a capital, Abuja, para exames médicos e de segurança, e para se encontrar com o presidente Muhammadu Buhari.


A pergunta que se faz é por que a menina cristã Leah Sharibu, de 15 anos, não foi incluída no acordo intermediado pelo governo para assegurar a libertação das estudantes. Disseram aos seus pais que os extremistas islâmicos não quiseram soltá-la porque ela se negou a renunciar a fé cristã– ela era a única cristã entre as meninas sequestradas de um internato em Dapchi. Semana passada, o governo garantiu que não iria poupar esforços para trazê-la de volta em segurança para seus pais.


A associação de advogados cristãos da Nigéria exigiu que o governo cumpra sua responsabilidade e defenda os princípios da constituição nigeriana. “Todo cidadão tem o direito de ser protegido, independentemente de gênero, cultura ou crença religiosa”, afirmou a associação, que pediu a libertação imediata de Leah e das meninas do Chibok ainda em poder do Boko Haram. Das 110 meninas sequestradas em Dapchi, 104 foram libertas, cinco morreram e uma (a cristã Leah) ainda está sob poder dos sequestradores.


Pedidos de oração


Interceda pela vida de Leah. Que o Senhor a guarde e livre de todo mal e que ela tenha certeza da presença e cuidado do Senhor.


Clame pela vida das 104 meninas libertas, para que sejam curadas de qualquer trauma que tenham sofrido.


Ore pela família das meninas mortas. Que recebam o consolo do Senhor.


Continue pedindo pelas meninas do Chibok que ainda estão em cativeiro.

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GOVERNO INDIANO QUER REESCREVER A HISTÓRIA DO PAÍS

segunda-feira, março 26, 2018

Comitê de 14 acadêmicos foi nomeado para dar provas de que o hinduísmo é a religião ancestral da nação


 26 DE MARÇO DE 2018        

 Este tem sido um dos anos mais traumáticos para os cristãos na Índia


O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, nomeou um comitê de estudiosos parareescrever a história da nação de modo a favorecer os hindus, informou a agência de notícias Reuters. A afirmação se baseia em minutas de uma reunião de um comitê de 14 pessoas, realizada em janeiro de 2017, e em entrevistas com membros desse comitê. O material apurado revela que a tarefa dos eruditos era encontrar evidências (como descobertas arqueológicas e DNA) para provar que os hindus de hoje descendem diretamente dos primeiros habitantes do território e confirmar que as escrituras hindus antigas são fato e não mito.


O presidente do comitê, K. N. Dikshit, contou à Reuters: “Me pediram para apresentar um relatório que ajudasse o governo a reescrever certos aspectos da história antiga”. A Reuters concluiu que o governo nacionalista hindu está buscando moldar a identidade nacional de acordo com sua visão religiosa, ou seja, que a Índia é uma nação de e para hindus. Mas um quinto da população do país pertence a religiões diferentes do hinduísmo. Cristãos, muçulmanos e siques reclamam do aumento da discriminação e violência desde que Modi foi eleito.

GOVERNO ADMITE MANIPULAR HISTÓRIA

O ministro da cultura, Mahesh Sharma, que organizou o comitê, confirmou em uma entrevista que o trabalho do comitê é parte de um plano maior para revisar a história da Índia. Ele acrescentou que espera que as conclusões sejam refletidas em livros didáticos e nas pesquisas acadêmicas. Nacionalistas hindus e pessoas de peso do partido de Modi rejeitam a ideia que sempre foi ensinada na Índia de que a população foi transformada por uma migração em massa vinda da Ásia Central por volta de 3 a 4 mil anos atrás.

O professor e empresário Prabhu Guptara disse à Portas Abertas que “posando como 'nacionalistas hindus', pessoas foram capazes de enganar os indianos para chegar ao poder. No entanto, elas não representam a maioria dos hindus, mas pertencem a um grupo minoritário chamado hindutvans [que aderem a uma teologia hindu fundamentalista]. Na verdade, estão longe de ser nacionalistas e organizam o saque do país por aqueles com quem estão em conluio”.

A Comunidade Evangélica da Índia (a aliança nacional de cristãos evangélicos do país) descreveu 2017 como “um dos anos mais traumáticos” para cristãos indianos na última década, em que foram registrados 351 incidentes de crimes de ódio contra cristãos. Dados divulgados pelo próprio governo mostram um aumento em crimes de ódio relacionados a religião. Ore pela Igreja Perseguida da Índia, país que ocupa a 11ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018.

Faça a diferença para irmãos indianos!
Além de orar, você pode fazer mais pelos cristãos perseguidos da Índia. Envolva-se participando do DIP (Domingo da Igreja Perseguida), que acontece no dia 27 de maio deste ano. Para obter mais informações e saber como se cadastrar, clique aqui.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

CRISTÃOS SÃO ATACADOS POR ENTERRAR BEBÊ

domingo, março 25, 2018

Este é apenas um dos quase 80 casos de violência contra cristãos somente em janeiro na Índia


 25 DE MARÇO DE 2018        



Somente no mês de janeiro deste ano, ocorreram 78 incidentes contra cristãos na Índia. Entre os episódios de violência estão um assassinato, oito casos de violência física, seis casos de danos a igrejas e sete casos de expulsão de casa. Em fevereiro também sérios incidentes violentos foram registrados.


Um dos casos aconteceu no vilarejo de Tangguda, distrito de Malkangiri, Odisha, onde um bebê de uma das três famílias cristãs da aldeia morreu. As três famílias se juntaram para o funeral e deram prosseguimento ao sepultamento. Mas os moradores do vilarejo se opuseram. Os cristãos disseram que estavam enterrando o bebê em seu próprio terreno, e assim chamaram o pastor e fizeram o funeral.

No mesmo dia, por volta das 22h, os moradores da aldeia chegaram de surpresa às casas dos cristãos e os atacaram. Alguns conseguiram escapar, mas vários ficaram seriamente feridos. Danga Madkami, 45 anos, teve uma perna quebrada, Jaga Madkami, 52, foi gravemente machucada e a adolescente de 14 anos, Sabita Madkami, sofreu um ferimento grave na cabeça. Todos foram hospitalizados e a polícia abriu um boletim de ocorrência. Ore por esses cristãos perseguidos, para que se recuperem e sejam capazes de perdoar seus agressores. Clame também por proteção e justiça, para que casos como esse não se repitam.

Você pode fazer mais pela Índia
O Domingo da Igreja Perseguida deste ano abordará a Índia e os desafios dos cristãos perseguidos nesta nação. Se você ainda não cadastrou sua igreja, clique aqui e saiba como. Não deixe de participar!

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

NOVA EMENDA NA LEI DE RELIGIÃO AUMENTA PERSEGUIÇÃO

sábado, março 24, 2018

Cristãos azeris sujeitos a penas mais duras


 23 DE MARÇO DE 2018        

 Ore pelo fortalecimento da Igreja Perseguida no Azerbaijão


Foi aprovada uma nova emenda no código religioso do Azerbaijão. Segundo a emenda, a reunião de grupos religiosos sem registro oficial pode ser punida com um a dois anos de prisão e multas ainda mais altas. Ano passado, a igreja do pastor Mehman pagou uma multa de 1.500 manat, a moeda local, equivalente a mais de 2.900 reais. Agora, essa multa seria de 2 a 5 mil manat para a primeira infração e mais alta para a segunda.


O pastor Mehman afirma que há vários grupos de igrejas subterrâneas em seu vilarejo, então a notícia sobre a nova lei o entristece. “Corremos o perigo de ser presos e multados de novo. Por favor, orem por nós; nós realmente precisamos de suas orações”, é o seu pedido à igreja livre.

Ore pelo pastor Mehman e pela segurança dos cristãos que fazem parte dessas igrejas subterrâneas. Que o Senhor os livre de todo mal, os fortaleça na fé, mas também abra as portas para que possam praticar a fé em liberdade. O Azerbaijão ocupa a 45ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018 e a Igreja Perseguida desse país precisa de nossas orações.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

CRISTÃOS PERSEGUIDOS E AMEAÇADOS NO UZBEQUISTÃO

sexta-feira, março 23, 2018

A polícia revista igrejas e casas e confisca literatura cristã


 23 DE MARÇO DE 2018        

 O Estado é quem decide se a pessoa pode ou não crer e realizar o culto a Deus


As autoridades de Navoi, região sudoeste do Uzbequistão, continuam perseguindo e punindo cristãos locais com o objetivo de impedi-los de se reunir para adorar e desenvolver atividades religiosas, diz o Conselho de Igrejas Batistas. Cristãos afirmam que a polícia os “vigia, segue e ameaça de multar para nos impedir de ir à igreja”. Eles também dizem que as autoridades induzem os parentes de cristãos uzbeques a tentar impedi-los de se encontrar com outros cristãos.


Toda atividade de religião e crença sem permissão do estado é ilegal no país. O Conselho de Igrejas Batistas se recusa a registrar suas igrejas no estado, alegando que a exigência é contrária à lei internacional de direitos humanos, à qual o Uzbequistão adere. Em janeiro, uma das igrejas locais passou por uma revista policial durante o culto de domingo. Eles anotaram os nomes de todos os fiéis e seus endereços. Em seguida, todas as casas dos membros da igreja também foram revistadas, bem como uma loja da igreja.

SEM LIBERDADE

Na batida policial realizada na casa da cristã Lyudmila Kebadze, também em janeiro, toda sua literatura cristã foi confiscada, menos sua Bíblia – porque ela insistiu que tinha o direito de mantê-la para uso pessoal. Entre o material confiscado, havia duas Bíblias infantis, que depois foram devolvidas. Sem dizer o nome ou posição, o policial lhe disse que poderia manter as Bíblias em casa. Mas que os outros livros confiscados só poderiam ser lidos em uma igreja registrada no estado.

A polícia revistou a casa de Zakirjon Karomov sem mandado policial e sem a presença do cristão. Dois dias depois, também revistou a loja da família, alegando que eles vendem Bíblias lá. A esposa e filhos de Nikolay Pivtsev foram presos no banheiro de casa enquanto a polícia revistava a casa sem mandado de busca e na ausência do marido. A Bíblia e o computador da família foram confiscados. O filho de Pivtsev, de 8 anos, foi pego na saída da escola e levado para ser interrogado na sede da administração local, sem conhecimento de seus pais. A família foi ameaçada de multa e até mesmo prisão de curto prazo (15 a 21 dias) caso Pivtsev continue frequentando a igreja.

A polícia e os professores dizem às crianças que se elas forem a qualquer lugar de culto (como igrejas ou mesquitas) serão punidas. Crianças e jovens não são oficialmente proibidos de frequentar reuniões de adoração, mas oficiais pressionam os pais e a comunidade a não permitir que os filhos participem de tais atividades. Ore pela Igreja Perseguida do Uzbequistão, que tem enfrentado essa forte onda de pressão nos últimos meses.

Fonte: Forum 18

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

7 MOTIVOS DE GRATIDÃO DA IGREJA PERSEGUIDA NA SÍRIA

quinta-feira, março 22, 2018

Sete anos de guerra. Há motivos de gratidão pelo agir de Deus na vida dos cristãos perseguidos da Síria


 22 DE MARÇO DE 2018        

 Em todo tempo, Deus é bom


Nos sete anos de guerra na Síria, que se completam neste mês de março, seguramente há um rastro de perdas e muita dor. No entanto, mesmo em meio à tragédia podemos ver a mão de Deus. Um dos maiores motivos de gratidão é que nesse período de guerra muitos cristãos e não-cristãos se aproximaram mais de Deus.


Junte-se a nós em agradecimento ao Senhor por sete motivos especiais:

Agradeça a Deus pelo papel que a igreja síria desempenhou ao buscar suprir as necessidades de todos, independentemente da religião. Essas igrejas são centros de esperança na região.


Louve a Deus pela vida de pessoas como Safir. Ele trabalha em uma organização cristã que ajuda os mais necessitados em Aleppo. “Muitas pessoas não sobreviverão sem ajuda. Precisamos apoiá-las em oração e de forma prática também”, diz o cristão.


Um grande motivo de louvor são os muçulmanos que conheceram a Jesus em meio à guerra. Em diferentes lugares, são vários os testemunhos de muçulmanos que se tornaram seguidores de Jesus.


Dê graças ao Senhor pelas famílias cristãs que permaneceram na Síria.Um cristão de Aleppo testemunha que chegou a obter vistos para vários países, mas quando estava fazendo as malas, seu chamado para ficar foi mais forte. “Eu amo meu país, amo meu povo. Tenho a missão de ficar aqui e ajudar as pessoas”.


Muitos que eram cristãos nominais realmente fizeram uma decisão por Cristo diante da realidade da guerra. “Quando a guerra começou, com bombas explodindo, e vimos que estávamos a salvo, começamos a sentir que Deus estava conosco”, testemunha um cristão de Aleppo.


Louve a Deus por muitos cristãos que continuaram frequentando a igreja fielmente e não se deixaram tomar pelo medo. Pelo contrário, ficaram mais envolvidos no trabalho da igreja.


Agradeça ao Senhor porque durante este tempo de guerra a Portas Abertas continuou seu trabalho de distribuição de Bíblias e literatura cristã na Síria.


Você pode ajudar a reconstruir a Síria
Muito já foi feito, mas ainda há muito a se fazer pela Igreja Perseguida na Síria. Além de orar, você pode ajudar financeiramente a reconstrução integral da vida dos cristãos sírios. Conheça o projeto e como você pode doar.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

GOVERNO ARGELINO IMPÕE ALTAS MULTAS A CRISTÃOS

quinta-feira, março 22, 2018

Dois irmãos tiveram pena de prisão cancelada, mas receberam multas exorbitantes e apelarão novamente


 21 DE MARÇO DE 2018        

 Na Argélia, cristãos são pressionados a não pregar o evangelho


O governo da Argélia foi criticado por discriminação contra a minoria cristã do país. Desta vez a crítica foi provocada pelas altas multas dadas a dois irmãos quecarregavam cerca de 50 Bíblias no carro. Essa história remonta a março de 2015, quando o carro dos dois irmãos, Nouredine e Belabbes Khalil, foi parado pela polícia. Eles foram detidos por carregar 56 Bíblias e foram interrogados sobre a origem dos livros e sobre o que iam fazer com eles. Eles disseram que as Bíblias eram para uso da igreja local, que é liderada por Nouredine. Eles foram, então, liberados e as Bíblias, devolvidas.


No entanto, o caso foi posteriormente encaminhado para um promotor e as ações legais contra os irmãos começaram. Então, em dezembro de 2017, cada um foi condenado a dois anos de prisão e a pagar uma multa de 50 mil dinares (a moeda local), o equivalente a quase 1.500 reais.No entanto, eles apelaram da sentença e tiveram uma audiência em Tiaret, a cerca de 300 quilômetros da capital, Argel. Na audiência de apelação, no último dia 8, o juiz derrubou a pena de prisão, dando apenas uma suspensão de três meses para cada um, mas dobrou o valor da multa – que ficou em quase 3 mil reais para cada um.

Subentende-se que eles foram condenados sob uma lei de 2006, que regula as atividades religiosas não-muçulmanas. Essa lei proíbe a impressão, estoque e distribuição de material que possa “balançar” a fé de um muçulmano. Há outros casos semelhantes a esse parados no país. A Igreja Protestante da Argélia, associação que reúne 45 igrejas evangélicas no país e reconhecida pelo governo desde 1974, delegou um grupo de advogados para ajudar os dois cristãos a fazer outro apelo e tentar reverter o veredito das altas multas. Ore para que a justiça do Senhor seja feita na vida de Nouredine e Belabbes e pela Igreja Perseguida da Argélia no geral.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

TRÊS CRISTÃOS SÃO MORTOS NO IRAQUE

quarta-feira, março 21, 2018

Casa de médicos foi invadida em Bagdá e eles foram mortos a facadas


 20 DE MARÇO DE 2018        

 O clima de tensão está sempre com os cristãos perseguidos no Iraque (Foto representativa por razões de segurança)


Um médico, a esposa e a sogra foram mortos a facadas na capital do Iraque, Bagdá. Quatro homens entraram na casa e começaram a esfaquear o homem, Dr. Hisham Shafiq Maskony, até a morte.Depois, também mataram sua esposa, a ginecologista Dra. Shatha Malik Dinno, e a mãe dela, Khairiyah Dawood Abada. A casa dos cristãos foi invadida na quinta-feira, 8 de março, e ainda não se sabe os motivos que levaram ao ataque.


O casal trabalhava num hospital cristão, onde ele era radiologista. Eles moravam na área de Al Mashtal, na zona oeste de Bagdá. Após matar a família, os agressores roubaram dinheiro e outros itens da casa. De acordo com várias fontes, somente no dia seguinte ao incidente é que os vizinhos notaram que a porta estava aberta e o médico estava deitado no chão todo ensanguentado.

Segundo nosso parceiro local, o incidente chocou toda a comunidade cristã do país, trazendo preocupação sobre a situação dos cristãos no Iraque. Assim como muitas famílias cristãs iraquianas, essa também tinha vivido fora do país por alguns anos, mas havia voltado cerca de cinco anos atrás. Ainda de acordo com nossas fontes, o ministério do interior anunciou que a gangue que assassinou a família foi pega.

O ataque aconteceu algumas semanas após a morte do jovem cristão Samer Salah Addin, que foi morto a tiros na frente de sua casa em Bagdá. Um líder cristão do país exigiu que o ministério do interior puna os criminosos o mais rápido possível. “Isso vai assegurar aos cidadãos que o governo é responsável por protegê-los. Chega de desrespeito à vida das pessoas e propriedades. Chega desta cultura de violência, sangue e danos”, declarou o líder cristão. Oremos pelos cristãos perseguidos do Iraque para que sejam consolados e fortalecidos pelo Senhor em meio a tantas perdas. 

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

O cristianismo árabe antes do surgimento do Islã

terça-feira, março 20, 2018

   


 23/01/2018

1. O cristianismo árabe antes do surgimento do islã


O texto a seguir está baseado principalmente em artigos escritos por pesquisadores cristãos árabes. Portanto, apresenta uma perspectiva que raramente é levada em consideração pelos cristãos ocidentais.


No século VII, os muçulmanos árabes deixaram a Península Arábica e deram início à conquista do Oriente Médio e do norte da África. Contudo, a maioria dos evangélicos brasileiros pressupõe que o cristianismo teve pouco, ou quase nenhum contato com as tribos árabes antes do surgimento do islã e, de acordo com essa linha de pensamento, essa é uma das razões pelas quais os árabes tão prontamente aceitaram o islã. Uma segunda pressuposição comum é a de que antes do surgimento do islã, os árabes estavam limitados apenas à Península Arábica. Contudo, ambas as pressuposições são incorretas. “Os três séculos que se passaram antes do surgimento do islã no século VII”, diz Shahid, “foram o período de ouro do cristianismo árabe” (Shahid, 2005, p. 435) e, como veremos mais adiante, os cristãos árabes habitavam tanto a Península Arábica quanto a Síria e a Mesopotâmia.


Para entender plenamente a influência dos cristãos árabes no Oriente Médio antes da chegada do islã, é importante mencionar que as tribos árabes viviam em ambos os lados das fronteiras de dois grandes impérios da época: o Império Romano cristão (bizantino) e o Império Persa zoroastrista (sassânida).


Já no ano 200 d.C. existem relatos da conversão do líder árabe Abgar, rei de Edessa, na província romana da Síria. Isso lhe deu a honra de ser o primeiro governante da história a se converter ao cristianismo, o que, por sua vez, deu a Edessa o título de primeiro estado cristão da história (Shahid, p. 435). Por fim, Edessa tornou-se conhecida, por séculos, como um dos maiores centros do cristianismo siríaco, rivalizando em importância com Antioquia.


Grupos árabes que começaram a se mover da Península Arábica para o território bizantino se estabeleceram na Síria e fizeram tratados com Bizâncio. Por fim, tornaram-se cristãos, mas mantiveram sua identidade árabe. Entre os aliados árabes de Bizâncio, três grupos se destacaram antes do surgimento do islã:


• Os tanuquidas, que tinham sua base na parte norte da Síria. No século IV, eles possuíam uma rainha árabe cristã chamada Mavia, que era de convicção calcedonense. Ela exigiu que houvesse um bispo árabe para seu povo. Seu desejo foi concedido, e um eremita chamado Moisés tornou-se bispo. O bispo Moisés é reconhecido como um santo da Igreja Universal (Shahid, p. 437).


• Os saliidas sucederam os tanuquidas na posição de principal grupo árabe no norte da Síria e também eram de tradição calcedonense. Seu rei mais importante, Dawuud, “tornou-se monge e construiu um mosteiro famoso que sobreviveu durante o período islâmico” (Ibid.).


• Os gassânidas, no século VI, tornaram-se o grupo árabe cristão mais importante, ofuscando todos os outros. Jabiya era sua capital e, diferentemente dos outros dois grupos mencionados, eram monofisitas. Jacó Baradeu era o bispo dos gassânidas, tendo a Igreja Monofisita da Síria o nome de “jacobita” em função dele (Ibid.). Todavia, no século VI eles apoiaram o Império Bizantino Calcedonense contra os persas. Devido ao seu apoio, em 529 d.C o imperador Justiniano concedeu o título de patricius a seu rei, al-Harith ibn Jabalah, que reinou de 529 a 569 d.C.1


Além da Síria, o cristianismo também alcançou os árabes da Península Arábica antes do surgimento do islã. Os Nestorianos da Mesopotâmia tiveram um papel importante na disseminação do Evangelho nas partes orientais da Arábia.


Do outro lado da península, a Arábia Ocidental tinha importantes centros urbanos: Medina (Yathrib), Meca e Najran, sendo que todas elas faziam parte da rota das especiarias. Árabes e judeus já habitavam Medina quando a tribo árabe Azd chegou à cidade e “é praticamente certo que as tribos árabes Azd de al-Aws e Al-Khazraj devessem aos gassânidas qualquer tipo de cristianismo que tenha chegado até eles” (Shahid, p. 445).


Meca, que era um importante centro de peregrinação para as tribos árabes politeístas da região ao redor, também tinha presença de cristãos, embora possivelmente não em grande número. Alguns dos aspectos que atestam a presença deles na cidade são, por exemplo, a existência, naquele tempo, de um cemitério cristão, do Santuário de Maria e até mesmo imagens de Jesus e Maria dentro da Caaba, sem mencionar o fato de que na rota de peregrinação pré-islâmica havia a estação do cristão (Shahid, p. 445). Ainda que esses sejam elementos importantes quando se tenta descobrir a presença de cristãos em Meca antes do advento do islã, pelo menos uma pessoa importante deve ser mencionada: Waraqa ibn Nawfal, primo de Khedija, a primeira esposa de Maomé. Diz-se que ele foi um cristão que até mesmo incentivou Maomé a continuar buscando as revelações que ele estava recebendo, pois, na opinião dele, elas vinham de Deus.


Najran, na parte sudoeste da Península Arábica (bem próximo do que hoje é a fronteira com o Iêmen) era o mais importante centro de cristianismo na Arábia antes do surgimento do islã. Diferentemente de Medina, que tinha uma mistura de árabes e judeus, Najran era uma cidade puramente árabe. Foi no século V que uma versão monofisita de cristianismo se destacou na região, até mesmo recebendo seu próprio bispo por volta do ano 500. Perto do ano 520, os cristãos de Najran foram perseguidos2 e cerca de 300 deles foram mortos. O Império Bizantino e a Etiópia retaliaram a matança, o que deu força à consolidação do cristianismo na região sul da Arábia. Os que morreram foram considerados mártires e foram canonizados pela Igreja.


Um evento importante, relacionado aos cristãos de Najran, é mencionado no Hadith de Bukhari:


O Hadith descreve a interação entre Maomé e a delegação cristã que foi a Najran. Um número muito maior de detalhes sobre esse encontro é fornecido na biografia anterior, a Sirat Rasūl Allah, que foi compilada por Ibn Ishaq e editada por Ibn Hisham. A partir desse texto aprendemos que sessenta cavaleiros vieram, que a conversa durou vários dias e que aconteceram sérias discussões teológicas. Cada lado procurou apresentar seu próprio ponto de vista e ouvir as réplicas do outro (Power, 2013, p. 129).


Finalmente, na Arábia do Sul (Iêmen) havia os himiaritas, que receberam seu cristianismo de cristãos vindos da Etiópia, do Império Bizantino e da Mesopotâmia (Shahid, p. 447). Em 570, um exército dessa região marchou numa tentativa fracassada contra Meca, o que foi “uma expressão de rivalidade entre os dois centros religiosos na Arábia Ocidental — Meca com sua Caaba pré-islâmica e uma religião sincretista, e as cidades cristãs no sul da Arábia, em Najran e em San’a” (Shahid, p. 447).


Um último exemplo deve ser mencionado em relação ao cristianismo árabe antes do advento do islã: a tribo cristã árabe dos lacmidas, da antiga cidade mesopotâmica de al-Hirah3, hoje no sul do Iraque. Os lacmidas eram conhecidos por sua poesia, assim como por sua intensa atividade intelectual em outras áreas. O pico de sua influência aconteceu no século VI. Acredita-se que a escrita árabe se desenvolveu em al-Hirah. “Como sede de um bispado de cristãos nestorianos, al-Hirah exerceu forte influência sobre a vida religiosa do oriente, ajudando o monoteísmo cristão a penetrar na Península Arábica”4. Um de seus reis, Numan III (morto em 602), era um cristão nestoriano. Eles apoiaram o Império Persa contra Bizâncio.


Dessa forma, a partir desses poucos exemplos, pode ser claramente visto que o cristianismo já havia alcançado muitas tribos e cidades árabes antes do surgimento do islã, principalmente entre os séculos IV e VI, e que eles não estavam confinados aos limites da Península Arábica.


2. A convivência entre muçulmanos e cristãos


O que normalmente se acredita no ocidente em relação à conquista árabe-muçulmana da Síria, Mesopotâmia e norte da África é que os árabes vieram com sua espada e ameaçaram matar todo cristão que encontrassem pelo caminho se ele não se convertesse ao islã. Contudo, esse não é exatamente o retrato que surge quando se analisa mais atentamente o que a história diz sobre esse acontecimento.


À época do surgimento do islã os impérios bizantino e persa já haviam enfrentado séculos de guerras constantes entre si, levando-os ao ponto da exaustão econômica e militar. Outro fator importante foram os cismas sofridos pela Igreja, culminando em três ramos diferentes do cristianismo ortodoxo.


Como resultado dessa divisão, o Império Bizantino, que era pró-calcedonense, perseguiu ferozmente os cristãos de outras convicções que habitavam a Síria e o Egito por conta de diferenças doutrinárias, mas até mesmo os cristãos calcedonenses da região sofreram por causa dos altos impostos colocados sobre calcedonense e não-calcedonenses.


Durante os séculos anteriores à chegada do islã, a Síria — que estava debaixo do controle do Império Bizantino — recebeu um afluxo de várias tribos árabes, e o árabe clássico começou lentamente a surgir como um idioma comum entre os árabes da região (Hazim, 2005, p. 473). Consequentemente, quando o exército árabe, motivado pelos ensinamentos de Maomé, chegou à região, a população local já estava, havia vários anos, interagindo com os árabes e seu idioma.


Assim, temos aqui a “tempestade perfeita”, uma combinação explosiva de fatores sociais, econômicos e religiosos que criaram as condições para uma mudança significativa.


Depois de vencer seus novos súditos na (ex) província romana da Síria, inicialmente os muçulmanos árabes, em boa parte dos casos, trataram seus novos súditos com temperança, oferecendo alianças de proteção razoáveis à população amplamente cristã da Síria e, contanto que os cristãos pagassem impostos pessoais (al-jizya), poderiam manter suas propriedades, sua religião e seus templos (Hazim, p. 475). Ao perceber que os muçulmanos árabes respeitavam suas alianças, os cristãos tornaram-se oponentes do Império Bizantino.


Os siríacos deram boas-vindas à chegada dos muçulmanos árabes e os receberam como libertadores do país, dando ao califa ‘Umar Ibn al-Khattab o nome de Forugq, um epíteto siríaco que significa resgatador e salvador, porque ele os salvou do governo dos persas e dos gregos bizantinos. (Saka, 2005, p. 242)


Os governantes árabes permitiram aos cristãos manter posições importantes dentro da administração (Hazim, p. 482), e a Síria “manteve seu caráter cristão até o final da era omíada” (Hazim, p. 486), que terminou por volta do ano 750 d.C.


Essa nova realidade, longe de enfraquecer a igreja, deu início a uma era de paz e fortalecimento da Igreja Siríaca, levando-a a uma melhor organização e à renovação intelectual. Para Saka, isso se deveu ao fato de que “os muçulmanos árabes os cercaram de segurança e protegeram os direitos deles com alianças e pactos” (p. 242).


A Igreja floresceu, as dioceses ficaram maiores e os bispados pertencentes ao patriarcado sírio-antioquense cresceram, incluindo as sedes do Vicariato Patriarcal do Oriente que incluía mais de 160 sedes. O patriarca Dionísio de Tell-Mahre consagrou 99 bispos, os mosteiros eram prósperos e se contavam às centenas, cheios de milhares de monges. Grandes igrejas foram construídas em todas as partes do império. (Saka, p. 242)


Um líder da igreja na época da conquista islâmica da Síria e da Mesopotâmia, ao comparar os novos senhores com os do Império Bizantino, disse que os muçulmanos não se opuseram ao cristianismo, mas “elogiaram nossa fé, honraram os sacerdotes e santos de nosso Senhor e deram ajuda às igrejas e mosteiros” (Griffith, 2008, p. 27).


Tudo isso não significa que não ocorreram problemas entre cristãos e muçulmanos à época da conquista. Contudo, qualquer crítica que for feita terá de levar em conta o fato de que, pelo menos no primeiro século do surgimento do islã, as relações entre cristãos e muçulmanos eram menos conturbadas do que tendemos a acreditar, apesar de que nos dias de hoje não podemos negar a grande hostilidade de certos grupos muçulmanos em relação aos cristãos.


3. A contribuição dos cristãos ortodoxos para a ‘renascença’ islâmica


Os árabes muçulmanos têm muito orgulho da contribuição que deram à disseminação do conhecimento por toda a Ásia, Oriente Médio, norte da África e Europa durante os “anos de ouro” da civilização islâmica, e é justo que assim se sintam.


À medida que o Império Árabe se espalhou para as diferentes regiões do mundo conhecido, muita atividade intelectual e pesquisa científica aconteceram. Na Espanha árabe-muçulmana, por exemplo, quando o restante da Europa passava pela assim chamada “era das trevas”, cidades como Sevilha, Córdoba e Granada, sob a proteção dos califas árabes, tornaram-se importantes centros de progresso cultural e científico. Áreas de conhecimento como filosofia, medicina, matemática e astronomia se desenvolveram a ponto de se tornarem a principal fonte de conhecimento para os europeus por séculos (Hamada, 1990, p. 118).


Não é sem razão que o presidente norte-americano Barack Obama, ao visitar o Cairo anos atrás, disse que os árabes carregaram a tocha do conhecimento, pavimentando o caminho para o Renascimento e o Iluminismo europeus “por sua capacidade de inovar nos campos da álgebra, nos instrumentos de navegação, na tipografia, na medicina, na arquitetura…” (Magnoli, 2009)5.


Contudo, existe um detalhe importante que normalmente não é mencionado: o Renascimento árabe-islâmico, que contribuiu indiretamente para o Renascimento europeu, teve o importante envolvimento de acadêmicos cristãos ortodoxos do Egito, da Síria e da Mesopotâmia. “Nos primeiros séculos”, diz Jenkins,


Esse desenvolvimento cultural era normalmente cristão e judaico, em vez de muçulmano. Foram os cristãos — nestorianos, jacobitas, ortodoxos e outros — que preservaram e traduziram a herança cultural do mundo antigo… Grande parte daquilo que chamamos de academicismo árabe foi, na verdade, siríaco, persa e copta, e não necessariamente muçulmano… Acadêmicos cristãos de fala siríaca trouxeram as obras de Aristóteles ao mundo muçulmano… (Jenkins, 2008, p. 18)


Assim como aconteceu na Síria, depois de os árabes terem conquistado a Pérsia em 637, os líderes muçulmanos permitiram que a Igreja Ortodoxa do Oriente continuasse como uma comunidade religiosa distinta, sob a proteção dos califas. Assim, além de Antioquia e Edessa, que eram importantes centros cristãos para a disseminação do conhecimento na Síria, o cristianismo também havia criado raízes fortes em cidades como Nísibis, Jundishapur, Basra, Mosul e Kirkuk, no Iraque, que influenciaram grandemente a formação social e cultural da cultura islâmica. Até mesmo Tikrit, “cidade natal de Saddam Hussein — era um centro cristão vibrante vários séculos após a chegada do islã” (Jenkins, p. 6).


Durante vários séculos antes da chegada do islã, os cristãos ortodoxos na Síria e na Pérsia haviam cultivado conhecimento por meio de escolas e mosteiros. Assim, quando chegaram, os árabes muçulmanos encontraram um sistema de educação que já estava em funcionamento, assim como secretários, médicos e tradutores cristãos que foram usados para servir ao estado (Khalil Samir, 2005, p. 500).


Dessa forma, com o passar do tempo, quando a “Casa da Sabedoria” foi fundada em 830 em Bagdá por líderes muçulmanos, um médico cristão siríaco oriental tornou-se o principal tradutor (Khalil Samir, p. 505).


Ainda no século VI e continuando até o início da dinastia abássida, a maior parte das obras de Aristóteles e de seus intérpretes foram traduzidas para o siríaco… Quando o grande movimento de tradução para o árabe foi lançado, no início do século IX, os cristãos siríacos traduziram essas obras para o árabe… (Khalil Samir, p. 512)


Não foi sem razão que o reconhecido filósofo árabe muçulmano al-Kindi (m. 874), ao falar da contribuição dos acadêmicos cristãos, disse que “se eles não tivessem existido, nunca teríamos sido capazes, ainda que dedicássemos todo nosso tempo à pesquisa rigorosa, de chegar a esses princípios genuínos primários, em virtude dos quais pudemos deduzir as derradeiras conclusões de nossos mais abstrusos pesquisadores” (Khalil Samir, p. 503).


Portanto, os cristãos ortodoxos fizeram uma notável contribuição para o desenvolvimento do Renascimento Islâmico, ainda que os muçulmanos e os acadêmicos seculares não reconheçam isso prontamente.


Publicado originalmente em Ultimato


NOTAS
1. Encyclopædia Britannica Online, s. v. “Ghassan”, acessado em 15 de outubro de 2014, <http://www.britannica.com/EBchecked/topic/232483/Ghassan>.
2. De acordo com Yusuf Ali, eles foram perseguidos por Zu-Nuwas, um judeu por religião, que era o rei do Iêmen. (ALI, Abdullah Yusuf. The Holy Qur’an – Translation and Commentary. Durban: Islamic Propagation Centre International, 1946, p. 1714.)
3. Encyclopædia Britannica Online, s. v. “Lakhmid Dynasty”, acessado em 14 de outubro de 2014,
<http://www.britannica.com/EBchecked/topic/328265/Lakhmid-Dynasty>.
4. Encyclopædia Britannica Online, s. v. “al-Hirah”, acessado em 27 de setembro de 2014, <http://www.britannica.com/EBchecked/topic/266750/al-Hira>.
5. Demetrio Magnoli, “Barack Contra a Jihad”, O Estado de São Paulo, 11 de julho de 2009.


BIBLIOGRAFIA
Griffith, S. H. (2008). The Church in the shadow of the Mosque – Christians and Muslims in the World of Islam. Princeton: Princeton University Press.
Hamada, L. B. (1990). Understanding the Arab World. Nashville, Tennessee: Thomas Nelson.
Hazim, P. I. I. (2005). Christianity in the Umayyad Era (661-750). In H. Badr (Ed.), Christianity – A history in the Middle East. Beirut: Middle East Council of Churches.
Jenkins, P. (2008). The lost history of Christianity : the thousand-year golden age of the Church in the Middle East, Africa and Asia – and how it died (1st ed.). New York ; Oxford: Lion.
Khalil Samir, S. (2005). The role of Christians in the Abbasid Renaissance in Iraq and in Syria (750 – 1050). In H. Badr (Ed.), Christianity: a history in the Middle East (pp. 495-529). Lebanon: Middle East Council of Churches.
Magnoli, D. (2009, July 11). Barack contra a jihad. O Estado de São Paulo, p. A2.
Power, B. (2013). Engaging Islamic traditions – Using the Hadith in Christian ministry to Muslims.
Saka, S. I. (2005). The West Syriacs. In H. Badr (Ed.), Christianity: a history in the Middle East (pp. 235-253). Beirut: Middle East Council of Churches.
Shahid, I. (2005). Arab Christianity before the rise of Islam. In H. Badr (Ed.), Christianity: a history in the Middle East (pp. 435-451). Beirut: Middle East Council of Churches.

Fonte:http://sepal.org.br

EX-XEIQUE É PERSEGUIDO POR SE CONVERTER A CRISTO

domingo, março 18, 2018

Depois de 10 anos como cristão secreto, Hussein declarou sua fé em Jesus e então enfrentou ameaças de morte


 17 DE MARÇO DE 2018        



Recém-convertido ao cristianismo, o xeique Hussein continuou participando dos debates entre cristãos e muçulmanos, mas não contou a ninguém sobre a nova fé. Ele a manteve em segredo por dez anos, até que em 2016, em outro debate religioso, ele se declarou cristão publicamente. A notícia se espalhou e imediatamente ele começou a receber ameaças.


Em 2017, ele ofereceu seu terreno para construir a igreja. Quando a comunidade ficou sabendo, ameaçou queimar os carros do pastor. Um dia foi procurado em sua casa por jovens vestidos de preto e com rostos cobertos. Eles queriam matá-lo. Foi então que o cristão perseguido enviou a esposa e filhos para a casa dos sogros e fugiu para um campo de refugiados próximo.

Não importa o que eu passe, eu sei que Deus está no controle. Embora eu seja velho, e os líderes tribais tenham tomado toda minha terra, tenho esperança. Eu agradeço a Deus pela vida do pastor e dos irmãos que estão suprindo minhas necessidades. Que Deus os abençoe grandemente. Por favor, lembrem de mim em suas orações”, declara Hussein.

O cristão perseguido é pastoreado por um líder cristão que participou do treinamento de evangelismo transcultural e do programa de cuidados com recém-convertidos da Portas Abertas. Agradeça a Deus pela vida dos dois e ore para que Deus continue os usando para estender seu reino em Uganda.

Juntos pela África
A necessidade de líderes cristãos preparados para lidar com situações extremas causadas pela perseguição a cristãos ex-muçulmanos é grande nos países da África Subsaariana. Um programa de capacitação socioeconômica tem os ajudado a viver o evangelho de uma maneira prática e é uma oportunidade para compartilhar o amor de Cristo e construir uma ponte para a comunidade cada vez mais hostil. Se você quer conhecer mais e se envolver com esse projeto, clique aqui.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

DIP 2018 – ÍNDIA

sábado, março 17, 2018

No sul da Ásia, existe um impressionante país, com uma cultura exótica e tradições milenares. A Índia encanta através de sua beleza e suas cores. No entanto, a perseguição aos cristãos indianos está crescendo a cada ano. Aqueles que decidem deixar para trás o hinduísmo são tratados com desprezo, hostilidade e, muitas vezes, agressividade.


Uma das prioridades da Portas Abertas é fortalecer a igreja da Índia. Por isso, o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2018 - movimento de oração pelos cristãos perseguidos - terá como tema a Índia. Milhares de cristãos brasileiros se unirão para interceder pelos irmãos indianos para que eles saibam que, embora sejam perseguidos, não foram abandonados.


Realize o DIP em sua igreja. Cadastre-se.


“Somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.”

2 Coríntios 4.9

XEIQUE MUÇULMANO SE CONVERTE A JESUS

sábado, março 17, 2018

Seu coração sempre ansiou por mais, até que conheceu Jesus como filho de Deus e salvador


 16 DE MARÇO DE 2018        

 O amor do Senhor Jesus alcança, resgata e concede vida eterna (Foto representativa por razões de segurança)


O xeique Hussein, de 68 anos, cresceu num lar muçulmano e começou a frequentar a escola corânica, escola muçulmana ou uma casa de estudos islâmicos, aos 7 anos de idade. Quando terminou o ensino médio, em 1977, ganhou uma bolsa para continuar seus estudos na Arábia Saudita. Lá, ele conheceu o islamismo radical, com o qual nunca se sentiu bem. Foi lá também que descobriu as referências a “Isa” no Alcorão e a Jesus Cristo na Bíblia, como parte de seus estudos de apologética islâmica. Então, começou a questionar o islã, o que deixou seus professores preocupados.


Depois que o ditador ugandense Idi Amin Dada foi deposto, Hussein perdeu sua bolsa de estudos e foi deportado para Uganda. Ele começou a ensinar árabe e islamismo nas escolas e depois se tornou o líder de uma das maiores mesquitas no distrito onde morava – daí seu título de xeique, que é um líder religioso do islã. Por quase 30 anos, seu coração permaneceu inquieto, desejoso de saber mais sobre Jesus.

Um dia em 2006, ele participou de um debate ao ar livre entre cristãos e muçulmanos. Quando um pastor explicou sobre a relação entre Jesus e Deus Pai, seu coração se encheu de alegria, pois foi a resposta para todas suas perguntas. “Quando o pastor nos convidou para um segundo debate, eu pedi para encontrá-lo individualmente. Eu disse a ele que queria entregar minha vida a Jesus. Ele me guiou em uma oração de confissão, e assim eu aceitei Jesus como meu salvador”, testemunha. (Essa história continua).

Juntos pela África
A necessidade de líderes cristãos preparados para lidar com situações extremas causadas pela perseguição a cristãos ex-muçulmanos é grande nos países da África Subsaariana. Um programa de capacitação socioeconômica tem os ajudado a viver o evangelho de uma maneira prática e é uma oportunidade para compartilhar o amor de Cristo e construir uma ponte para a comunidade cada vez mais hostil. Se você quer conhecer mais e se envolver com esse projeto, clique aqui.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

7 PEDIDOS DE ORAÇÃO DA IGREJA PERSEGUIDA NA SÍRIA

sexta-feira, março 16, 2018

Nesses 7 anos de guerra, convidamos você a orar conosco por 7 pedidos de oração dos cristãos perseguidos na Síria


 15 DE MARÇO DE 2018        

 A Igreja Perseguida na Síria permanece, louvado seja o Senhor por isso


Hoje, 15 de março, a guerra na Síria completa 7 anos e não há previsão para acabar. Segundo o EXAME, antes da guerra, a Síria contava com 22 milhões de pessoas. Agora, estima-se que a população tenha encolhido para 16 milhões. Possivelmente, você deve ter lido notícias sobre esse triste retrospecto. Mas, convidamos você a se unir em uma só família com nossos irmãos sírios e orar pelos pedidos de oração que eles nos fazem. No centro do conflito, além de sofrerem as consequências da guerra, os cristãos perseguidos são discriminados por seguir a Jesus. Você pode orar conosco?


Cerca da metade da população síria teve de deixar suas casas, cidades ou aldeias por causa da guerra. Ore pelos mais de 5 milhões de refugiados que tentam viver suas vidas em outros países. Peça também pelos mais de 6 milhões de pessoas internamente deslocadas. Algumas saíram de seus lares há muitos anos, muitas creem no fim da guerra, pois estão desempregadas e ficaram sem suas economias.


Afrin, cidade próxima a Aleppo, está desde janeiro sob o ataque do exército turco e seus parceiros. Ore pelos cidadãos que agora sofrem por causa desse novo conflito. Interceda pelos cristãos em Afrin que permaneceram nesses 7 anos de guerra. Que possam continuar em sua cidade e desempenhar um papel positivo.


Clame por aqueles que conheceram Jesus Cristo nos anos de guerra na Síria. Nós sabemos que, em vários lugares, pessoas de origem muçulmana tornaram-se seguidores de Jesus Cristo. Ore para que eles recebam discipulado e que encontrem igrejas que os recebam bem. Na maioria das vezes, a perseguição para eles se intensifica porque a conversão não é facilmente aceita pela família e amigos.


Vários pastores na Síria correm um grande risco ao receber novos cristãos ex-muçulmanos em suas igrejas. Ore por esses pastores, que Deus lhes dê a sabedoria para saber como acompanhá-los. Peça também pelos membros da igreja, para que possam receber os novos convertidos de braços abertos.


Na crise atual na Síria, a fé de muitos muçulmanos foi abalada. Alguns começaram a duvidar da própria religião por causa de toda a violência cometida em nome de Deus por grupos radicais. Além do fato de muçulmanos lutarem contra outros muçulmanos. Ore para que muitos conheçam a Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor.


Ore pelas crianças na Síria. Muitas ainda não vão à escola, outras perderam meses ou mesmo anos de ensino. Outras tantas não sabem o que é brincar na rua.


Durante os 7 anos de guerra, a Portas Abertas tem conseguido manter o trabalho de distribuição na Síria. A literatura cristã e as Bíblias ainda atendem uma grande necessidade neste país. Ore por aqueles que distribuem os livros e peça a Deus que esses materiais cheguem às mãos certas.


Você pode ajudar a reconstruir a Síria
Muito já foi feito, mas ainda há muito a se fazer pela Igreja Perseguida na Síria. Além de orar, você pode ajudar financeiramente a reconstrução integral da vida dos cristãos sírios. Conheça o projeto e como você pode doar.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

PROJETO DE COMPOSTAGEM AJUDA CRISTÃOS PERSEGUIDOS

quinta-feira, março 15, 2018

Com um melhor meio de subsistência, o cristão Rajan pode se dedicar mais ao ministério


 14 DE MARÇO DE 2018        

 Louve a Deus por esse projeto que está abençoando a vida de Rajan


Rajan é um cristão indiano que lidera o projeto de compostagem em um remoto vilarejo na Índia. Compostagem é um processo natural em que os micro-organismos, como fungos e bactérias, são responsáveis pela degradação de matéria orgânica. Seus ganhos com o projeto o ajudam a suprir suas necessidades diárias. A Portas Abertas apoiou seu projeto, que agora envolve mais 12 famílias.


“Este projeto me abençoou imensamente, porque agora posso ajudar mais no sustento da minha família. Antes eu tinha um emprego pequeno por conta própria, onde ganhava muito pouco e não tinha tempo para o ministério. Quando recebi uma pequena loja e a ajuda para o projeto de compostagem, comecei a ganhar mais e me envolver mais no ministério”, testemunha Rajan, que também lidera um grupo de cristãos.

O projeto de compostagem teve início alguns anos atrás através de parceiros da Portas Abertas. O objetivo era abençoar os cristãos perseguidos que precisavam de ajuda com subsistência, pois ganhavam muito pouco como agricultores que trabalhavam por dia. Esse projeto é feito através da compostagem usando várias espécies de vermes, geralmente minhocas, vermes brancos e piolhos de cobra (ou gongolo). Cria-se uma mistura com vegetais em decomposição ou restos de comida. O produto resultante contém nutrientes solúveis em água e é um excelente fertilizante orgânico, rico em nutrientes e condicionador do solo.

Domingo da Igreja Perseguida
O DIP deste ano será realizado no dia 27 de maio e terá como tema a Índia. Se você ainda não cadastrou sua igreja, saiba como. Entre abril e maio, também receberemos a visita de dois cristãos perseguidos indianos, Pastor Samuel e Aaron (pseudônimos). As agendas deles sairão em breve.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

CRISTÃOS NORTE-COREANOS AGRADECEM APOIO DA IGREJA LIVRE

quarta-feira, março 14, 2018

Orações e suporte fazem a diferença na vida da Igreja Perseguida


 14 DE MARÇO DE 2018        

 A sua oração abençoa a Igreja Perseguida norte-coreana


Através dos parceiros da Portas Abertas, cristãos secretos da Coreia do Norte recebemmaterial cristão e ajuda emergencial. Recentemente, recebemos uma mensagem encorajadora de um grupo de cristãos perseguidos no país para todos aqueles que contribuem para seu fortalecimento. A mensagem diz:


“Nós agradecemos ao nosso Deus, que protege a igreja subterrânea na Coreia do Norte, os cristãos que caminham na jornada dos peregrinos. Nesta forte tempestade, oramos para que Deus nos leve a um porto de esperança. Deus é nosso refúgio e fortaleza. Nós ansiamos por ele com louvor e glória.

Também agradecemos àqueles que apoiam os cristãos norte-coreanos com amor. Obrigada por fazer o melhor cada dia e noite no ano de 2017. Oramos para que Deus derrame suas abundantes bênçãos sobre vocês em 2018.

Seu encorajamento e apoio são nossa base de sustentação. Nós sempre ouvimos a voz do nosso Senhor como uma ovelha que segue o sinal luminoso de um farol. Apesar de muitas vezes a estrada da vida estar com neblina, seguimos a luz como fiéis soldados de Jesus Cristo. Vamos vencer todas as barreiras e lutas com uma poderosa fé nele”.

Leve mais material cristão para a Coreia do Norte
Ao receber essas palavras de agradecimento e encorajamento, lembre-se de continuar orando pela Igreja Perseguida do país número um na Lista Mundial da Perseguição. Como você vê, nossos irmãos contam com nossas orações e apoio. Saiba como se envolver mais com o envio de material cristão para a Coreia do Norte clicando aqui

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

COMO A SITUAÇÃO DO PAÍS SE REFLETE NA VIDA DOS CRISTÃOS

terça-feira, março 13, 2018

Em sua ação, militantes mataram soldados e agentes da ONU e fecharam escolas, dificultando a vida dos cristãos


 13 DE MARÇO DE 2018        

 Ore pela situação dos cristãos perseguidos do Mali


A contínua instabilidade na região central do Mali está tornando a vida difícil para os cristãos que vivem ali. A Bloomberg – empresa de tecnologia e dados para o mercado financeiro e agência de notícias operacional com sede em Nova York – recentemente publicou um relatório que busca explicar as circunstâncias com as quais nossos irmãos e irmãs são confrontados no Mali. Nos próximos dias, vamos acompanhar a análise feita sobre a situação do país.


Quando militantes islâmicos vieram para a escola da aldeia e ameaçaram matar os professores se não fossem embora, Moussa Diallo não ficou surpreso. “Eles já estiveram nas aldeias próximas e disseram que não querem mais escolas francesas, mas escolas corânicas (escolas que ensinam o islamismo)”, disse Moussa, um professor de 33 anos.

Quase 400 escolas foram fechadas no centro do Mali desde que os militantes islâmicos expandiram a área de atuação do deserto norte, onde se estabeleceu após uma insurgência em 2012, a direção às regiões mais densamente povoadas de Segu e Mopti. Soldados e membros da missão de paz da ONU foram mortos em emboscadas em uma área cuja população é de 6 milhões.Hoje há mais ataques nas regiões de Mopti e Segu do que nas cinco regiões do norte juntas.

Embora haja cinco anos desde que umaintervenção militar francesa anulou a revolta no norte do Mali – que foi alimentada pelo colapso do governo na Líbia –, o crescente número de ataques nas regiões centrais destaca a instabilidade da nação da África Ocidental. Além de se espalhar para países vizinhos, a campanha de violência e intimidação está ganhando apoio localmente por parte daqueles que se sentem marginalizados por um governo que eles julgam como “ineficaz”. Interceda pela situação do país e dos nossos irmãos malianos.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

OPORTUNIDADE DE EMPREGO PARA REFUGIADOS EM ERBIL

terça-feira, março 13, 2018

Empregados pela fábrica de plástico fundada pela igreja, muitos cristãos agora têm a própria renda mensal


 12 DE MARÇO DE 2018        

 A fábrica pertence a igreja


Para ter um futuro em algum lugar, você precisa ser capaz de ter a própria renda. Por essa razão, é tão importante criar oportunidades de trabalho. É isso que os nossos parceiros locais no Iraque estão fazendo. Por exemplo, em agosto passado, eles conseguiram abrir uma fábrica de plástico em Erbil, no curdistão iraquiano, para os refugiados de Bashiqa. Cerca de quatorze pessoas encontraram um emprego.


Hafid é um desses trabalhadores. Ele é um dos deslocados de Bashiqa que está morando em Erbil. Ele acabou de terminar o ensino médio e encontrou trabalho na fábrica. “Estou muito feliz por trabalhar agora. Espero poder ganhar dinheiro e depois continuar meus estudos”, afirma o jovem.

A fábrica de plástico começou a funcionar em meados de 2017. Foi uma ideia apresentada em 2016 aos nossos parceiros locais por um líder cristão de Bashiqa. O projeto pretendia oferecer oportunidades de trabalho para os deslocados internos da Bashiqa. A fábrica é propriedade da igreja. Além de criar oportunidades de emprego para os refugiados, ela também gera renda para a igreja. O dinheiro que vai para a igreja será usado para ajudar os necessitados e organizar atividades para as pessoas.

O responsável pela fábrica é Nihad, um professor de biologia do ensino médio. Ele tem 54 anos e é também é um cristão refugiado de Bashiqa. “Sua organização nos motivou a iniciar projetos que ofereçam trabalho. Não devemos depender de cestas de comida”, diz o cristão. Ele afirma também: “No momento, vendemos nossos produtos para dezessete fábricas que compram nossas latas e garrafas”. A fábrica também quer ter um certo armazenamento de latas e garrafas para prepará-los quando alguém fizer uma nova encomenda. A fábrica começou com a produção de apenas dois tipos de latas. Agora, eles têm muitos outros modelos disponíveis. (Essa história continua).

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

CRISTÃO SE SENTIU ESQUECIDO AO SER PRESO POR SUA FÉ

domingo, março 11, 2018

Morad enfrentou o silêncio de Deus, mas hoje, passando pelo aconselhamento pós-trauma, vê que tudo tem um propósito


 11 DE MARÇO DE 2018        

 O silêncio de Deus fortalece a nossa fé (Foto representativa por razões de segurança)


Há muitas histórias milagrosas de cristãospresos no Irã. Apesar de essas histórias serem verdadeiras, há também um outro lado. Para um cristão preso no Irã, muitas vezes Deus parece estar em silêncio e mais longe do que nunca. Saman* e Morad*, dois cristãos ex-prisioneiros, compartilham sobre o tempo na prisão. Expressam como se sentiram longe de Deus e como, apesar de tudo, ele sempre esteve lá. Conheça hoje a história de Morad.


Morad, um homem de 40 anos, era professor em uma igreja e foi preso ao ensinar um novo cristão em outra cidade. Hoje, no Dia da Educação Cristã, podemos louvar a Deus pelos educadores cristãos que se esmeram em ensinar a palavra de Deus. Podemos orar de forma especial pelos educadores cristãos nos países fechados ao evangelho, em que o simples fato de ensinar a Bíblia a alguém pode ser considerado um crime.

No caso de Morad, um dos seus colegas membros da igreja, a quem havia discipulado, compartilhava a mesma cela que ele. “Ele me contou como os interrogadores ameaçaram abusar de seu filho e disse que eu havia arruinado a vida dele por ter apresentado Cristo a ele. Ele testemunhou contra mim no tribunal”.

Até as últimas consequências

O cristão nos conta que nos seis meses que passou na prisão, 20 pessoas foram executadas“Alguns deles estavam na minha cela. Foi doloroso ver o medo da morte em seus olhos”, compartilha. Na prisão, ele foi agredido e injustiçado: “Os interrogadores me chutavam enquanto me faziam perguntas. Tudo o que eu disse foi usado contra mim. Falei com Deus: ‘Senhor, você vê tudo. Por que você permite isso?’, mas Deus ficou em silêncio. Quando Deus finalmente falou comigo, ele disse: ‘Fique em silêncio e abrace-me; abrace-me como se estivesse preso em mim’”.

Morad testemunha que ser feito prisioneiro por Cristo não é fácil, não é uma experiência agradável. No entanto, após passar pelo aconselhamento pós-trauma, hoje ele pode afirmar: “Mesmo depois daqueles horríveis meses de prisão, eu ainda posso dizer: ‘Sim, vale a pena. Eu acredito em Jesus, e se isso significa que eu tenho que sofrer, então estou disposto a fazê-lo’, afirma o cristão perseguido. (Essa história continua).

*Nomes alterados por segurança.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

CRISTÃO DESAPARECIDO PREOCUPA PASTOR

sábado, março 10, 2018

Ambos fazem parte de uma igreja de ex-muçulmanos, num país que não tolera a conversão ao cristianismo

 9 DE MARÇO DE 2018        

De acordo com o pastor de uma pequena igreja na Tunísia, um dos membros da igreja está desaparecido há alguns dias. O líder cristão está muito preocupado, pois o cristão desaparecido é um ex-muçulmano. Quando se tornou um seguidor de Jesus, passou a frequentar a igreja desse pastor, que também é um convertido do islamismo.


O pastor estava encarregado do discipulado do cristão desaparecido. Na Tunísia, país que é o 30º colocado na Lista Mundial da Perseguição 2018, não é bem aceito pela família nem pela sociedade que um muçulmano se converta ao cristianismo. Por isso, o pastor está tão preocupado com o desaparecimento do rapaz, pois não tem ideia do que possa ter acontecido com ele.


O pastor pede nossas orações pela segurança do cristão desaparecido. Não deixe de orar também para que o Senhor dê paz ao coração do pastor, assim como sabedoria para saber o que fazer nessa situação. Interceda pela Igreja Perseguida da Tunísia, formada sobretudo por ex-muçulmanos que precisam viver a fé secretamente, sem liberdade de congregar.

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

EM MAIO, A PORTAS ABERTAS COMEMORA 40 ANOS NO BRASIL

quinta-feira, março 08, 2018

Aniversário será comemorado em culto de celebração em São Paulo. Você é nosso convidado especial


 7 DE MARÇO DE 2018        

 Participe com a gente do culto de gratidão a Deus pelos 40 anos da Portas Abertas Brasil


Fundada em 1955 pelo holandês Anne van der Bijl (mais conhecido como Irmão André), a Portas Abertas serve os cristãos perseguidos desde que seu fundador começou a contrabandear Bíblias em seu fusca azul para o leste europeu, região da chamada “cortina de ferro”. Irmão André acreditava que todos deveriam ter a liberdade de conhecer a Jesus.


Hoje a Portas Abertas está presente em mais de 60 países, buscando apoiar cada vez mais os mais de 215 milhões de cristãos perseguidos ao redor do mundo. Esse apoio é feito de diversas formas, como distribuição de Bíbliastreinamento, ajuda emergencial e oração, entre outros.

Hoje, após 40 anos de existência no Brasil, a visão da Portas Abertas é a mesma de seu fundador mais de 60 anos atrás: “Esteja atento! Fortaleça o que resta e que estava para morrer” (Apocalipse 3.2). Com sede em São Paulo, a organização emprega mais de 40 colaboradores, conta com quase 600 voluntários oficiais e cerca de 35 mil parceiros ativos.

Tudo isso é motivo de gratidão a Deus, por vermos que ele tem usado a igreja brasileira como um canal de bênçãos para a Igreja Perseguida. Por isso, faremos um culto de celebração e gratidão a Deus por esses 40 anos no Brasil. O culto contará com a presença dos cristãos perseguidos da Índia, Pastor Samuel e Aaron, do CEO da Portas Abertas Internacional, Dan Ole Shani, e dos ministros de louvor Adhemar de Campos e Gerson Borges. Venha celebrar conosco os grandes feitos do Senhor.

Para saber mais esses 40 anos da Portas Abertas no Brasil, clique aqui.

Data: 5 de maio
Horário: 19h30
Local: Igreja Batista Boas Novas
Endereço: Rua Marechal Malet, 611 – Parque da Vila Prudente – São Paulo.
ENTRADA FRANCA

Fonte:www.portasabertas.org.br

NÚMERO DE DESLOCADOS E REFUGIADOS BATE RECORDE

quarta-feira, março 07, 2018

Muitos dos deslocados são cristãos, que fogem da violência da milícia islâmica Seleka


 7 DE MARÇO DE 2018        

 Ore pelos cristãos que estão nesta situação (Foto representativa por razões de segurança)


De acordo com o centro de notícias da ONU, o número de pessoas que fugiram da violência na República Centro-Africana atingiu o nível mais alto desde que a guerra civil eclodiu, cinco anos atrás. Muitos dos deslocados são cristãos que fogem da violência de várias facções do grupo militante Séléka, que é formado majoritariamente por combatentes muçulmanos.


Segundo nota de imprensa da ONU, dados de 2017 mostram que 688.700 pessoas foram deslocadas internamente – 60% mais que em 2016. E um total de 542.380 refugiados foram registrados nos países vizinhos – um aumento de 12% em relação a 2016. O governo parece incapaz de impedir e parar as atrocidades cometidas contra os civis, tanto cristãos como muçulmanos.

“Apesar de a ONU ter ajudado o governo a estabelecer um tribunal especial para fazer justiça aos que realizam crimes de guerra, as milícias continuam a assolar o país. A violência criou um ambiente de intimidação crescente para os cristãos em muitas partes do país”, afirma um analista de perseguição da Portas Abertas. Ore pela Igreja Perseguida da República Centro-Africana, país que ocupa a 35ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018.

Fonte:www.portasabertas.org.br

ATAQUES FAZEM CERCA DE 250 MORTOS EM APENAS UM MÊS

terça-feira, março 06, 2018

Os incidentes violentos são realizados pelo Talibã e grupos associados ao Estado Islâmico


 6 DE MARÇO DE 2018        



No período entre 20 e 29 de janeiro deste ano, houve cinco ataques de maior destaque nas principais cidades do Afeganistão, informou a Rede de Analistas do Afeganistão (ANN, organização independente de pesquisa e análise de políticas sem fins lucrativos). São incidentes violentos realizados pelo Talibã e por grupos afiliados ao Estado Islâmico. Tais ataques encerraram um período de violência que começou no final de dezembro de 2017, matando aproximadamente 250 pessoas no total.


Um analista de perseguição da Portas Abertas afirmou que o ocorrido é apenas a ponta do iceberg. Ele diz que os ataques podem ter a ver com o processo de paz em curso no país e com o fato de eleições parlamentares estarem previstas para o meio do ano. Mas ninguém pode assegurar que elas realmente ocorrerão.

O analista informou também que uma das questões envolvidas é a decisão do Paquistão de não mais conceder permanência estendida para refugiados afegãos que desejam permanecer no país. Uma última extensão de 60 dias foi concedida em 31 de janeiro; depois disso, os refugiados não terão mais proteção legal contra deportação. Isso traz a perspectiva de mais de dois milhões de refugiados voltarem ao país devastado pela guerra.

Em meio a tudo isso, os cristãos são uma minoria ainda mais vulnerável. É bem provável que eles sofram as consequências desses acontecimentos. Ore pelos cristãos perseguidos do Afeganistão, país que ocupa a 2ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018, atrás somente da Coreia do Norte. Que Deus derrame sua misericórdia e fortaleça os seus nessa nação.

Fonte:www.portasabertas.org.br

EGITO INAUGURA MAIOR IGREJA DO ORIENTE MÉDIO

terça-feira, março 06, 2018

Inauguração de catedral com capacidade para mais de 8 mil pessoas contou com presença do presidente al-Sisi


 5 DE MARÇO DE 2018        

 Um momento de encorajamento para a Igreja Perseguida no Egito (Foto representativa por razões de segurança)


No Egito, inauguração de catedral copta em janeiro contou com a presença do presidente Abdel Fattha al-Sisi. Com capacidade para 8.200 pessoas, diz-se que é a maior igreja do Oriente Médio. Está localizada a 45 quilômetros da capital, Cairo. De acordo com o USA Today, um jornal diário nacional dos Estados Unidos, meios de comunicação social estatais do Egito informaram que fundos do governo no valor de 12 milhões de dólares (cerca de 39 milhões de reais) foram investidos na construção da catedral.


Em seu discurso durante a inauguração, o presidente egípcio disse: “O mal, destruição e morte nunca derrotarão a bondade, paz e amor. Nós somos um, e vocês são nossa família. Ninguém pode nos dividir”. É a quarta vez que o presidente participa de atividades em igrejas. “Tais atos são simbolicamente importantes e um encorajamento para os cristãos egípcios, que se sentem intimidados tanto pelos ataques do Estado Islâmico quanto pela hostilidade islâmica experimentada no dia a dia. Mas apesar desses gestos por parte do governo, os cristãos continuam a enfrentar discriminação e ataques”, disse o analista de perseguição da Portas Abertas.

No mesmo dia em que a catedral foi inaugurada, ao menos seis cristãos foram mortos. No dia seguinte, um atirador passou disparando tiros de um carro, atingindo fiéis que saíam da igreja em Naj Hammadi, no sul do Egito, informou a BBC.Ore pela Igreja Perseguida do Egito, país que ocupa a 17ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018.

Fonte:www.portasabertas.org.br

IGREJA QUEIMADA NO QUIRGUISTÃO PASSA POR REFORMA

segunda-feira, março 05, 2018

Incêndio não impediu a igreja de continuar fazendo cultos no templo queimado e cristãos passaram a se reunir ainda mais


 2 DE MARÇO DE 2018        

 Louve a Deus pela reforma da igreja


No começo de janeiro, uma igreja foi queimada no Quirguistão. Durante esses dois meses os membros continuaram indo fielmente todos os domingos para adorar a Deus no templo queimado. Eles também continuaram se reunindo em pequenos grupos domésticos durante a semana.


Um membro da igreja testemunha: “O inimigo quis nos amedrontar através desse incêndio, mas não funcionou. Os cristãos de Kajisay começaram a se reunir mais do que antes para orar, adorar e estudar a Bíblia – apesar do desconforto – no templo queimado”. Eles também usavam o tempo livre para ir à igreja e ajudar na limpeza e reparos. A reforma foi parcialmente financiada pela Portas Abertas.

Através de um e-mail, os líderes da igreja agradeceram a todos os parceiros da Portas Abertas que possibilitaram que a ajuda chegasse até eles. “Obrigado a todos os irmãos e irmãs por seu amor, carinho e orações – nós pudemos senti-los todo esse tempo. Obrigado por ter um coração aberto para nos enviar ofertas nesse momento de dificuldade. Isso possibilitou a reforma da nossa igreja rapidamente; estamos quase terminando e estamos muito felizes por isso. Deus os abençoe”, são as palavras desses cristãos perseguidos para a igreja livre.

A reforma dentro do prédio já acabou, e estão aguardando tempo firme para reformar do lado de fora. Ore pela finalização do trabalho. Clame também pela segurança e crescimento da igreja em número e em intimidade com o Senhor.

Seja você parte da resposta da oração da Igreja Perseguida
Você pode apoiar a Igreja Perseguida do Quirguistão e de outros países da Ásia Central ofertando para nosso projeto de distribuição de Bíblias na região. Saiba como clicando aqui.

Fonte:www.portasabertas.org.br

ORE POR IGREJA DOMÉSTICA IMPEDIDA DE CONTINUAR

sexta-feira, março 02, 2018

Moradores do vilarejo reclamaram de pregador, e cristãos foram notificados a não se reunir mais nas casas


 2 DE MARÇO DE 2018        

 Interceda pela Igreja Perseguida em Mianmar


Em Magwe, uma divisão administrativa de Mianmar, líderes de vilarejos receberam uma notificação proibindo cristãos de fazer os cultos nas casas. Cultos de adoração na igreja são permitidos somente quando os cristãos conseguem entrar com um pedido oficial às autoridades. A notificação foi enviada no final de janeiro, mas não explica quais são os requerimentos necessários para que os cultos nos lares sejam legalmente permitidos. O não cumprimento ou a violação dessa ordem está sujeita a ações legais.


A notificação foi enviada devido à reclamação dos moradores do vilarejo contra um pregador cristão, Sr. Pu*. Ele se reunia com outros 30 cristãos todos os domingos em uma casa para cultuar ao Senhor. E agora esses cristãos perseguidos por sua fé precisam das nossas orações. Hoje, no Dia Mundial da Oração, é uma ótima oportunidade de nos lembrarmos desses irmãos que lutam pelo simples direito de se reunir para orar.

É através da oração que nos relacionamos com Deus. A oração também é o principal meio de nos tornarmos um com nossos irmãos perseguidos. Peça para que o Senhor os guie com sabedoria sobre que atitude devem tomar nessa situação. Ore para que eles não fiquem desanimados. Interceda também pelos aldeões, que o Senhor incline seus corações e eles sejam alcançados com o amor de Deus.

*Nome alterado por motivos de segurança

Fonte:https://www.portasabertas.org.br

FAMÍLIAS CRISTÃS AMEAÇADAS PELA COMUNIDADE MUÇULMANA

sexta-feira, março 02, 2018

Cristãos estão temerosos diante de ameaça de muçulmanos de queimar suas casas se não voltarem ao islamismo


 1 DE MARÇO DE 2018        

 Muitos recém-convertidos podem voltar ao islã por medo das ameaças. Ore por eles (Foto representativa por razões de segurança)


No último dia 18, faleceu o cristão ex-muçulmano Tota Miah. Ele morava em Sirajgonj, uma região que tem cerca de 152 famílias de cristãos ex-muçulmanos. A comunidade cristã queria enterrar o irmão segundo os padrões cristãos, mas não tinham um lugar apropriado para isso. Assim, tiveram que enterrá-lo em um cemitério muçulmano, seguindo os rituais islâmicos.


Após o enterro, a comunidade muçulmana começou a falar contra os cristãos, chegando a acusar um deles de ensinar e converter muçulmanos ao cristianismo. Eles ordenaram aos cristãos que se arrependessem e voltassem ao islamismo, sob a ameaça de queimar suas casas.Também ameaçaram levá-los à mesquita para serem julgados segundo as leis islâmicas.

Diante dessa situação, os cristãos ex-muçulmanos estão com medo e confinados em suas casas, principalmente as mulheres. “Estamos vivendo sob o medo, devido às ameaças dos líderes muçulmanos. Muitos são recém-convertidos, e temo que queiram voltar ao islamismo diante das ameaças”, disse um dos cristãos ex-muçulmanos da região.

Pedidos de oração

Ore para que experimentem livramento de Deus e isso fortaleça a fé deles.


Peça para que a família de Tota Miah, o cristão falecido, seja confortada pelo Senhor.


Clame pela proteção de Deus sobre cada uma das 152 famílias cristãs na região.


Interceda para que o Espírito Santo fortaleça esses irmãos, de modo que mesmo diante de qualquer tipo de perseguição, eles permaneçam fiéis a Deus.


Fonte:www.portasabertas.org.br

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